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PSDB tem nos seus quadros a coaching Luciana Santos como candidata a deputada federal por MT

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Por Pollyana Araújo

Entre as propostas da candidata destaca-se a luta pela igualdade social e de gênero.

A coaching Luciana Santos foi oficializada candidata a deputada federal pelo PSDB durante convenção realizada na última  sexta-feira (5), na sede da Federação, em Cuiabá.

Luciana é ex-secretária de Desenvolvimento Social de Jaciara e tem como destaque entre as propostas, a luta em defesa das pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade. Além disso, ela pretende representar as mulheres na Câmara Federal, levando projetos que propõem a igualdade de gênero e contribuem para o fim da violência contra a mulher.

“Temos que fazer a nossa parte, cumprir os deveres e se dispor a ajudar a melhorar e a colocar no eixo o que está desajustado. A minha experiência de vida e o meu perfil me encorajaram a lutar por uma sociedade melhor”, ressalta.

No período em que foi secretária, de 2017 a 2020, Luciana Santos participou diretamente de ações de transformação social e na criação dos programas Ser Menina e Ela/Elas, voltados para a capacitação de adolescentes e mulheres em situação de vulnerabilidade.

Ela também teve participação importante no desenvolvimento dos projetos “Amor Cuidadoso” e “Água para Todos”, e na criação do “Auxílio Solidário Jaciara”.

“A minha luta por qualificação profissional, garantia de emprego, moradia, alimentação, saúde e pelos direitos e conquistas das mulheres me encorajou a participar desse processo”, pontua.

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*Propostas*

Combater a violência contra a mulher é uma das prioridades da candidata. Em Mato Grosso, a cada quatro dias uma mulher foi assassinada no ano passado. Todos os dias, mais de oito mulheres procuram a polícia para denunciar que sofreu algum tipo de violência.

“Garantir a segurança das mulheres é um desafio para o poder público e, também, para os políticos eleitos em outubro deste ano. Isso precisa ser prioridade”, diz.

Luciana também pretende melhorar a situação dos moradores de Mato Grosso e de várias outras regiões do país que sofrem com a fome.

A renda média de 20% da população mato-grossense é de R$ 497 por mês. Atualmente, cerca de 140 mil famílias vivem em situação de extrema pobreza no estado, com uma renda de R$ 151.

“Vou fazer de tudo pra gente ter o que tanto quer e merece: que todos tenham pelo menos o mínimo, que é comida no prato”, declara.

A candidata mato-grossense disse ainda que levará projetos de melhoria e incentivo aos setores do esporte e turismo, dando destaque às principais potencialidades do estado.

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Luciana Santos quer apresentar à Câmara Federal o potencial do turismo de Jaciara, onde dedicou anos de trabalho. Entre os destaques do município estão a Cachoeira da Fumaça, o Rio Tenente Amaral, o sítio arqueológico Vale das Perdidas, além de inúmeras pousadas com vistas privilegiadas da natureza, desde o nascer até o pôr do sol.

No setor do agronegócio, onde Mato Grosso é destaque mundial na produção agrícola, Luciana defende a industrialização dos alimentos cultivados em grande escala.

No estado, o agro emprega mais de 347 mil pessoas, representando 37,6% dos empregos formais. Para a candidata, a industrialização pode gerar um número ainda maior de empregos e agregar valor à produção.

“A industrialização da economia não avançou na mesma velocidade da expansão agrícola dos últimos anos. Somos o maior produtor de algodão do mundo, mas não temos uma indústria têxtil no estado”, explica.

Atualmente, cerca de 70% da produção de soja e milho saem de Mato Grosso direto do campo, in natura, sem nenhum beneficiamento por falta de indústrias no estado.

“Quero ajudar Mato Grosso a se desenvolver ainda mais, com mais oportunidades e qualidade de vida para todos”, destaca.

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Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

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pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

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Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

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O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

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