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Secretário de Educação, Silvio Fidelis, e vice-prefeito, José Hazama, participam da abertura de Seminário da UNDIME/MT

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O Seminário de Educação Infantil traz um olhar sobre as crianças e como as brincadeiras colaboram em seu desenvolvimento sem deixar de lado o avaliar para avançar._

Por Fred Nogueira
Da Secom-VG
O secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Silvio Fidelis, acompanhado do vice prefeito, José Hazama, participaram na manhã de terça-feira (02) da cerimônia de abertura do 5º Seminário de Educação infantil da UNDIME-MT e 2º Encontro dos Dirigentes Municipais de Educação do Centro-Oeste. O evento ocorreu no auditório do Hotel Fazenda Mato Grosso e contou com a presença do governador Mauro Mendes, do secretário de Estado de Educação, Allan Porto, além do ministro da Educação Victor Godoy Veiga.
Com o tema: “Educação de hoje e do futuro: um olhar sobre os rumos que precisamos tomar”, o evento é direcionado aos dirigentes municipais de Educação, assessores ou técnicos dos municípios, coordenadores regionais do Alfabetiza, dirigentes municipais das seccionais de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e de Goiás.
De acordo com o secretário Silvio Fidelis, que já foi presidente da UNDIME/MT, o encontro que prevê reunir de forma presencial cerca de 1 mil dirigentes municipais, começa com uma reflexão sobre questões emocionais dos envolvidos no processo educacional. “O Seminário de Educação Infantil traz um olhar sobre as crianças e como as brincadeiras colaboram em seu desenvolvimento sem deixar de lado o avaliar para avançar. A alfabetização revê os passos percorridos, os resultados das avaliações e traça novos caminhos”, comentou.
Segundo o atual presidente da UNDIME/MT e UNDIME seccional Centro Oeste, Eduardo Ferreira da Silva, secretário de Educação do município de Canarana/MT, o evento é uma oportunidade importante para apresentar aos gestores as novas leis que estão postas, como planejar e monitorar os planos, como organizar a nova gestão democrática frente aos desafios. “Educação se faz em todas as esferas, mas onde ela realmente acontece é na sala de aula e nós sabemos os desafios que temos que superar para promover a construção do conhecimento. Espero que durante este evento nós consigamos vislumbrar caminhos para fazer educação de qualidade”, afirmou.
Serão quatro dias de trabalho, onde serão apresentados palestras e oficinais que envolverão os participantes e fomentarão a troca de vivências e experiências em temáticas que irão abordar o regime de colaboração, a rede de proteção da criança e adolescente, conhecimento de gestão pública, captação de recursos, o Plano de Ações Articuladas (PAR) como instrumento de planejamento da educação, a importância da segunda língua para o avanço da educação, o brincar e a construção do brincar, o imaginário na literatura infantil, o Programa Alfabetiza MT, os desafios da avaliação na Educação Infantil entre outros.
Após a cerimônia de abertura, o secretário Silvio Fidelis iniciou os trabalhos do Seminário como mediador das palestras: “O impacto da educação sócio emocional na formação dos alunos inteligentes e saudáveis”, proferida por Camila Cury, especialista em educação socioemocional de CEO fundadora da Escola da Inteligência e O panorama atual da Educação Básica no Brasil, proferida pelo professor Mauro Luiz Rabelo, secretário de Educação Básica do Ministério da Educação e Cultura (MEC).

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Piveta atribui crise da educação à Nova República, crítica pauta de gênero e aposta em mais escolas modelo cívico-militar em MT, VEJA O VÍDEO

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por Nayara Cristina

A educação pública de Mato Grosso entrou novamente no centro do debate após declarações do governador em exercício Otaviano Piveta, que atribuiu a piora histórica do ensino no Brasil às transformações ocorridas a partir da Nova República e, especialmente, após o governo de Fernando Henrique Cardoso. Segundo ele, ao longo dos últimos 30 anos houve uma perda de valores fundamentais dentro das escolas, como disciplina, hierarquia e respeito, o que teria contribuído diretamente para a queda da qualidade educacional.

“Uma das causas da degradação do nosso sistema de educação ao longo dos últimos 30 anos. Depois da Nova República, aí é que começou a degringolar”, afirmou o governador, ao defender uma mudança de rumo no ensino público.

Apesar das críticas ao passado, os dados mais recentes mostram que Mato Grosso vem apresentando evolução nos indicadores educacionais. De acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2023, o estado alcançou nota 6,0 nos anos iniciais do ensino fundamental, 4,9 nos anos finais e 4,4 no ensino médio, evidenciando avanço principalmente nas etapas iniciais. O índice, que varia de 0 a 10, é o principal termômetro da qualidade do ensino no país e combina desempenho dos alunos com taxas de aprovação.

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Na comparação nacional, Mato Grosso acompanha a média brasileira nos anos iniciais, mas ainda enfrenta desafios nas demais etapas, cenário semelhante ao restante do país. Ainda assim, o estado tem avançado em rankings mais amplos e já aparece entre os dez melhores do Brasil em educação, segundo levantamentos recentes, refletindo os investimentos e mudanças na gestão educacional.

A discussão ganhou força após a repercussão de vídeos que mostram brigas entre alunos em uma escola no bairro Tijucal, em Cuiabá. Questionado sobre o caso, Piveta afirmou que situações de violência devem ser enfrentadas com ação imediata das forças de segurança, mas também com medidas estruturais dentro das unidades escolares. “Se chamar a polícia, não demora para chegar”, disse.

Como resposta, o governo tem ampliado o modelo de escolas cívico-militares, que, segundo Piveta, já demonstrou resultados positivos em desempenho e organização. Ele afirmou que a unidade envolvida no episódio recente já foi convertida para esse modelo. “O que nós vamos fazer para coibir isso preventivamente é transformar nossas escolas em cívico-militar, para colocar disciplina, hierarquia e respeito”, declarou.

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Durante a entrevista, o governador também criticou o que considera excesso de debates ideológicos dentro das escolas, incluindo temas relacionados a gênero, defendendo que o foco do ensino deve estar na aprendizagem e na formação acadêmica tradicional. A posição, no entanto, integra um debate mais amplo no país, onde especialistas defendem que temas como diversidade e respeito também fazem parte da formação educacional.

Entre avanços e desafios, Mato Grosso apresenta hoje um cenário de transição: enquanto melhora seus indicadores e sobe no ranking nacional, ainda enfrenta dificuldades principalmente no ensino médio e nos anos finais do fundamental. Nesse contexto, o governo aposta na disciplina e na expansão das escolas cívico-militares como caminho para consolidar os resultados e tentar reposicionar a educação pública do estado entre as melhores do Brasil.
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