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Prefeitura lança projeto para realizar o plantio de 155 mil mudas de árvores

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Prefeitura realiza plantio de 155 mil mudas de árvores em escolas municipais e espaços públicos

O projeto visa promover a conscientização da sociedade para as questões ambientais, além de fomentar a melhoria da qualidade de vida da população de Várzea Grande

A Escola Municipal de Educação Básica – EMEB “Júlio Corrêa” – lançou o projeto “Várzea Grande Sempre Verde”, que promoverá plantio de 155 mil mudas de árvores em unidades escolares da Rede Municipal de Várzea Grande e espaços públicos da cidade. O projeto é desenvolvido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável em parceria com a Educação Ambiental da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer.

Para o secretário de Meio Ambiente, Célio Santos, presente no lançamento do projeto, a parceria desta ação visa promover a conscientização da sociedade para as questões ambientais, além de fomentar a melhoria da qualidade de vida da população de Várzea Grande. “O plantio dessas mudas de árvores nativas nos espaços públicos e escolas vai proporcionar uma melhor qualidade do ar, a melhoria do nosso clima e o fomento da educação ambiental entre crianças e adolescentes”, afirmou.

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De acordo com o assessor técnico da Educação Ambiental da Smecel, Sidney José de Campos, essa iniciativa juntamente com o Juizado Volante Ambiental do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (Juvam) tem o objetivo de promover a arborização das escolas e espaços públicos e também em propriedades particulares com a distribuição de mudas de árvores nativas de porte baixo, médio e alto, árvores frutíferas e ornamentais. “Vamos seguir o cronograma com 55 mil árvores em 2022, entre mudas distribuídas e plantadas, em 2023 mais 50 mil e 2024, totalizando 155 mil árvores até o final da gestão do prefeito Kalil Baracat”, informou.

Segundo Sidney, as ações de distribuição das mudas para o plantio irão ocorrer durante o ano com blitz de divulgação, blitz para distribuição nos parques municipais e em eventos realizados pelas Secretarias.

A subsecretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Alice de Barros, disse que o projeto é uma iniciativa muito importante para as escolas, para os alunos, para a população e para o meio ambiente de Várzea Grande. “O município tem essa característica ambiental por ser, juntamente com Cuiabá o portal de entrada para o pantanal mato-grossense e a arborização de nossas praças, escolas e espaços públicos é essencial para a melhoria da nossa qualidade de vida”, disse.

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O Projeto “Várzea Grande Sempre Verde” também vai fazer parte dos eventos alusivos ao Meio Ambiente ações programadas para o Dia da Água, comemorado no dia 22 de março.

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Registro de 99 espécies entre Cerrado e Pantanal ajuda cientistas a analisarem futuro dos biomas

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JB News

O mapeamento de espécies tem papel fundamental para orientar ações de conservação e preservação da fauna. Para acompanhar os impactos das mudanças climáticas e os efeitos causados pelo homem, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP) e da Universidade Federal de Mato Grosso registraram 99 espécies do Cerrado e do Pantanal, entre elas, 36 espécies de anfíbios. A pesquisa foi feita no Parque Sesc Serra Azul, em Mato Grosso (MT), no decorrer de 11 meses.

Leia o estudo sobre a diversidade de anfíbios e répteis do Parque Sesc Serra Azul (inglês)

Para o biólogo e pesquisador do INPP Leonardo Moreira, a partir desse estudo será possível criar uma linha base para identificar mudanças a longo prazo, como a diminuição ou o desaparecimento de espécies mais sensíveis ou a expansão de outras em ambientes mais alterados. O especialista, que é um dos autores do levantamento, destaca que muitas dessas alterações não acontecem isoladamente. “É necessário um conjunto de fatores, como clima, expansão agrícola e mineração para que isso ocorra”, pontua.

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Segundo Moreira, a transformação das áreas naturais afeta o regime hídrico. O excesso de água na estação das chuvas no Cerrado abastece a planície pantaneira. Porém, o uso indevido das áreas úmidas, como o abastecimento, a irrigação e a indústria, interfere no armazenamento de água no Pantanal. Isso impacta diretamente nas áreas fundamentais para a reprodução de anfíbios.

O estudo contou com a participação de colaboradores locais do parque. Os pesquisadores passaram instruções sobre como fotografar e registrar os animais e as informações que eles precisavam enviar com os registros. Quinze voluntários participaram e ajudaram a registrar 38 espécies de répteis.

A participação das pessoas que vivem ou trabalham na região pode fazer uma diferença enorme para a ciência. O grupo de pesquisadores registrou 36 espécies de anfíbios (entre sapos, rãs e pererecas) e 63 répteis (incluindo cobras, lagartos, jabutis, cágados e jacarés). Desse total, 11 não teriam sido encontrados pela equipe de pesquisadores sem a participação da população.

O crescimento de infraestruturas, como estradas e áreas urbanas, tem uma série de efeitos negativos sobre a fauna, juntando-se aos desafios impostos pela mudança do clima em andamento. Algumas espécies tendem a ser mais dependentes de condições específicas e assim acabam sendo mais vulneráveis a mudanças no ambiente. Entender como esses animais estão lidando com o efeito dos conjuntos de tanta transformação é essencial para uma melhor ação de preservação.

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As informações Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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