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PSDB, DEM, PV, Cidadania e Podemos se reúnem e decidem não apoiar Bolsonaro nem Lula em 2022

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JB News
Da Redação

Os presidentes dos partidos, PSDB, DEM, PV, Cidadania  Podemos se reuniram nesta quarta-feira (16.06), em Brasília (DF), para discutir uma candidatura de centro para a eleição presidencial de 2022, a chamada terceira via.
Segundo fontes, os lideres partidários querem buscar e construir novos nomes que possam debater os problemas do Brasil, sem a polarização de direita ou esquerda.
Para as lideranças, esse debate desfoca dos verdadeiros problemas que  existem no país e jogam para debaixo do tapete, as múltiplas maneiras de organizar, além de empobrecer o debate.
Também participaram do almoço, na casa do advogado Fabrício Medeiros, em Brasília, os representantes do MDB e do SD.
Ao final do encontro, os dirigentes indicaram que houve um consenso e as legendas não vão apoiar nem a candidatura do presidente Jair Bolsonaro nem a do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O anúncio foi feito pelo pelo presidente do PSDB, Bruno Araújo e pelo presidente do Cidadania, Roberto Freire.
Para os líderes existe um número de brasileiros que se posiciona hoje para uma nova alternativa, que é maior do que o apoio a Lula ou Bolsonaro.
A reunião durou pouco mais de duas horas e transcorreu sem debates sobre os nomes possíveis para construir a a chamada terceira via.
As informações são de Paulo Cappelli, também foram divulgadas pelo O Globo.

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Senado define nesta segunda-feira mudanças e data de votação da MP 1040

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Reunião de Líderes no Senado Federal nesta segunda-feira (2/8) deve definir a data da apreciação das 33 leis ou trechos de leis promovidos pela Câmara dos Deputados na Medida Provisória 1040/2021 e os pontos a serem modificados. A previsão é que o relator, senador Irajá Abreu, apresente seu parecer entre segunda e terça-feira e que o texto seja colocado em votação até quarta-feira. Entre as legislações com risco de serem revogadas está a Lei 4.959-A/1966, que garante o piso salarial dos profissionais de Arquitetura e Urbanismo, Engenharia, Agronomia, Química e Medicina Veterinária.

Segundo a presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Eleonora Mascia, o momento é de mobilização. “Não podemos deixar que validem a exclusão do piso profissional e de tantas outras conquistas que o movimento sindical obteve ao longo dos anos com muita luta. É hora de união”, ponderou.

O texto – aprovado na Câmara em junho – já recebeu emendas no Senado, algumas delas articuladas pela FNA e entidades parceiras que atuam na luta pelos direitos profissionais. A previsão é que o texto passe pelo Senado com a implementação das mudanças propostas pela categoria. A urgência na votação, explica o consultor legislativo Neuriberg Dias, deve-se à iminência do prazo estipulado para sua validade, que expira em 9 de agosto, e de mudanças introduzidas pela Câmara consideradas “Jabutis”, termo para designar a inclusão de conteúdo estranho a uma Medida Provisória. “Acho que, em função desse aperto regimental para votação e da quantidade de emendas apresentadas por diversos partidos para suprimir os dispositivos que afetam a categoria, há chance real de sairmos vitoriosos”, afirmou Dias. Caso o Senado acate as mudanças sugeridas pelas entidades, a MP voltará à Câmara dos Deputados para uma decisão final.

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Desde que o texto foi aprovado, a FNA vem realizando articulação contra as emendas. Em 2 de julho, a FNA, o CAU Brasil, o CONFEA, o CFQ e o CFMV apresentaram manifesto unificado que defende que “a atuação de profissionais qualificados é uma das bases para a melhoria do ambiente de negócios e não um entrave para o seu desenvolvimento”.

Em paralelo, as entidades iniciaram um contato intenso com os senadores, levando suas argumentações, tendo obtido várias adesões. Alguns deles lembram que a precarização das relações de trabalho poderá causar riscos à segurança e à saúde da coletividade.

Carolina Jardine
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