POLITICA
União Brasil filia 4,3 mil em Várzea Grande e reafirma apoio à Kalil Baracat
ELEIÇÕES
JB News
Em uma expressiva demonstração de força política, o União Brasil 44 consolidou seu status como o mais denso em correligionários na segunda maior cidade de Mato Grosso, Várzea Grande, aumentando suas chances para as eleições municipais de 2024 e reafirmou seu compromisso em caminhar junto na reeleição do prefeito Kalil Baracat (MDB), presente ao evento e que foi um dos mais festejados junto com o senador Jayme Campos e Lucimar Sacre de Campos.
O evento contou com a participação de diversas autoridades como o presidente da Assembleia Legislativa, José Eduardo Botelho, além dos deputados estaduais Dimar Dal`Bosco e Júlio Campos, os deputados federais Coronel Assis e Gisela Simona e o presidente do União Brasil em Mato Grosso e o secretário chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, acompanhados de secretários municipais.

O evento de filiação espontânea, realizado na noite de quinta-feira, 30 de novembro, atraiu um impressionante número de pessoas que durante cinco horas participaram do evento e da filiação de novos membros, totalizando pelo 4.353 mil filiações que se somam aos mais de 5 mil filiados que a sigla detém e dispara o processo eleitoral de 2024, com repercussões nas eleições gerais de 2026.
“Aqui fizemos uma demonstração de força popular. O União Brasil em Várzea Grande é uma sigla de populares e vai ouvir seus filiados e a população quanto aos seus anseios e expectativas”, disse o senador Jayme Campos que o partido em Várzea Grande vai caminhar junto com a candidatura a reeleição de Kalil Baracat em 2024.

Lucimar Sacre de Campos enalteceu os esforços de pessoas do União Brasil, partido do qual é vice-presidente, para atingir expressivos 4.353 novos filiados e lembrou que um partido é feito de filiados e daqueles que militam na política vislumbrando fazer o bem para as demais pessoas, para as cidades, para Mato Grosso e para o Brasil.“Kalil tem feito um trabalho exemplar e estamos debatendo qual a melhor maneira de ajudar ainda mais ele, pois na realidade estamos ajudando o povo, ajudando Várzea Grande, Mato Grosso e Brasil”, frisou Lucimar Campos.

O presidente da agremiação no município, Juarez Toledo Pizza, anunciou com entusiasmo o aumento significativo no número de filiados: “Tínhamos 5 mil filiados em Várzea Grande e agora saltamos para mais de 9 mil. Queremos garantir que o partido terá novamente o maior número de vereadores eleitos e participar da gestão e contribuir com a Várzea Grande que queremos”.
O senador Jayme Campos, uma das principais lideranças do União Brasil no Estado, destacou os objetivos do partido em fortalecer seus planos e obter vitórias na maioria dos municípios, não apenas nas prefeituras, mas também nas câmaras municipais. Ele manifestou o apoio ao atual prefeito de Cuiabá, Kalil Baracat (MDB), e expressou a aspiração de replicar esse projeto em Várzea Grande.
“Esse evento é a demonstração da força do partido em Várzea Grande, e precisamos lembrar que a gente só muda as coisas através do voto”, afirmou o senador, ressaltando a importância do engajamento político.
Ao abordar a possível continuidade do apoio à reeleição de Kalil Baracat, Jayme Campos assegurou que “não existe dificuldade para continuar juntos” no projeto político em curso.
A ex-prefeita de Várzea Grande e vice-presidente do partido no município, Lucimar Campos, enfatizou a relevância do encontro e a possibilidade de a sigla manter alinhamento à gestão de Kalil Baracat.

O secretário chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, que além de presidente do União Brasil em Mato Grosso, representou o governador Mauro Mendes, destacou em suas palavras, a grandiosidade do evento: “A quantidade expressiva de pessoas que participaram mostra o vigor e a representatividade do União Brasil em Várzea Grande, fortalecendo nosso compromisso com a democracia. Temos que continuar unidos em nossa missão de fazer o bem para todas as pessoas, para Mato Grosso e para o Brasil”.
Jayme Campos ressaltou a bagagem histórica de luta do partido no país, no estado e no município, destacando ex-presidentes da sigla e diversos empresários filiados.

