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Prefeitura de Cuiabá destina cerca de 300 mil para site de Aprá

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Prefeitura de Cuiabá destina cerca de 300 mil para site de Aprá

JB News

Da Redação

A secretaria de Comunicação do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), pagou para o site Isso é Notícia, do publicitário e blogueiro Alexandre Aprá, a quantia de R$ 291.649 mil em verbas publicitárias no ano de 2020.
A informação consta na relação de sites e blogs que a Secom de Cuiabá pagou no ano passado para veiculação de propaganda e material institucional do Palácio Alencastro, e que o JBNEWS teve acesso com exclusividade.


O volumoso valor chama a atenção, levando em consideração que o site não está entre os mais lidos, o que seria referência para a distribuição de mídia institucional. Mesmo assim, o site recebeu mais que muitos outros sites consolidados e com audiência bem maiores.


Outro detalhe que chama atenção, é que o site comandado por Aprá, não possui uma redação com outros jornalistas. A maioria dos conteúdos do site é a reprodução de conteúdos de assessorias e de outros sites.


Recentemente o Isso é Noticias divulgou a relação dos sites que recebem verbas publicitárias do governo do Estado, chegando a criticar alguns pagamentos, sob alegação de que os sites não produzem conteúdos e não possuem jornalistas em suas redações.
Nos bastidores, o que se comenta é que Alexandre Aprá tem uma relação de proximidade com o empresário Marco Polo, o ‘Popó‘, que é irmão do prefeito Emanuel Pinheiro, e quem dita a estratégia de comunicação da prefeitura.

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Alexandre Aprá tem uma característica polêmica, e sempre atua como oposição ao governo do Estado. Ele inclusive tem uma série de condenações por ações movidas por políticos.
Ele já foi condenado em um processo contra o ex-ministro Blairo Maggi (PP), porém, solicitou um acordo e vem cumprindo.


Recentemente o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) confirmou uma condenação contra Aprá por conta de uma matéria publicada em 2016, onde ele acusava Mauro Mendes e Virgínia Mendes de terem desviado R$ 23 milhões das empresas do Grupo Bipar e repassado a terceiros, no intuito de fraudar a recuperação judicial do grupo. Os crimes narrados na matéria nunca ocorreram.
A pena estabelecida foi de 1 ano, 3 meses e 16 dias de detenção em regime aberto. Além disso, ele também foi sentenciado ao pagamento de 34 dias-multa.

Veja os Documentos:👇

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Mercado do Porto é reconhecido como patrimônio histórico, artístico e cultural

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Já está em vigor a Lei 11511/21, que declara como patrimônio histórico, artístico e cultural imaterial, o Mercado do Porto, de Cuiabá. Numa iniciativa do primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), defensor ferrenho de melhorias aos feirantes e trabalhadores da agricultura familiar.

Popularmente chamado de Campo do Bode, o Mercado do Porto se tornou um dos pontos turísticos da Capital, com estrutura coberta que abriga 480 boxes, que oferecem imensa variedade de produtos de qualidade, como peixes, verduras, legumes, cerais e frutas.

De acordo com o Jorge Antônio Lemos Junior, presidente da Organização do Mercado do Porto, entidade que representa os permissionários desse espaço oferecido aos feirantes, a iniciativa é o reconhecimento aos trabalhadores e frequentadores do local.

“A lei do deputado Eduardo Botelho é uma grande conquista para nós porque, além de termos o reconhecimento simbólico, teremos muito mais possibilidades de captar recursos públicos para melhorar o Mercado do Porto, as condições de vida e de trabalho dos permissionários e a qualidade do serviço prestado ao consumidor”, comemorou Lemos Junior.

Botelho já trabalhou nas feiras livres e agricultura familiar, e tem gratidão por tudo que vivenciou à época. “O reconhecimento do Mercado do Porto como Patrimônio Histórico, Artístico, Cultural e Imaterial tem o objetivo de proteger, preservar e difundir a riqueza cultural do local, que é, sem dúvida, uma referência em Cuiabá e Mato Grosso”, avalia Botelho.

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HISTÓRIA – Na justificativa do projeto que virou lei, Botelho fez uma retrospectiva sobre a história do Mercado do Porto. Confira:

As primeiras lembranças do que é hoje o Mercado do Porto de Cuiabá, surgem em meados de 1960, conforme registro da memória oral de feirantes remanescentes da primeira grande feira pública e popular da capital de Mato Grosso.

A feira nasceu na região central de Cuiabá, na praça Rachid Jaudy, no meio da avenida Isaac Póvoas, com pouco mais de 10 feirantes, expondo seus produtos em charretes e algumas poucas barracas improvisadas e, ao longo dos anos, foi mudando de lugar, de acordo com o aumento dos feirantes e o crescimento dos consumidores.

Embora sejam raras as pesquisas históricas, feirantes mais antigos relatam que a feira saiu da praça Rachid Jaudy, na década de 50, para o espaço entre o estádio Presidente Dutra e o Arsenal de Guerra, depois foi para a Avenida da Prainha, atrás do Quartel da Polícia Militar, onde hoje é o Shopping Popular. Funcionou no bairro Verdão; na praça Maria Ricci, no Porto; Mercado do Peixe, atual Museu do Rio. E, em 10 de fevereiro de 1995, foi instalado na avenida 8 de abril, no local chamado popularmente de Campo do Bode, entre o córrego Mané Pinto e o Rio Cuiabá.

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Hoje é um complexo comercial varejista composto por 167 permissionários divididos por setores de pescados, açougues, frios, doces, lanchonetes, restaurantes, hortigranjeiros, rações e similares, confecções e utilidades domésticas. O Mercado funciona de terça-feira a domingo, embora alguns comércios abram nas segundas-feiras. Em média, 120 mil pessoas frequentam o mercado por mês.

Além de importante entreposto comercial, o Mercado do Porto de Cuiabá desponta como um dos principais ambientes de circulação. Mantém o método tradicional de preparo de peixes, retirando a espinha e fazendo cortes especiais. Também oferece raridades da gastronomia cuiabana, como o pixé, o furrundú, o doce de caju, as bananinhas fritas, além de frutos típicos da região do cerrado, como o pequi, dentre vários outros ícones da cultura regional.

Fonte: ALMT
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