Política Nacional

Senado vai promulgar PEC que fixa salários aos agentes de saúde

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Por Rafael Costa

Texto foi aprovado em definitivo e será promulgado pelo Congresso nesta quinta-feira (5)

O Senado aprovou na quarta-feira (4), em caráter definitivo, a emenda constitucional de autoria do deputado federal Valtenir Pereira (MDB) que fixa piso salarial de dois salários mínimo a agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. A promulgação está prevista para a tarde desta quinta-feira (5).

Por acordo entre as lideranças, os dois turnos de votação foram cumpridos na mesma sessão. A PEC conseguiu votação unânime, com 71 votos no primeiro turno e 74 no segundo. Para ser aprovada no Senado, uma PEC precisa de no mínimo 49 votos. Agora, o texto segue para promulgação, em sessão especial do Congresso Nacional que ainda será marcada.

A matéria, de iniciativa do deputado Valtenir Pereira (MDB-MT), foi relatada pelo senador Fernando Collor (PTB-AL) e aprovada pela manhã na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Foram 11 anos de tramitação dentro do Congresso Nacional. A votação foi acompanhada por grande mobilização de agentes comunitários, tanto na CCJ quanto no Plenário.

O deputado federal Valtenir Pereira lembrou que se trata de uma luta iniciada há 11 anos, quando a emenda constitucional foi apresentada, e representa uma importante valorização aos profissionais da saúde que terão mais segurança e estímulo ao trabalho. “Os agentes comunitários de saúde e de combate às endemias são profissionais que atuam na prevenção e tem importância muito forte nos municípios do interior e zona rural. Fico feliz pelo reconhecimento da nossa luta”, disse.

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A matéria, de iniciativa do deputado Valtenir Pereira (MDB-MT), foi relatada pelo senador Fernando Collor (PTB-AL) e aprovada pela manhã na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Foram 11 anos de tramitação dentro do Congresso Nacional.

A votação foi acompanhada por grande mobilização de agentes comunitários, tanto na CCJ quanto no Plenário.

Justiça

Para o senador Collor, a aprovação da PEC é um momento relevante para a história do país. Collor lembrou que foi ele quem sancionou o programa dos agentes comunitários e o Sistema Único de Saúde (SUS), quando foi presidente da República (1990-1992).

Ele também agradeceu o apoio dos colegas senadores e destacou o trabalho dos agentes de saúde, que trabalham de sol a sol, em favor da saúde do país.

“Esta sessão é histórica. É um ato de justiça aos agentes comunitários, para que eles tenham a segurança do seu salário, de sua aposentadoria e de seus outros benefícios”, declarou Collor.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que é fundamental que o estado brasileiro mantenha esses profissionais em seus postos, com vencimentos justos e com condições adequadas de trabalho. Por isso, acrescentou, a PEC se mostra tão importante. Ele elogiou a dedicação dos cerca de 400 mil agentes que atuam hoje no país e ressaltou que a importância de cada um desses profissionais ficou ainda mais evidente durante a pandemia do coronavírus.

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“Muitas vezes,

os agentes atuam sem as devidas condições. O Legislativo não pode se omitir no sentido de apoiar esses profissionais”, afirmou.

Pacheco passou a condução da votação para o vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). Segundo Pacheco, seria uma homenagem pela contribuição de Veneziano à aprovação da matéria. Veneziano agradeceu a gentileza de Pacheco e disse que a PEC faz justiça aos profissionais que cuidam da saúde de tantos outros brasileiros.

O senador Weverton (PDT-MA) afirmou que a PEC passou por uma caminhada longa, mas exitosa. Ele disse que só no Maranhão são 23 mil agentes comunitários. Para o senador, a PEC representa um passo importante para a consolidação da carreira. Weverton disse que a categoria precisa ser valorizada, “pois vai aonde o estado não chega, em vários rincões do país”.

“O servidor público precisa ser valorizado. Se temos serviço eficiente, temos uma sociedade feliz e bem tratada. Ainda há muitas conquistas por vir”, argumentou o senador.

 

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Política Estadual

Fávaro nega ser candidato ao governo em apoio a Lula, mas irá coordenar federação coligada ao PT em MT

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Diante das notícias veiculadas no dia de hoje (12.07) acerca das eleições deste ano, o senador Carlos Fávaro, presidente do PSD de Mato Grosso, vem a público esclarecer que não foi convidado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para disputar a eleição ao cargo de governador;

As informações de bastidores dizem que o senador deve ser coordenador da campanha do petista em MT.

Mas segundo Fávaro,  os únicos temas tratados na reunião foram a confirmação do apoio da federação Brasil da Esperança, composta pelos partidos PT, PV e PC do B, à candidatura ao Senado do deputado Federal Neri Geller (PP) e o apoio às candidaturas de Lula e Geraldo Alckmin (PSB) em Mato Grosso;

Além da federação, a candidatura de Neri tem o apoio do PSD e do MDB;

O PSD de Mato Grosso segue a orientação da Executiva Nacional do partido no sentido de liberar os Diretórios Estaduais a deliberarem sobre o apoio às candidaturas presidenciais e debaterá o assunto internamente, ouvindo seus filiados.

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