O deputado Júlio Campos enfatizou a meta do partido de “eleger a maioria dos prefeitos em Mato Grosso” e reforçou a intenção de manter a parceria no projeto para reeleger o atual prefeito da cidade.
O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, concluiu o evento com suas considerações: “Estamos comprometidos com o fortalecimento democrático, trabalhando juntos para construir um futuro melhor para Várzea Grande e para todo o estado de Mato Grosso e poderemos fazer uma dobradinha entre Cuiabá e Várzea Grande para fortalecer a região ainda mais”.
Os deputados federais, Coronel Assis e Gisela Simona que tem sua principal base eleitoral na cidade frisaram a demonstração de força que o partido estava apresentando, “pois, a força de uma sigla vem de seus filiados e do resultado de seus políticos com mandato eletivo ou ocupando funções públicas. De nossa parte, Kalil Baracat e Várzea Grande pode contar com dedicação em dobro”, disse Coronel Assis.

Vereadores e novos filiados – Além da ex-prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos, que é uma líder feminina nata na cidade e engajou diversos novos filiados, os atuais vereadores da cidade também tiveram essa missão.
“Todos estamos empenhados no fortalecimento do partido, pois ele (União Brasil) estando forte, já teremos percorrido metade do caminho até as eleições e a conquista de vagas de representatividade eleitoral”, disse o presidente da Câmara Municipal, Pedro Paulo Tolares, vereador em terceiro mandato.

Os vereadores Rosy Prado, Pablo Pereira, Jânio Calistro, Sargento Galibert e Gisa Barros, segundo Juarez Toledo Pizza e Lucimar Sacre de Campos, presidente e vice-presidente do União Brasil em Värzea Grande, foram fundamentais para que a sigla atingisse a soma de 4.353 novos filiados.
“Estamos agregando novos valores, novos companheiros, mas sem deixar de cuidar daqueles que nos acompanham por várias disputas eleitorais”, assegurou Jayme Campos.
O senador e Lucimar Campos ressaltaram ainda que o partido é feito de filiados e de simpatizantes e sintetizaram em dois depoimentos o sentimento dos novos filiados.
Maurício Lucio Nantes, empresário no ramo de frigorífico no município de Várzea Grande, se filiou pela primeira vez em um partido político e afirmou que escolheu o União Brasil por conhecer o trabalho do senador Jayme Campos e da ex-prefeita Lucimar Campos. “Quando da gestão dessas duas figuras públicas eu vi o município se desenvolver, também os conheço como seres humanos ímpares e quero ajudar nesse desenvolvimento participando mais ativamente por isso me filiei”.

