POLITICA

Mauro Mendes diz que todos os membros do partido têm liberdade para manifestar suas intenções e defender eventuais candidaturas e reforça que seu apoio é de Pivetta 

Publicados

em

JB News

Por Alisson Gonçalves

 

Em meio às incertezas quanto à candidatura do União Brasil ao governo de Mato Grosso nas eleições de 2026, o presidente regional da sigla, Mauro Mendes, revelou sua predileção pessoal pelo nome do atual vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

A declaração foi feita no último domingo 08, durante entrevista em que Mendes frisou que o debate interno continua em aberto e que todos os membros do partido têm liberdade para manifestar suas intenções e defender eventuais candidaturas.

“Cada um pode colocar o seu nome e vamos construir esse debate até 2026”, disse Mendes, ao reforçar que, apesar de ter uma preferência pessoal, não há uma definição oficial do União Brasil quanto à candidatura majoritária.

Ele também destacou que o senador Jayme Campos, seu correligionário, tem totais condições de disputar o governo, mas evitou sinalizar qualquer favoritismo nesse sentido.

Internamente, o ritmo do diretório estadual tem sido alvo de críticas, com vozes partidárias apontando uma lentidão nas articulações em comparação com outros partidos que já movimentam o cenário político.

Leia Também:  Bolsonaro crava Abilio e Vânia na prefeitura da capital

Mendes rebateu: “As pessoas anteciparam demais esse processo eleitoral. Temos que lutar para que o Brasil não viva uma agenda eleitoral o tempo todo.”

O governador ainda ressaltou que qualquer membro do União está autorizado a construir sua pré-candidatura, desde que o faça com responsabilidade e diálogo.

“O Jayme tem todas as condições de fazer isso e quem quiser construir, está autorizado”, concluiu.

A posição de Mendes, no entanto, coloca-o num dilema estratégico: apoiar Campos pode estremecer sua relação política com Pivetta, com quem já compartilha a administração estadual.

Por outro lado, incentivar o senador à reeleição o colocaria como adversário direto de Mendes, que também mira uma vaga no Senado em 2026.

O cenário, portanto, permanece indefinido, mas o jogo político dentro do União Brasil está longe de ser apático.

A disputa interna promete esquentar nos próximos meses, à medida que se aproxima o período decisivo das composições partidárias.

COMENTE ABAIXO:

POLITICA

Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

Publicados

em

Por

JB News

 

_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

Leia Também:  Botelho diz que já iniciou a construção de sua candidatura a prefeito de Cuiabá

Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA