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MME lança Agenda Estratégica para fortalecer a segurança e a confiabilidade do sistema elétrico em 2026

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O Ministério de Minas e Energia (MME) deu um novo passo para fortalecer a segurança e a confiabilidade do fornecimento de energia elétrica no país. Durante a reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), realizada nesta quarta-feira (11/02), foi aprovada a Agenda Estratégica Eletroenergética 2026, que reúne e organiza as principais ações preventivas interinstitucionais para garantir o suprimento de energia no país neste ano.

A iniciativa busca antecipar a identificação e tratamento de eventuais riscos e aprimorar a coordenação entre os órgãos responsáveis pelo planejamento, operação, comercialização e regulação do setor elétrico. A proposta considera fatores como o cenário operacional do sistema, a evolução da matriz elétrica, o comportamento da carga e os desafios associados ao atendimento da demanda em diferentes períodos do ano.

“A Agenda Estratégica Eletroenergética representa um avanço importante na forma como o Brasil se antecipa aos desafios do setor elétrico. Ao integrar planejamento, operação, comercialização, regulação e monitoramento em um único instrumento, damos mais previsibilidade às ações e reforçamos a segurança do suprimento para toda a sociedade. É uma iniciativa que fortalece a governança do setor e amplia a transparência sobre as ações e soluções que estamos construindo de forma coordenada”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

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Agenda fortalece o setor elétrico brasileiro

Na avaliação do CMSE, com a implementação da Agenda Estratégica Eletroenergética, será possível identificar pontos de atenção, priorizar medidas preventivas e orientar decisões estratégicas, reforçando a resiliência do Sistema Elétrico Brasileiro (SEB). Outro benefício será a ampliação da transparência para a sociedade sobre os principais desafios estruturais e conjunturais em debate ao longo deste ano, bem como as respectivas ações de enfrentamento.

As ações previstas serão organizadas em três grupos:

  1. Atendimento à Ponta/Rampa da Carga;
  2. Atendimento à Carga Mínima; e
  3. Segurança e Confiabilidade Eletroenergética.

A expectativa do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) é que a Agenda Estratégica Eletroenergética 2026 se torne um instrumento central de governança do setor, apoiando o colegiado na tomada de decisões e no acompanhamento contínuo realizado pelo Comitê.

O MME seguirá trabalhando continuamente para garantir transparência, coordenação e efetividade das ações e soluções desenvolvidas para garantia do atendimento eletroenergético do país.

Agenda Estratégica Eletroenergética 2026 

Agenda Estratégica Eletroenergética 2026

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Prazo de consulta pública sobre o Guia de Uso Ético de Inteligência Artificial é prorrogado até 4 de maio

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Brasília, 22/4/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), prorrogou até 4 de maio o prazo para contribuições à consulta pública do Guia de Uso Ético de Inteligência Artificial para o Usuário Brasileiro. A decisão foi formalizada pelo Edital nº 3/2026, assinado pelo secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Oliveira Fernandes, e publicado no Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira (17).

Lançada em 20 de março, a consulta tinha prazo original de encerramento em 19 de abril. A prorrogação amplia a janela de participação e garante que cidadãos, especialistas, servidores públicos, pesquisadores e organizações da sociedade civil possam contribuir para o aperfeiçoamento do documento. As sugestões, devidamente fundamentadas, devem ser encaminhadas pela Plataforma Brasil Participativo, no portal Brasil Participativo, no campo específico relativo à consulta. Ao encerrar o prazo, a Sedigi realizará a consolidação e análise das contribuições, que poderão ser incorporadas à versão final do guia.

“A consulta pública tem registrado ampla adesão, com contribuições qualificadas de diversos atores públicos e privados. Diante de solicitações de prorrogação e do elevado nível técnico dos debates, considerou-se oportuno ampliar o prazo, a fim de fortalecer a participação e aprofundar ainda mais a qualidade das contribuições”, afirma o diretor de Promoção de Direitos Digitais da Sedigi, Victor Durigan.

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Elaborado em parceria com o Centro de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina da Universidade de São Paulo (CIAAM/USP) e com apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a versão atual do Guia do Usuário Brasileiro de Inteligência Artificial – Definições, Direitos e Governança de IA no Brasil, com 75 páginas, serve de base para que os interessados respondam ao questionário e apresentem suas contribuições.

Com escrita em linguagem simples e acessível, o guia orienta a população sobre o funcionamento da inteligência artificial, seus usos, limitações, riscos e os direitos e deveres dos cidadãos na interação com essas tecnologias.

O documento está organizado em três partes:

A Parte I apresenta uma visão geral em formato de perguntas e respostas — o que é IA, como ela é criada, o que são alucinações, como a tecnologia impacta o cotidiano e quais são os direitos e deveres de usuários e desenvolvedores.

A Parte II aprofunda os conceitos: algoritmos, aprendizado de máquina, big data, ciclo de vida da IA e seu potencial prático no Brasil, além de tratar de limites e desafios como vieses e discriminação, opacidade, deepfakes, desinformação, privacidade e os impactos específicos sobre crianças, adolescentes e saúde mental.

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A Parte III aborda direitos e governança, reunindo temas como transparência e explicabilidade, contestação e revisão de decisões automatizadas, proteção de dados, direitos do consumidor, equidade, sustentabilidade e responsabilização. O guia ainda conta com glossário e referências bibliográficas.

A iniciativa integra a Ação 50 do Eixo 5 do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), principal instrumento da política federal para o desenvolvimento e uso responsável da tecnologia, com previsão de investimentos superiores a R$ 20 bilhões entre 2024 e 2028.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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