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Morte de Elaine Stelatto completa dois meses, homem que esteve com ela no último encontro tem B.O por agressão e ameaças
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Da Redação
A morte da empresária Elaine Stalatto Marques de 45 anos, que segundo as informações, amarrou uma corda na cintura e pulou na Lagoa do Manso vindo a óbito para brincar na água enquanto era rebocada por uma outra Lancha, continua sem explicações. O caso aconteceu em 19 de outubro deste ano.
A família da empresária não aceita, e contesta a tese apresentada pela única pessoa que estava com ela naquela tarde de quinta-feira 19 de outubro, de que Elaine teria saltado do barco amarrada pela cintura, enquanto o barco onde estavam era rebocado. Contesta também que existia algumas manchas em seu rosto e marcas de agressões no seu pescoço.
Diante disso uma reconstituição foi feita para apurar com mais precisão o depoimento de Cleber Figueiredo Lagreca, o funcionário público, e última pessoa que estava com ela no momento de sua morte.
Em uma das entrevistas o delegado Polícia Civil Marlon Luis, da Delegacia de Chapada dos Guimarães, chegou a comentar que o depoimento não batia com os laudos apresentados pela perícia técnica. Muito menos o depoimento de algumas testemunhas. Cerca de mais de um mês após a sua morte nenhum comentário a respeito dos laudos e a reconstituição ainda foram divulgados publicamente.
A polícia pediu um exame onde apura se existia ou não água em seu pulmão, o q que configuraria um possível afogamento. As informações colhidas é de que o exame não deu água, mas espumas. O que não poderia ter sido afogamento. Mas a justiça ainda não divulgou o resultado oficial.
O JB News fez um histórico sobre os últimos meses de vida de Elaine e descobriu que a empresária havia conhecido o funcionário público pelas redes sociais, vez que eles tinham amigos em comum, e ele encaminhou um pedido de amizade a uma de suas redes sociais. Mas no seu perfil encontrado ele é tido como casado. noticia que ainda se apura, porque pouco se sabe sobre o rapaz.
veja :


