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Silval Barbosa, Chico Daltro,Pedro Nadaf, Marcel de Cursi e Jorge Pires agora são réus por esquema que desviou 15 milhões em créditos de ICMS

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O ex-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, e ex-vice governador Chico Daltro, e os ex-secretários de Estado, Pedro Nadaf e Marcel de Cursi e também o empresário Jorge Pires, viraram réus por esquema que desviou 15 milhões em créditos de ICMS. A decisão é da titular da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, juíza Ana Cristina Silva Mendes, que aceitou denúncia do Ministério Público Estadual (MPMT).

Uma nova fase da denúncia na investigação ressurgiu no inquérito policial, instaurado em 2017, pela Delegacia de Crimes fazendários, (DECFCAP) para investigar o ex-governador Silval da Cunha Barbosa que naquele momento pertencia ao PMDB, hoje atual MDB.

As investigações relatam que na época, o então governador Silval Barbosa, os secretários Pedro Jamil Nadaf e Marcel Souza Cursi em coluio e ação integrada com o empresário Jorge Pires de Miranda, dono da empresa Concremax Concreto e Engenharia e Saneamento LTDA, juntamente com vice-governador Chico Daltro, e Ricardo Padilha Neves teriam desviado da Receita Pública um montante de aproximadamente de R$ 15.000.000.00 (quinze milhões de reais), em um esquema fraudulento em Créditos de Imposto Sobre Circulaçãode de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Consta, conforme a denúncia que “esquema” tinha o propósito de obter receita ilícita para saldar dívida pessoal contraída pelo Vice-Governador, à época, Francisco Tarquinio Daltro (Chico Daltro), que era do grupo político do então Governador, Silval Barbosa, entretanto com o sucesso do suposto engodo criminoso, este foi empregado para promover o ganho indevido dos operadores da fraude, membros do Grupo Criminoso, sendo eles Silval Barbosa, Pedro Nadaf e Marcel de Cursi, que era o secretário de Fazenda de MT.

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O esquema funcionava da seguinte maneira, a organização dissimulava e ocultavam os créditos, outorgando em favor da Concremax, empresa de Jorge Pires que se beneficiava, a dissumlação acontecia no momento em que os créditos seriam usados para investimento em Infraestrutura para que pudesse recolher a receita dos créditos, a Concremax teve a autorga de 15 milhões de reais, e com isso a organização formada por Silval, Chico Daltro, Pedro Nadaf e Marcel de Cursi receberiam em troca 15 apartamentos localizados no Condomínio Morada do Parque, no Bairro Morada do Ouro, em Cuiabá, os quais totalizavam o montante aproximado de R$ 4.500.000,00.
O governador Silval Barbosa, disse em depoimento, que desde o começo de seu mandato no ano de 2011 era pressionado pelo seu vice Chico Daltro para que concedesse o montante de R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) para pagamento de dívida pessoal que, supostamente, teria contraído com Ricardo Neves.
Declarou também, que em 2010, por intermédio do então deputado Estadual Sergio Ricardo, atual conselheiro afastado por corrupção do TCE, teria feito um empréstimo no valor estimado de R$ 1.700.000,00 (um milhão e setecentos reais), juntamente com Ricardo Neves, cuja finalidade era pagamento de propina aos Deputados Estaduais da época em troca de apoio político para aprovação dos projetos da organização criminosa. Implantado um esquema de desvio de receita pública, estipulado na ordem de R$ 15.000.000,00 (quinze milhões de reais), mediante a outorga irregular de crédito de ICMS em favor da empresa CONCREMAX que, por sua vez, negociou os créditos com a empresa Votorantim Cimentos.

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A denúncia relata que ao perceber a facilidade do esquema, o Grupo Criminoso fez nova Proposta de Intenções com a Concremax, desta vez para atender seus interesses particulares, que acabaram por celebrar nova outorga irregular de créditos de ICMS em valor equivalente a R$ 6.500.000,00, que também foi negociada com a empresa Votorantim, com um deságio de 20%, com pagamento em favor da Concremax em cimento e insumo, e do mesmo modo, Jorge Pires concretizou o pagamento da propina em imóveis situados no Condomínio Morada do Parque, Bairro Morado do Ouro, em Cuiabá – MT.

Além disso, o empresário Ricardo Neves que chegou a ser denunciado, mas a juíza não viu provas suficientes, e decidiu isentá-lo no caso. Veja a íntegra da decisão
Veja a íntegra da decisão:👇

ConcremaxEsquemaSB

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Polícia Civil prende professor de música e ex-companheira por estupro de vulnéravel e armazenamento de pornografia infantil

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Um professor de música e sua ex-companheira envolvidos em crimes graves de estupro de vulnerável e produção/registro de pornografia infantil, utilizando os próprios filhos da suspeita, foram presos em trabalho conjunto da Polícia Civil e da Polícia Militar, realizado na última semana, no município de Campo Verde.

O suspeito, de 38 anos, foi preso em flagrante na última quarta-feira (15.4), após ser flagrada na companhia de uma menor de 14 anos, que estava desaparecida no município de Jaciara. Já sua ex-companheira, de 32 anos, teve o mandado de prisão preventiva cumprido na sexta-feira (17), por envolvimento nos atos praticados contra os próprios filhos.

Com a prisão do suspeito outras vítimas possam aparecer, uma vez que o professor trabalhou em instituições no município de Jaciara e Nova Brasilândia.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Campo Verde, iniciaram após a Polícia Civil ser acionada pela Polícia Militar, sobre uma mulher que estaria supostamente sendo ameaçada por uma facção criminosa atuante em Campo Verde a praticar atos sexuais com seus próprios filhos, um menino de 11 anos e uma menina de 9 anos.

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Segundo as informações, as ameaças também a obrigavam permitir que seu ex-companheiro praticasse atos sexuais com sua filha e registrasse os abusos em vídeo.

Com base nas informações passadas e elementos reunidos, foi levantada a hipótese que o autor das mensagens seria o professor de música, ex-companheiro da mãe das crianças.

Prisões

Diante das evidências, a equipe da Polícia Militar iniciou as buscas, conseguindo localizar o suspeito que se encontrava em companhia de uma ex-aluna, menor de idade, sendo revelado que o investigado mantinha um relacionamento com a adolescente desde que ela tinha 13 anos. A menor era considerada desaparecida, desde de dezembro de 2025, quando o professor de música se retirou de Jaciara com sua aluna, sem a permissão de seus familiares.

Com o avanço das investigações, foi confirmado que era ele quem enviava as imagens para a ex-companheira exigindo a confecção do material de pornografia infantil e outras condutas envolvendo a investigada e as crianças.

Com base nas investigações, foi representado pela prisão preventiva da investigada, pelos crimes de estupro de vulnerável e produção/registro de pornografia infantil, cometido contra seus próprios filhos. O mandado foi deferido pela Justiça e cumprido, na tarde de sexta-feira (17), pela equipe de investigadores da Delegacia de Campo Verde.

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Segundo o delegado responsável pelas investigações, Gabriel Conrado, na residência do professor, foram apreendidos medicamentos para disfunção erétil, entre outros, três aparelhos celulares e dois computadores que foram encaminhados à Perícia Técnica, que poderão auxiliar o avanço das investigações.

“A Polícia Civil segue com as investigações e trabalha com a linha de investigação de que o suspeito possa estare inserido em uma organização criminosa voltada para a prática de crimes sexuais de crianças/adolescentes, bem como com a comercialização/distribuição dos materiais pornográficos envolvendo menores de idade”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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