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Projeto contempla 300 unidades estaduais em 2025; veja quais são

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) anunciou, nesta sexta-feira (25.4), a seleção de 300 escolas da rede estadual de ensino que participarão do Projeto Hortas Escolares 2025, realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf).

Com um investimento total de R$ 3 milhões, cada escola participante receberá R$ 10 mil para adquirir ferramentas, sementes e insumos, promovendo a produção de alimentos e ervas medicinais de forma orgânica e inovadora.

O secretário de Educação, Alan Porto, destacou que o projeto de cada escola passou por análise das Diretorias Regionais de Educação (DREs) levando-se em consideração não apenas a sua contribuição para a alimentação escolar, mas também como uma ferramenta pedagógica.

“Ao cultivar uma horta, os alunos têm a oportunidade de aprender sobre nutrição, sustentabilidade e o ciclo da vida das plantas. Essa experiência prática estimula o interesse pela ciência e pela biologia, tornando o aprendizado mais dinâmico e envolvente”, explicou.

Além disso, ele salientou que as hortas escolares promovem a valorização da agricultura familiar, conectando os estudantes com a realidade dos produtores locais.

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“Isso não apenas contribui para a economia regional, mas também ensina aos jovens a importância de consumir alimentos frescos e saudáveis, combatendo a obesidade e promovendo hábitos alimentares mais conscientes”, falou.

Alan disse, também, que o projeto visa fortalecer o vínculo dos estudantes com o meio ambiente, incentivando a responsabilidade social e a consciência ecológica. “Ao integrar a teoria à prática, as hortas escolares se tornam um espaço de aprendizado holístico, preparando os jovens para serem cidadãos mais informados e responsáveis”, completou o secretário.

Desde 2020 a Seduc incluiu no currículo das escolas do campo a Parte Diversificada, por meio do componente curricular Ciências e Saberes do Campo. Essa iniciativa visa complementar e enriquecer a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), respeitando as especificidades regionais, culturais e produtivas das comunidades locais.

Entre as eletivas ofertadas, destaca-se a disciplina Agroecologia: Conhecimento, Produção e Prática, que propõe ao estudante refletir sobre suas raízes culturais e o vínculo com práticas produtivas tradicionais, incentivando o protagonismo juvenil e a valorização da cultura, experiências e saberes locais.

As hortas escolares oferecem variedade de alimentos frescos e orgânicos e apoia os estudantes, tanto na escola quanto em casa, pois o excedente da produção poderá ser doado a estudantes considerados hipossuficientes.

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Confira AQUI a relação das escolas contempladas.

Fonte: Governo MT – MT

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Sema embarga área por saneamento clandestino despejado em córrego de Mirassol D´Oeste

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) embargou uma área do município de Mirassol D´Oeste, por operação de sistema de saneamento clandestino, até que seja promovida a regularização ambiental. Durante a autuação, ocorrida na sexta-feira (17.4), os fiscais identificaram o local da escavação que permitiu a entrada de resíduos sólidos e líquidos brutos no sistema de drenagem pluvial, que deságua no Córrego André. Nesta quarta-feira (22), equipes da Sema voltam ao local para fazer a coleta em vários pontos no córrego para análise em laboratório.

Foi verificado também o descarte de resíduos no local oriundos do serviço de limpa fossa. A ação imediata, requerida pela Promotoria de Justiça da Comarca do município, contou com o auxílio da Polícia Militar Ambiental, por meio da 1ª Companhia Independente de Proteção Ambiental, e Polícia Militar de Mirassol D´Oeste.

De acordo com a Sema, a área já havia sido interditada. “A continuidade das atividades em uma área formalmente interditada configura crime de desobediência à ordem administrativa ambiental e reincidência específica, agravando a responsabilidade penal dos envolvidos”, destacou o diretor da Unidade da Sema em Cáceres, Luiz Sergio Garcia.

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Segundo ele, o documento e as provas colhidas serão encaminhados ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso e à Delegacia Especializada do Meio Ambiente para apuração no âmbito cível e criminal.

Além da coleta em vários pontos no córrego, será requerido ao município a elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), exigido pelo Sema e pelo Ministério Público para reparar danos ambientais, focando na reabilitação do meio físico e biótico (solo, fauna, flora), na qual envolve diagnóstico, ações de revegetação e monitoramento, visando a estabilidade ambiental da área.

A introdução de carga orgânica in natura em sistema clandestino provoca a degradação sistêmica do corpo hídrico, com reflexos diretos no Rio Jauru e na bacia do Rio Paraguai, comprometendo a biodiversidade e a saúde pública regional.

Fonte: Governo MT – MT

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