Na sequência, ele a convidou para serem amigos na plataforma. Ela aceitou. Alguns dias resolveram marcar um encontro.
Ambos se conheceram pessoalmente uma lanchonete bastante conhecida da capital e passaram a se encontrar em outros lugares públicos de Cuiabá.
Um outro encontro foi registrado, entre a empresária e o servidor, dessa vez também foi em um outro local também movimentado encontro na cidade. Até esse momento a empresária estava conhecendo um possível pretendente, para um possível namoro. Pois ela estava recém- separada do marido.
E nesse encontro Elaine teria sido convidada a ir para um passeio de barco no Lago do Manso. que seria o terceiro encontro com o jovem. Que aconteceu numa quinta-feira ensolarada. E marcaram de se encontrar na marina já no Lago do Manso, onde Lagreca ja a estaria esperando para fazer o passeio pelas margens. Pelo que se consta Cleber já era frequentador do local.
Naquela tarde de quinta-feira em que o servidor não estava de trabalho, porque ele estava de licença médica, para tratamento de saúde. estava com Elaine tomando champanhe apreciando o azul do lindo lugar num encontro romântico.
Apura-se que antes de ir ao encontro, Elaine fez algumas ligações para algumas amigas para dizer com quem estaria, e onde estaria. Inclusive chegou a perguntar para uma amiga mais próxima de Cleber, se ele era gente boa e de confiança. Onde teve indagações. Mesmo assim ela foi ao encontro. Este pelo visto era o seu primeiro encontro sozinha com Cleber longe de movimentação de pessoas.
Elaine naquele dia ligou para seus familiares dizendo que voltaria antes das 18h, porque ela teria que buscar ainda seu filho em uma escola, onde estuda na capital.
Elaine deixou o seu carro em um estacionamento em Cuiabá e foi para o Lago do Manso de carro por Aplicativo. A conclusão que se estuda, é que ela poderia consumir bebidas alcoólicas, e por isso não queria pegar a estrada. Fato que na sua última postagem nas redes sociais, ela segurava uma taça de Champanhe que degustava com Cleber a bordo da lancha.
No passar das horas, amigos e familiares começaram a sentir falta de Elaine, e começaram a ligar no seu aparelho de telefone celular, o que não obtiveram resposta. A coisa foi ficando mais séria, ao cair da noite, porque ela ainda não havia aparecido, nem mesmo para buscar seu filho na escola. O que já demostrou que algo sério teria acontecido. Porque ela não falhava com as suas obrigações. E mantinha pontual as questões de horário. A preocupação fez a família registrar um boletim de ocorrência na Polícia Civil, por desaparecimento, até então.
Veja :
Naquele dia a Polícia afirma que recebeu um chamado por volta das 18h e 45 minutos, sobre um afogamento no Lago do Manso. Até então não sabia de quem se tratava o corpo. Simplesmente sabiam que eram uma mulher. Esse foi horário Cleber teria ligado para a delegacia.
Segundo o boletim de ocorrência a hora do fato da morte de Elaine teria sido por volta das 15h. a 15h 30. O tempo entre a morte e a ligação para a polícia é que intriga os investigadores. Foram quase três horas para que os policiais ficassem sabendo do afogamento da mulher que acabara de resgatar o corpo no lago. Até ai então todo o caso foi e está sendo tratado como afogamento.
Ao receberem a notícia que haviam encontrado um corpo e que poderia ser o da empresária, familiares foram para o reconhecimento. Sendo confirmado o afogamento, e que a mulher era Elaine, os familiares foram preparar o corpo para o velório, foi quando começou a suspeita por eles, de que a empresária não morreu afogada. E começaram a forçar um uma investigação mais aprofundada sobre o caso.
A família contratou advogados para acompanhar o que de fato houve naquela tarde de outubro no barco onde os dois estavam. Nenhum quiseram se manifestar sobre o caso. disseram a reportagem que esta sob segredo de justiça.
Segundo as informações, uma terceira pessoa teria passado pelo barco horas antes e teria visto Elaine ainda com vida.
O JB News fez um levantamento e descobriu que o servidor publico ficou vários meses afastados da função por problemas de saúde. E naquela tarde estava andando de lancha no Lago do Manso.
Veja :

Levantou também que o jovem é filho de uma procuradora federal. E responde al alguns processos, entre ele uma medida protetiva. Em que sua ex-esposa o acusa de consumo de drogas, agressões de diversas naturezas, como é constatado em um dos boletins de ocorrência narrado pela sua ex-mulher . Onde ela narra que o servidor num certo dia a acordou com uma pistola em seu rosto, sob ameaças de morte.
A comunicante afirma que mesmo depois do divórcio ela foi agredida verbalmente, e ameaçada por diversas vezes. Principalmente quando ele descobriu que ela já estava em outros relacionamentos. Veja abaixo o relato da ex-esposa na delegacia de polícia.
Veja:

Cleber é advogado por formação, mas atua como analista na secretaria de Meio ambiente do Estado de Mato Grosso.
A família reclama, porque mesmo sabendo que Elaine já estava morta, o seu parceiro se quer comunicou o acontecido, mesmo em posse do telefone da vítima não atendeu as ligações para comunicar o que tinha acontecido naquela tarde.
Elaine Stelatto deixou 2 filhos, um de 14 e outro de 7 anos. Ela estava separada do marido a pouco tempo. E segundo os amigos e familiares vivia um dos seus melhores momentos. O caso ainda segue sendo investigado pelas autoridades policiais.
Destaque
TJMT suspende desocupação em condomínios em Cuiabá após pedido da ALMT
JB News
Medida atende solicitação da Assembleia Legislativa e prevê análise técnica do caso
POR VÂNIA COSTA / SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL • 17 DE ABRIL DE 2026 ÀS 14:55:00 • 24 Acessos
Foto: Natália Nogg/Assessoria de Gabinete
Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.
A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.
“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.
O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.
Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.
“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.
Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.
O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.
A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.
De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.
Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.
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