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Pedido para mudar data da eleição suplementar ao senado foi enviado ao TSE decisão sai até o dia 12

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Pedido para mudar data da eleição suplementar ao senado foi enviado ao TSE decisão sai até o dia 12

JB NEws

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE), encaminhou para a apreciação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira 09, o pedido feito pelo governador Mauro Mendes (DEM), para que fosse alterado a data da eleição suplementar ao Senado no próximo dia 26 de abril.

Mauro pede para que a eleição aconteça em outubro de 2020, junto das eleições municipais , alegando a possível proliferação do Coronavirus, e um gasto desnecessário, junto da alegação, o governador também destaca que o Estado de MT não sofrerá prejuízos com a possibilidade e eventualidade de faltar um senador, uma vez que o ministro do Supremo tribunal Federal (STF) Dias Tofolli já determinou que o terceiro colocado nas eleições de 2018 seja empossado na vacância deixada por Selma Arruda (PODE) cassada por caixa dois em 2019, que neste caso é Carlos Fávaro (PSD).

Embrólio

Segundo o TRE, até o dia 12 de março, momento em que os partidos fazem suas convenções para escolha dos possíveis nomes que disputarão a eleição suplementar, Mato Grosso já terá uma decisão vinda do TSE sobre a possibilidade ou não de mudança de data.

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Selma Arruda era para ter apresentado sua defesa no ultimo dia 03 de março, o que não fez, ganhou mais duas semanas para apresentar, Arruda tem até o dia 18 de Março para justificar o porque de não ser cassada.

Veja aqui o pedido do Governador Mauro Mendes:👇

 

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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