POLITICA

Pai de Santo prevê traições e desafios para Mauro Mendes na corrida ao Senado

Publicados

em

JB News

Por Alisson Gonçalves

O babalorixá Ebster de Odé, líder espiritual de Camaçari, na Bahia, lançou preocupantes previsões para o futuro político do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes.

Durante uma consulta aos búzios, Ebster revelou que Mendes enfrentará traições de aliados e dificuldades em sua gestão estadual antes de se lançar como candidato ao Senado Federal. O alerta foi feito nesta sexta-feira, 27, com detalhes sobre os desafios e possíveis caminhos para o governador.

De acordo com o jogo de búzios, os próximos dois anos de Mauro Mendes à frente do governo serão marcados por conflitos internos e ataques estratégicos de adversários.

“Sua própria base aliada optará por desgastá-lo em benefício de outros interesses políticos. Ele descobrirá traições e precisará agir com coragem para afastar pessoas que comprometam sua trajetória”, afirmou Ebster. O babalorixá destacou que esses momentos exigirão táticas cuidadosas e resiliência do governador.

O babalorixá também mencionou a importância da Primeira-Dama como uma figura de apoio e conexão com o povo.

Leia Também:  Promotor ameaça bloquear contas da Prefeitura de Cuiabá para garantir repasses a saúde

Segundo Ebster, a energia e o carisma dela serão essenciais para fortalecer o nome de Mauro Mendes em um período de crises e ataques.

“A ligação espiritual entre eles é poderosa e pode ser determinante para superar os obstáculos que virão”, explicou.

Outro alerta foi sobre a administração de verbas públicas do Estado.

Segundo os búzios, questões financeiras podem ser usadas como munição para escândalos políticos, colocando ainda mais pressão sobre Mendes às vésperas da campanha ao Senado.

“Os orixás pedem atenção máxima às riquezas do Estado, pois qualquer desvio ou erro será amplamente explorado por adversários”, disse o babalorixá.

Apesar dos desafios e traições previstos, Ebster de Odé revelou que Mendes tem chances significativas de vitória.

Ogun, orixá da guerra, sinalizou que o governador pode superar os obstáculos e alcançar a cadeira no Senado, desde que mantenha coragem e lealdade em sua equipe.

O jogo aconselhou Mendes a usar sua sabedoria política e intuição para tomar decisões estratégicas e evitar alianças perigosas.

A previsão de Ebster de Odé destaca que o caminho de Mauro Mendes até o Senado será árduo, mas possível, desde que ele enfrente as dificuldades com firmeza e construa uma base sólida de apoio.

Leia Também:  Candidatos a Presidência divulgam notas de protesto sobre morte por briga política em MT, " Brasil precisa de paz"

Os próximos dois anos prometem ser decisivos para o futuro político do governador.

COMENTE ABAIXO:

POLITICA

Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

Publicados

em

Por

JB News

pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

Leia Também:  Sou de grupo, sou leal e estou preparado para ser prefeito de Várzea Grande, destaca Hazama

Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

Leia Também:  Mais de 30 pessoas desfiliam do PRD em Várzea Grande por não aceitar a ida de Bruno Rios para o partido

O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

Veja:

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA