POLITICA
Pesquisa para prefeito de Nortelândia mostra polarização entre primeiro e segundo lugar à sucessão municipal
Mais uma rodada de pesquisa realizada pela MT Dados foi feita para saber o potencial eleitoral de alguns nomes na cidade de Nortelândia para a eleição de prefeito municipal.
Em várias regiões da cidade os entrevistadores perguntarão aos eleitores os possíveis nomes que eles votariam caso as eleições municipais de 2024 ocorressem nesta data. A pesquisa foi selecionada por bairros, gênero, e idade.
Entre os bairros, 14, 69 % do eleitorado foi ouvido na região central da cidade, Bairro Bandeirantes cerca de 11. 3%. NO bairro Joaquim da Silva foram ouvidos cerca de 9,32% dos eleitores, no bairro Tapirapuã 9.6%, Bairro da Ponte, cerca de 15.82%, Cohab Santo Antônio cerca de 3.11”% , Novo Horizonte 7. 62%, e na Cohab Maximinio Claro de Oliveira foram ouvidas cerca de 6.78% do eleitorado, fechando em 100% o número de bairros ouvidos.
Deste total, cerca de 52.53% são homens, e 47.47% são mulheres. Entre as idades de 17 a 69 anos.
Entre os nomes que duelam a possibilidade de ser o escolhido, está em primeiro lugar na quantitativa é o ex-candidato a prefeito que perdeu as últimas eleições Mariano Gomes com 24,8%” das intenções de votos. Em segundo lugar e crescendo muito vem o jornalista, advogado e empresário da Comunicação, Edivaldo de Sá que tem se despontado como oposição com cerca de 16.15% das intenções de votos. Em que se comparada com a pesquisa espontânea os números ficam ainda menores, só 7,86% de diferença e na estimulada vários cenários é 9,10, 11%. Essa diferença pouca em se tratando que ainda existem 10 meses para a eleição municipal.

Em terceira posição vem o ex-vice-prefeito Antônio Meira com 7.37% das intenções de votos. Em quarto lugar aparece o ex-prefeito e presidente da Associação Mato-grossense dos municípios Neurilan Fraga com 4.25%. Em quinta posição aparece Netão Benevides com 2.27% e na última posição aparece Flavio de Sá com 1.7%. Votariam em branco cerca de 1.7%, e cerca de 42.49% não quiseram, ou não souberam responder.
Em um cenário estimulado com todos os candidatos, o número de indecisos cai para 10.2% e os números ficam da seguinte forma: Mariano Gomes 32.86%, Edivaldo de Sá 22.1%, Antônio Meira e Neurilan Fraga empatados com 13.03%, Flávio de Sá 3.12%, Netão Benevides 2.83%, brancos e nulos 2.83%. A diferença entre os dois que polarizam a disputa é de 10.76%.

Em um segundo cenário estimulado, Mariano Gomes 37.11%, Edivaldo de Sá 26.6%, Antônio Meira 14.45%, Netão Benevides 4.25%, brancos e nulos 3.68%, indecisos 14.45% A diferença entre os dois que polarizam a disputa é de 10.51%.
Em um terceiro cenário estimulado, Mariano Gomes 39.94%, Edivaldo de Sá 25.78%, Neurilan Fraga 14.16%, Netão Benevides 3.68%, brancos e nulos 3.4%, indecisos 13.03% A diferença entre os dois que polarizam a disputa é de 14.16%.
Em um quarto cenário estimulado, Mariano Gomes 36.83%, Edivaldo de Sá 27.48%, Antônio Meira 15.03%, brancos e nulos 4.53%. Indecisos 15.86%. A diferença entre os dois que polarizam a disputa é de 9.35%.
Em um quinto cenário estimulado, Mariano Gomes 44.76%, Edivaldo de Sá 32.1%, brancos e nulos 5.38%. Indecisos 17.85%. A diferença entre os dois que polarizam a disputa é de 12.66%.
Em um sexto cenário estimulado, Edivaldo de Sá 39.55%, Antônio Meira 31.36%, brancos e nulos 8.47%. Indecisos 20.62%. A diferença entre os dois que polarizam a disputa é de 8.19%.
Em um sétimo cenário estimulado, Edivaldo de Sá 41.24%, Neurilan Fraga 32.49%, brancos e nulos 7.63%. Indecisos 18.64%. A diferença entre os dois que polarizam a disputa é de 8.75%.
Em um oitavo cenário estimulado, Edivaldo de Sá 50%, Netão Benevides 15.25%, brancos e nulos 10.45%. Indecisos 24.29%. A diferença entre os dois que polarizam a disputa é de 34.75%.
A pesquisa também ouviu os eleitores para saber e avaliar a gestão do atual prefeito Zema, na tentativa de saber se ele elegeria ou não um sucessor. Cerca de 22.03% disseram que sim. Outros 49.72 disseram que não alegria o seu sucessor . E 28.5 não responderam o questionamento.

Os pesquisadores estiveram em campo entre os dias 8 e 10 de dezembro. Cerca de 354 pessoas foram ouvidas. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.
POLITICA
Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO
JB News
pir Nayara Cristina
lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo
A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.
Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando” .
A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.
Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista .
A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente .
O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.
O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.
Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.
Veja:
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