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Presidente da Al nega interferência do governo em votação de projeto do TJ; VEJA O VÍDEO

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Ana Paula de Figueiredo

Max diz que possível manobra para adiar análise prejudicaria o próprio Executivo e o andamento da Casa

 

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (PSB), afirmou nesta terça-feira (12) que não acredita em uma articulação do governo estadual para adiar a votação do projeto de lei do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

De acordo com Max “Pode até ser feito, mas não acredito que o governo vá usar dessa estratégia, porque isso prejudicaria o próprio governo”, disse o parlamentar. Segundo ele, uma eventual manobra atrasaria o andamento de outras matérias do Executivo e comprometeria o cronograma de votações da Casa.

Russi destacou que uma atitude desse tipo representaria um “enfrentamento à presidência”, mas ressaltou que também afetaria o próprio governo. “Tem muitos projetos do Executivo em tramitação. Se o governo fizer isso agora, terá que repetir em outras pautas, e isso prejudica o andamento da Assembleia”, afirmou.

O presidente também comentou declarações de que o governador teria influência sobre os parlamentares. Ele rechaçou a generalização. “Não se pode colocar todos os deputados no mesmo balaio. Cada um tem sua consciência e liberdade de voto. São 24 deputados com ideias e visões diferentes de Estado”, pontuou.

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Para Russi, a Assembleia tem demonstrado independência nas votações ao longo do ano, aprovando, rejeitando e derrubando vetos conforme as discussões internas. “A Casa vota de forma independente. O projeto do Tribunal de Justiça não será diferente”, declarou.

Apesar de evitar previsões, o presidente disse acreditar que a proposta do TJMT será aprovada na próxima sessão. “Pelo que tenho conversado, acredito que o projeto deve ser aprovado na próxima quarta-feira. Mas quem define é a maioria”, concluiu Max Russi.

 

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Max empossa Pivetta e destaca “desenvolvimento do estado” na despedida de Mauro

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Presidente da ALMT reforça parceria institucional com a nova gestão

Publicado em 31 de março de 2026

Max empossa novo governador Otaviano Pivetta

Em uma sessão solene, nesta terça-feira (31), o deputado Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), empossou o novo governador do estado, Otaviano Pivetta (Republicanos). A solenidade marcou o encerramento da gestão de Mauro Mendes (UB), que liderou o estado por sete anos e três meses.

Em seu pronunciamento, Russi enalteceu o equilíbrio institucional e a evolução dos indicadores estaduais, as entregas estruturantes e a rede de proteção social fortalecida pela atuação da ex-primeira-dama, Virginia Mendes.

“Ao longo de mais de sete anos de gestão dedicados ao desenvolvimento do nosso estado, o Mauro avançou de forma consistente, com importantes entregas em diversas áreas. Destaco, ainda, o olhar social sensível conduzido pela minha amiga Virginia Mendes, por meio do SER Família”, evidenciou.

O presidente também destacou a nova missão de Pivetta. “O cargo que Vossa Excelência assume hoje carrega não apenas autoridade, mas também responsabilidade. Responsabilidade com cada cidadão mato-grossense, com os municípios, com os setores produtivos e, sobretudo, com aqueles que mais precisam da presença do Estado”.

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Max ainda pontuou sobre a permanência da parceria do poder legislativo com o governo estadual. “Esta Casa continuará sendo um espaço permanente de diálogo, de equilíbrio e de construção conjunta, onde as diferenças são tratadas com maturidade institucional e os consensos são construídos em favor do interesse público”, finalizou.

Em seu discurso, Mendes também deixou o seu apoio ao novo gestor estadual. “Tenho convicção de que o senhor será capaz de continuar fazendo o nosso Mato Grosso melhorar dia após dia e de que os valores que nos mantiveram próximos nesses anos todos nos manterão próximos pelos próximos anos”, afirmou.

No seu primeiro pronunciamento como governador, Pivetta relembrou a sua história junto a Mauro e a sua trajetória política. “Nossa união nasceu do ideal de servir Mato Grosso. Fomos o governo mais municipalista da história e assim continuaremos. Para mim, o poder só existe na proporção da responsabilidade, meu único interesse é poder fazer o bem ao povo mato-grossense”.

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