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Pesca do Dourado pode ser liberada neste semestre nos rios de MT

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Da Redação

Uma boa notícia para os amantes da pesa, a espécie Dourado, (Salminus brasiliensis), proibido  pela lei 9.794/2012, tanto a captura, comercialização ou transporte, pode estar com os dias contados para sua liberação.  Proibição que já perduram por 11 anos.

A noticia foi dada pelo deputado estadual Wilson Santos (PSD), onde afirmou que estudos recentes dão conta de que a população do da espécie já está fora do risco de extinção, principalmente nas águas dos rios mato-grossenses.  Pelo contrário do que se pensa, Wilson Santos disse que a superlotação da espécie já está causando um desequilíbrio. E que os peixes acima de 10 kg estão comendo as espécies menores.

Para o deputado uma minuta de lei já está sendo confeccionada na ALMT, para poder dar liberalidade ao consumo e transporte do Dourado. “Existe muito pedido vindo das colônias de pescadores pedindo a liberação do pescado, os argumentos são inúmeros” Comentou.

Informou também que já encaminhou um pedido à Secretaria Estadual de Meio Ambiente, requerendo a liberação. E que vai priorizar a votação dos projetos na ALMT, para que até o final do semestre a pesca do Dourado possa estar liberada.

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Registro de 99 espécies entre Cerrado e Pantanal ajuda cientistas a analisarem futuro dos biomas

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O mapeamento de espécies tem papel fundamental para orientar ações de conservação e preservação da fauna. Para acompanhar os impactos das mudanças climáticas e os efeitos causados pelo homem, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP) e da Universidade Federal de Mato Grosso registraram 99 espécies do Cerrado e do Pantanal, entre elas, 36 espécies de anfíbios. A pesquisa foi feita no Parque Sesc Serra Azul, em Mato Grosso (MT), no decorrer de 11 meses.

Leia o estudo sobre a diversidade de anfíbios e répteis do Parque Sesc Serra Azul (inglês)

Para o biólogo e pesquisador do INPP Leonardo Moreira, a partir desse estudo será possível criar uma linha base para identificar mudanças a longo prazo, como a diminuição ou o desaparecimento de espécies mais sensíveis ou a expansão de outras em ambientes mais alterados. O especialista, que é um dos autores do levantamento, destaca que muitas dessas alterações não acontecem isoladamente. “É necessário um conjunto de fatores, como clima, expansão agrícola e mineração para que isso ocorra”, pontua.

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Segundo Moreira, a transformação das áreas naturais afeta o regime hídrico. O excesso de água na estação das chuvas no Cerrado abastece a planície pantaneira. Porém, o uso indevido das áreas úmidas, como o abastecimento, a irrigação e a indústria, interfere no armazenamento de água no Pantanal. Isso impacta diretamente nas áreas fundamentais para a reprodução de anfíbios.

O estudo contou com a participação de colaboradores locais do parque. Os pesquisadores passaram instruções sobre como fotografar e registrar os animais e as informações que eles precisavam enviar com os registros. Quinze voluntários participaram e ajudaram a registrar 38 espécies de répteis.

A participação das pessoas que vivem ou trabalham na região pode fazer uma diferença enorme para a ciência. O grupo de pesquisadores registrou 36 espécies de anfíbios (entre sapos, rãs e pererecas) e 63 répteis (incluindo cobras, lagartos, jabutis, cágados e jacarés). Desse total, 11 não teriam sido encontrados pela equipe de pesquisadores sem a participação da população.

O crescimento de infraestruturas, como estradas e áreas urbanas, tem uma série de efeitos negativos sobre a fauna, juntando-se aos desafios impostos pela mudança do clima em andamento. Algumas espécies tendem a ser mais dependentes de condições específicas e assim acabam sendo mais vulneráveis a mudanças no ambiente. Entender como esses animais estão lidando com o efeito dos conjuntos de tanta transformação é essencial para uma melhor ação de preservação.

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As informações Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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