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Sérgio Ricardo elogia tarifa zero aos domingos em Cuiabá e prevê expansão para outros municípios

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Por Alisson Gonçalves

Em entrevista à imprensa nesta segunda-feira 28, o presidente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Sérgio Ricardo, elogiou a iniciativa do prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, de instituir a tarifa zero no transporte coletivo aos domingos.

O projeto, aprovado recentemente, garante à população da capital a gratuidade das passagens todos os domingos, com o objetivo de incentivar o lazer, a cultura e o deslocamento para atividades religiosas e de entretenimento.

“Foi uma atitude muito positiva do prefeito Abílio, dar a passagem gratuita para o cidadão no domingo, para que o cidadão possa se divertir, ir para a igreja, ir para a festa, ir passear nos parques”, destacou Sérgio Ricardo, afirmando que a medida demonstra que há viabilidade financeira para esse tipo de benefício.

O presidente do TCE lembrou que o transporte coletivo de Cuiabá já é amplamente subsidiado pela prefeitura.

Atualmente, segundo ele, enquanto o usuário paga cerca de R$ 4 a R$ 5 pela tarifa, o custo real da passagem é de R$ 11,50.

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Ele também mencionou o acordo recente firmado entre a atual gestão municipal e as empresas de ônibus, no qual ficou acertado o pagamento parcelado de quase R$ 90 milhões em dívidas herdadas da gestão anterior.

Sérgio Ricardo ainda projetou que a medida poderá ser replicada em outros municípios-polo de Mato Grosso, como Várzea Grande e Rondonópolis, dado que o subsídio público já é uma prática consolidada no setor.

“Várzea Grande com certeza vai seguir o exemplo, Rondonópolis vai seguir o exemplo, porque há possibilidade. Porque a passagem já é subsidiada. Então de repente não custa nada para o prefeito subsidiar mais um pouco”, disse.

Por fim, o presidente do TCE fez questão de ressaltar que, apesar de o cidadão usufruir da passagem gratuita aos domingos, os custos são absorvidos pela administração pública.

“O dono do ônibus não vai levar ninguém de graça no domingo. Quem vai pagar é a prefeitura, é o cidadão que vai pagar. Então não há gratuidade, não tem nada gratuito. Alguém paga, mas eu fiquei muito feliz”, concluiu.

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A medida, que começa a vigorar em maio deste ano, já vem sendo bem recebida pela população cuiabana, reforçando o direito ao lazer e ampliando o acesso ao transporte público para atividades de integração social e familiar.

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Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
Falta de saneamento básico;
Ausência de pavimentação;
Problemas de drenagem;
Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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