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MT registra geração de 53 mil empregos em 2024

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Por Karla Neto

Das 27 unidades da federação, apenas Mato Grosso, Goiás e Bahia tiveram números negativos nesse balanço mensal.

Mato Grosso apresenta um saldo de 53.007 empregos com carteira assinada nos dez primeiros meses do ano de 2024. O número é resultado das 571,5 mil admissões e 518,4 mil desligamentos durante o período.
Apesar do saldo anual, o estado fechou outubro com resultado negativo, ou seja, mais demitiu do que contratou no período, conforme já noticiado pelo MT Econômico. Em outubro, o estado fechou com a eliminação, corte de vagas, de 172 empregos formais, sendo a maior retração da região Centro-Oeste. Das 27 unidades da federação, apenas Mato Grosso, Goiás e Bahia tiveram números negativos nesse balanço mensal.
Os cinco grandes grupos de atividades econômicas apresentam saldo positivo em Mato Grosso em 2024. O destaque fica por conta do setor de Serviços. Na sequência aparecem os setores de Construção (11.962 vagas), Indústria (9.662), Comércio (6.767) e Agropecuária (4.959 vagas).
Cuiabá é o município com melhor saldo no estado nos dez primeiros meses deste ano, tendo gerado 9.433 novos postos. A cidade tem hoje um estoque de 112.956 empregos formais. Na sequência dos municípios com melhores desempenhos em 2024, no estado, aparecem Rondonópolis (4.606 vagas), Várzea Grande (3.838), Sinop (3.265).

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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