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Para Mauro Mendes, Mato Grosso consolida um passo estratégico para atrair investimentos industriais com gasoduto “Dia histórico”

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Por Nyara Cristina

Do local Alisson Gonçalves

“DIA HISTÓRICO”

Cuiabá dá passo histórico para a indústria com inauguração de gasoduto no Distrito Industrial

Cuiabá, 26 de julho de 2025 – O setor produtivo de Cuiabá viveu um marco histórico nesta sexta-feira (25), com a inauguração de 39 quilômetros de gasoduto que passam a atender diretamente o Distrito Industrial da capital. A solenidade contou com a presença do governador Mauro Mendes, que destacou a importância estratégica do investimento de R$ 40 milhões, realizado pelo Governo do Estado por meio da MT Gás.

A nova infraestrutura vai garantir o fornecimento contínuo de gás natural proveniente da Bolívia, eliminando a necessidade de transporte por caminhões e reduzindo significativamente os custos logísticos e operacionais das empresas. Além de promover maior competitividade, a iniciativa também reforça a adoção de uma matriz energética mais limpa, econômica e eficiente para Mato Grosso.

“É um dia histórico para o setor produtivo. O gás chega diretamente às empresas, reduz custos, aumenta a competitividade e abre caminho para novos investimentos”, afirmou Mauro Mendes durante o evento.

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Três empresas já estão interligadas ao sistema: Sanear, Greca Asfaltos e Milan Móveis. De acordo com a MT Gás, sete contratos já foram assinados e mais de 30 estão em fase de adesão. O sistema tem capacidade para atender até 260 empresas e distribuir cerca de 186 mil metros cúbicos de gás natural por dia.

Segundo o presidente da MT Gás, Aécio Rodrigues, o projeto foi concluído no ano passado, mas aguardava a adesão inicial para ativação. “Temos agora uma energia mais eficiente, prática e que gera competitividade. Além disso, o gás natural substitui o óleo diesel, contribuindo para a melhoria dos indicadores ambientais e para o acesso a linhas de crédito sustentáveis”, destacou.

O governador ressaltou que este avanço representa a superação de um impasse histórico: “Durante anos o gás chegava a Cuiabá, mas não entrava nas fábricas. Agora isso muda, o que era promessa virou realidade”, frisou.

Com a ativação da rede, Mato Grosso consolida um passo estratégico para atrair investimentos industriais e ampliar a infraestrutura energética. O contrato firmado com a Bolívia garante segurança no fornecimento até 2027. Mendes também ressaltou a competitividade no preço do gás, que será inferior ao valor atual praticado nos postos, com expectativa de expansão futura para outros segmentos, incluindo veículos e residências.

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A utilização do gás natural deverá gerar economia para os empresários, estimular novos investimentos e fomentar a geração de empregos. Do ponto de vista ambiental, a substituição do diesel por gás reduz a emissão de poluentes, alinhando Mato Grosso às metas de sustentabilidade e à busca por fontes de energia mais limpas.

“Estamos dando um passo determinante para uma matriz energética moderna, sustentável e economicamente vantajosa. Isso representa um novo momento para a industrialização em Mato Grosso”, finalizou Mauro Mendes.

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Prefeito de Jangada é condenado a devolver valores pagos irregularmente a suposto funcionário fantasma da prefeitura

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Por Emerson Teixeira

 

Uma decisão recente do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, proferida em 14 de abril de 2026, manteve a condenação do prefeito de Jangada, Rogério Meira (PSD), por irregularidades no pagamento de salário a um suposto “funcionário fantasma”, em um caso que evidencia fragilidades no controle interno da administração pública municipal. O conselheiro José Carlos Novelli rejeitou recurso apresentado pela defesa e confirmou a obrigação de devolução de R$ 28.581,56 aos cofres públicos, além da aplicação de multas administrativas.

De acordo com informações do processo, a irregularidade veio à tona durante auditoria técnica realizada pelo próprio TCE-MT, que analisava rotinas administrativas e a folha de pagamento da Prefeitura de Jangada. Os auditores identificaram inconsistências nos registros funcionais de um servidor que constava como ativo e recebendo regularmente, mas sem comprovação efetiva de prestação de serviço.

A apuração apontou que não havia registros de frequência, relatórios de atividades ou qualquer evidência concreta de que o funcionário exercia as funções para as quais estava formalmente contratado. Além disso, diligências realizadas in loco e cruzamento de dados administrativos indicaram que o servidor sequer era conhecido por colegas de trabalho em sua suposta lotação, o que reforçou a caracterização de “funcionário fantasma”.

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Outro ponto que chamou atenção dos técnicos foi a fragilidade dos mecanismos de controle interno da prefeitura, que permitiram a manutenção dos pagamentos por período prolongado sem qualquer verificação efetiva. Para o TCE, a responsabilidade recai sobre o gestor, que tem o dever legal de garantir a regularidade dos atos administrativos e a correta aplicação dos recursos públicos.

Na decisão, Novelli destacou que não foram apresentados elementos capazes de afastar as irregularidades já constatadas, nem provas de que o servidor tenha desempenhado suas funções. Por isso, manteve integralmente o entendimento anterior, determinando o ressarcimento ao erário e reforçando a aplicação das penalidades.

O caso se insere em um contexto mais amplo de fiscalização intensificada por parte do TCE-MT sobre contratações e gestão de pessoal em municípios do estado, especialmente em situações que envolvem possíveis desvios ou má utilização de recursos públicos. A Corte de Contas tem adotado ferramentas de cruzamento de dados e auditorias mais rigorosas para identificar inconsistências como essa.

Até o momento, a defesa do prefeito não apresentou novos elementos públicos após a decisão que confirmem eventual reversão do entendimento. O espaço segue aberto para manifestações.

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A condenação reforça o alerta sobre a necessidade de transparência, controle e responsabilidade na gestão pública, especialmente em municípios de menor porte, onde falhas administrativas podem passar despercebidas por mais tempo — mas, quando identificadas, resultam em responsabilização direta dos gestores.

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