EDUCAÇÃO

Seminário internacional debate desafios da educação básica

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O Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), promove entre 10 e 11 de novembro o Seminário Internacional Desafios para Avaliação de Políticas na Educação Básica. A abertura do evento foi transmitida ao vivo no canal do MEC no YouTube nesta segunda-feira (10). 

O evento busca discutir temas importantes da educação básica, tais como: evasão escolar, conectividade na educação e o papel do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) como instrumento de financiamento equitativo e de promoção da qualidade na educação básica pública.  

Ao abrir o evento, a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, afirmou que o MEC vem dando passos consistentes nos últimos anos para a superação dos desafios dessa etapa de ensino, por meio de programas como Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, Escola em Tempo Integral e Pé-de-Meia. “Não tem como a gente fazer um projeto de nação que promova a qualidade da educação se a gente não enfrentar nossas grandes mazelas, e elas são da ordem da desigualdade social, racial e regional”, defendeu. 

O seminário teve continuação com a conferência magna proferida pelo professor da Universidade Stanford, Martin Carnoy, intitulada “A economia política da educação”. Na terça-feira, 11 de novembro, a programação segue com três mesas: “Desafios e inovações na educação da primeira infância – construindo bases sólidas para o desenvolvimento integral”; “Evasão escolar e programas de permanência”; e “Conectividade, plataformas de aprendizado e inovação na sala de aula”.  

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)  

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

MEC visita obras da Universidade Federal do Amazonas

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Durante agenda em Manaus, nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, o ministro da Educação, Camilo Santana, vistoriou as obras de retomada da construção dos prédios da Faculdade de Letras e da Faculdade de Estudos Sociais, no campus sede da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Ao todo, as construções somam investimentos de R$ 15,3 milhões, com recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC).  

Além das obras, a comitiva do Ministério da Educação (MEC) também visitou os laboratórios de Inteligência Artificial (IA) do Instituto de Computação (IComp) da universidade. Ao todo, a Ufam conta com R$ 106,5 milhões do Novo PAC, em obras de expansão, como o novo campus de São Gabriel da Cachoeira, e em obras de melhoria da infraestrutura das unidades existentes. 

Na universidade, o ministro ressaltou o compromisso de priorizar o ensino público gratuito e de qualidade, além de ampliar o diálogo com a comunidade acadêmica. “Há uma determinação do governo federal para que todas as obras que estejam paralisadas ou inacabadas, tanto na educação básica quanto na universidade, sejam retomadas e entregues. Então, nós estamos fazendo isso”, afirmou Santana.  

As obras da Faculdade de Letras foram iniciadas em 2020, paralisadas em 2022 e retomadas em 2026, com recursos do MEC. O investimento total é de R$ 7,9 milhões. O empreendimento consiste em um edifício com quatro pavimentos e 3.099,60 metros quadrados de área construída, localizado no setor norte do campus sede.  

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Já o prédio da Faculdade de Estudos Sociais recebe R$ 7,4 milhões, com recursos do Novo PAC. A obra teve início em fevereiro de 2025, com previsão de conclusão para fevereiro de 2027. O bloco contará com quatro pavimentos, abrigando laboratórios, salas de aula, salas de administração, salas de professores, salas técnicas, banheiros e galeria experimental, em uma área total de 4.454,56 metros quadrados. 

A execução das duas obras reforça o compromisso do MEC com a consolidação e a ampliação da infraestrutura acadêmica das universidades federais, contribuindo para a melhoria das condições de ensino, pesquisa e extensão. 

IComp – O Instituto de Computação (IComp) da Ufam abriga laboratórios estruturados com financiamento oriundo da Lei de Informática, com destaque para projetos e infraestruturas voltados às frentes de IA e cibersegurança, refletindo o alinhamento institucional com as agendas nacionais de transformação digital, inovação e desenvolvimento científico-tecnológico.  

No contexto da visita técnica, estão previstas demonstrações de pesquisas e soluções em IA, com ênfase em aplicações de processamento de imagem. A programação contempla a demonstração de ambientes de aprendizagem e inovação, incluindo o Laboratório Maker, dedicado ao desenvolvimento de projetos práticos, prototipagem e experimentação tecnológica, bem como o Laboratório de Metodologias Ativas, voltado à implementação de abordagens pedagógicas inovadoras, centradas no estudante e integradas às demandas contemporâneas da formação em computação. O instituto constitui um complexo acadêmico composto por quatro blocos integrados, nos quais se desenvolvem atividades de ensino, pesquisa e extensão com foco nas demandas tecnológicas e nas especificidades socioeconômicas e ambientais da Amazônia.  

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No âmbito da expansão acadêmica e da formação de recursos humanos em áreas prioritárias, o IComp implantou os cursos de bacharelado em inteligência artificial e em cibersegurança. Juntamente com ciência da computação e engenharia de software, os novos cursos passaram a ofertar vagas no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), por meio de uma área básica de ingresso (ABI) em computação — iniciativa pioneira na Região Norte, que amplia a flexibilidade formativa, fortalece a interdisciplinaridade e contribui para a consolidação de trajetórias acadêmicas alinhadas às tecnologias emergentes.  

Resumo | Mais educação para o Amazonas 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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