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Ministro elogia seminário de empreendedorismo articulado por Max Russi

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O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Márcio França, avaliou que a realização do Seminário de Capacitação de Gestores Públicos Municipais de Desenvolvimento Econômico, articulado pelo deputado Max Russi (PSB), amplia e estimula o empreendedorismo e desenvolvimento de Mato Grosso. O encontro aconteceu entre os dias 22 e 23 de abril no auditório do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), semana em que o governo federal lançou o pacote de medidas de estímulo ao crédito, que também inclui Microempreendedores Individuais (MEIs) e micro e pequenas empresas, o programa “Acredita”.

“Foi um dia muito feliz, porque ontem nós lançamos, em Brasília, alguns programas especiais para os empreendedores. Quando você faz um seminário com os prefeitos envolvidos, vereadores, enfim, você amplia para mais gente ter conhecimento”, avalia o ministro

O deputado Max, que articulou a realização do seminário e a participação do ministro Márcio França, através da Câmara Setorial Temática (CST) de Apoio ao Empreendedorismo e às Micro e Pequenas Empresas, revelou que para a preparação de todo o encontro foi necessário muito estudo técnico, principalmente em municípios de menor porte.

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“A gente consegue levar alguma coisa para os empreendedores, para as micro e pequenas empresas, levar a informação. Andamos o estado de Mato Grosso, coletamos as informações, colhemos demanda, estamos apresentando legislações dentro da Assembleia. Então o balanço foi bastante positivo, estamos felizes, muito agradecidos pela presença do ministro, pelo grande número de prefeitos participando, pelos secretários municipais de indústria, comercio a assim nós conseguirmos fazer essa qualificação”, ressaltou.

O prefeito de São Pedro da Cipa, Eduardo Português, foi um dos participantes do seminário e avaliou a discussão como fundamental, principalmente para os municípios de pequeno porte.

“A gente fica feliz com essas palestras. Para municípios menores, como o meu, é fundamental para que tenhamos conhecimentos dos novos programas de governo, ainda mais hoje com a vinda de um ministro nos orientando a respeito dos programas a nível federal. A gente ganha um conhecimento e consegue levar isso para a nossa cidade”, comemorou.

Já a prefeita Andreia Wagner, destacou importância do “Acredita”, como um programa que vem ao encontro das discussões e a oportunidade de renegociação das dívidas de pequenos empreendedores.

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“Vai fazer a diferença na vida dos pequenos e microempreendedores, que poderão renegociar suas dívidas, melhorando sua situação, sua renda. Temos um estado que tem o agro forte, mas que também precisa de oportunidade para podermos ajudar quem realmente precisa”, ressaltou.

O seminário foi organizado pela Câmara Setorial Temática (CST) de Apoio ao Empreendedorismo e às Micro e Pequenas Empresas, que também foi requerida pelo deputado Max Russi e teve a participação do presidente do TCE, conselheiro Sérgio Ricardo de Almeida. Além da Assembleia Legislativa e a Corte de Contas do estado, o seminário conta com a participação da Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM). Um dos principais temas abordado foi impulsionamento de negócios e programas de financiamentos.

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Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

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pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

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Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

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O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

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