Daniele de Souza Muniz, moradora do bairro Ipase em Várzea Grande, também se filiou pela primeira e afirmou:” escolhi o União Brasil por ser um partido de políticos sérios e por que eu quero ajudar a construí uma cidade, um estado e um pais melhor”.
POLITICA
Wanderley Cerqueira abre investigação e condiciona decisão da Câmara à perícia oficial sobre escândalo dos áudios vazados em VG, VEJA
JB News
Da redação
Crise política se agrava em várzea grande com suspeita de escuta clandestina e guerra entre poderes
A crise política em Várzea Grande se intensificou nos últimos dias e expôs um cenário de forte instabilidade institucional entre o Executivo e o Legislativo municipal. O ambiente já era considerado sensível desde o início da atual gestão, mas ganhou novos contornos após a renúncia do vice-prefeito Sebastião dos Reis, o Tião da Zaeli, e, mais recentemente, com a revelação de suspeitas de escuta clandestina dentro do gabinete da prefeita Flávia Moretti, além da circulação de áudios que passaram a repercutir nos bastidores políticos e nas redes sociais.
O episódio envolvendo o suposto monitoramento dentro da sede do Executivo elevou o nível de tensão política na cidade industrial. De acordo com informações apuradas, a prefeita acionou autoridades após identificar um objeto suspeito em seu gabinete, o que levantou a hipótese de interceptação ambiental irregular. A Polícia foi comunicada e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi chamada para analisar o material e verificar sua natureza. Até o momento, não há divulgação oficial sobre o resultado dessa análise.
Paralelamente, áudios atribuídos a interlocuções internas da gestão municipal começaram a circular amplamente, com conteúdos que mencionam tratativas políticas, possíveis articulações institucionais e críticas a membros do Legislativo. A autenticidade do material, no entanto, ainda não foi confirmada por órgãos oficiais, nem há identificação formal dos autores das gravações.
Diante da repercussão, a Câmara Municipal convocou uma coletiva de imprensa para tratar do caso. O presidente do Legislativo, Vanderley Cerqueira, afirmou que a Casa irá instaurar procedimento para solicitar perícia técnica nos áudios antes de qualquer deliberação.
“Nós vamos pedir uma perícia técnica nesses áudios, até para ter a comprovação de forma correta e verdadeira. A gente precisa ter responsabilidade para não acusar ninguém injustamente”, declarou.
O presidente também ressaltou, logo no início da coletiva, a necessidade de cautela por parte de agentes públicos diante da repercussão do caso. “A gente sendo pessoa pública, tem que medir as palavras. Esses áudios já estão circulando, mas nós vamos agir com responsabilidade”, afirmou.
Questionado sobre denúncias envolvendo suposta oferta de vantagens indevidas, o presidente afirmou que teve conhecimento apenas por meio da imprensa e que não há, até o momento, registro formal na Câmara.
“Eu tomei conhecimento pela imprensa. Não chegou nada oficialmente até a Casa”, disse.
Ao ser perguntado sobre possíveis providências antes da conclusão da perícia, Vanderley Cerqueira reforçou que a Câmara não irá se antecipar. “Nós queremos a veracidade dos áudios para tomar uma posição. Sem perícia, não podemos agir.”
Sobre a origem das gravações, o presidente afirmou não haver elementos técnicos que confirmem se o conteúdo foi obtido por meio de escuta no gabinete da prefeita ou em outro ambiente. “Só a perícia pode esclarecer isso”, pontuou.
Em relação à possibilidade de medidas administrativas ou políticas mais severas, como eventual processo de cassação, o presidente destacou que qualquer decisão dependerá da confirmação dos fatos e do devido processo legal. “Isso depende da Justiça. Primeiro precisamos da veracidade para depois tomar uma posição”, declarou.
Durante a coletiva, também foram abordadas falas atribuídas à prefeita que mencionariam articulações políticas envolvendo vereadores. O presidente reiterou que não é possível confirmar a autoria sem análise técnica. “Precisamos comprovar de quem é a fala antes de qualquer julgamento.”
Sobre o teor dos áudios que circulam, afirmou que, caso sejam confirmados, o conteúdo é considerado grave. “Se aquilo for verdade, é muito grave e precisa ser tratado com responsabilidade”, disse.
Questionado sobre a relação entre os poderes, Vanderley Cerqueira afirmou que a Câmara mantém sua atuação institucional e que não há impedimentos na tramitação de projetos. “A Câmara tem aprovado os projetos do Executivo. Não há impedimento nas votações”, declarou.
Ao abordar as acusações envolvendo possíveis negociações políticas dentro do Legislativo, afirmou que não há confirmação oficial e que cada parlamentar responde individualmente por suas condutas. “Cada um responde por si”, disse.
O presidente também destacou que, após a conclusão da perícia, os vereadores deverão se reunir para definir os encaminhamentos. “No momento em que tivermos a perícia, vamos reunir os vereadores e tomar uma decisão com base em fatos concretos”, afirmou.
Até o momento, não há confirmação pública sobre a abertura de inquérito específico para investigar o conteúdo dos áudios. A análise do suposto dispositivo encontrado no gabinete da prefeita segue sob responsabilidade técnica da Politec, que deverá indicar se houve, de fato, interceptação irregular.
Caso seja constatada a existência de escuta clandestina, o caso poderá ser encaminhado para investigação criminal. Por outro lado, se os áudios não tiverem autenticidade comprovada, a apuração poderá avançar para eventual responsabilização pela produção ou disseminação de conteúdo falso.
O caso permanece em apuração e depende dos resultados técnicos para definição de eventuais medidas administrativas ou judiciais.
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