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Ministério do Turismo apresenta iniciativas voltadas aos povos originários, em seminário com gestores indígenas

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Em iniciativa inédita, o Ministério do Turismo conduz um mapeamento das comunidades indígenas com foco no desenvolvimento de políticas públicas voltadas ao etnoturismo. Esta e outras iniciativas da pasta, com foco no turismo responsável e de base comunitária foram apresentadas nesta sexta-feira (16) durante o 1° Encontro Nacional de Gestores Indígenas. O evento reuniu lideranças indígenas que atuam nas diferentes esferas do poder público.

Durante toda a semana foram discutidas iniciativas de sucesso e ações para fortalecer as redes de cooperação e promover políticas públicas representativas.

O mapeamento, conduzido pelo Ministério do Turismo, integra o projeto Brasil Turismo Responsável, parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte. “Temos uma orientação do ministro do Turismo, Celso Sabino, de trabalhar o segmento de maneira inclusiva e representativa.

“Nossa expectativa é lançar o documento até o segundo semestre. Ele traz um diagnóstico que até então não tínhamos em torno do turismo indígena no Brasil. A ideia é que a partir de então ele seja sempre atualizado”, ressaltou a coordenadora-geral de Turismo Sustentável e Responsável, Carolina Fávaro durante o encontro.

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Outro projeto apresentado pelo Ministério do Turismo aos gestores indígenas foi o “Experiências do Brasil Original” (EBO), uma ação estratégica e bem-sucedida na estruturação e diversificação da oferta que impulsiona o Turismo de Base Comunitária em territórios indígenas e quilombolas.

“Os resultados foram expressivos, com 84 famílias atendidas, mais de 160 pessoas impactadas, 41 experiências turísticas desenvolvidas, capazes de proporcionar memórias únicas e transformadoras ao público-alvo”, comentou o Coordenador de Produção Associada ao Turismo, da Coordenação Geral de Produtos e Experiências, Humberto Pires da Silva, que apresentou em conjunto com Carolina Fávaro.

COOPERAÇÃO INTERMINISTERIAL – As parcerias desenvolvidas pelo Ministério do Turismo com os demais órgãos do governo também foram destacadas durante o evento. Dentre elas está um Acordo de Cooperação Técnica junto aos Ministérios de Povos Indígenas e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços além da Funai e Embratur para promover o turismo sustentável. Por meio deste acordo são realizadas capacitações, ações de promoção à comercialização de produtos de maneira sustentável e orientação aos gestores de turismo e turistas.

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FORTALECIMENTO DO ETNOTURISMO – O etnoturismo é uma modalidade que valoriza a vivência cultural em comunidades indígenas, permitindo aos visitantes conhecerem os costumes, tradições, gastronomia e artesanato desses povos originários. Essa prática turística contribui para a preservação das culturas tradicionais e gera renda para as comunidades de forma sustentável.

No Brasil, existem mais de 300 povos indígenas, com grande potencial para o desenvolvimento do etnoturismo respeitoso e que valorize os saberes ancestrais. Iniciativas como as lideradas pelo Ministério do Turismo visam estruturar essas atividades, garantindo que as comunidades sejam protagonistas no planejamento e gestão das atividades turísticas em seus territórios.

Por Júlia de Aguiar
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Turismo

Ministério do Turismo amplia Comitê Interministerial de Gestão Turística do Patrimônio Mundial

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O Ministério do Turismo publicou na terça-feira (14) uma portaria que atualiza a composição do Comitê Interministerial de Gestão Turística do Patrimônio Mundial – colegiado responsável por propor, monitorar e avaliar ações que unem o turismo sustentável à preservação dos bens brasileiros reconhecidos pela Unesco.

O comitê articula políticas entre ministérios e órgãos como o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), focando na gestão, qualificação e promoção dos 25 sítios reconhecidos como Patrimônio Mundial no Brasil.

Esses locais incluem centros históricos como Ouro Preto e Brasília, belezas naturais como o Parque Nacional do Iguaçu e sítios arqueológicos como a Serra da Capivara, destacando a riqueza histórica e a biodiversidade do país.

Com a publicação da nova portaria, passam a integrar o comitê o Ministério das Relações Exteriores e a Organização das Cidades Brasileiras Patrimônio Mundial (OCBPM), uma entidade criada em 2013 para definir estratégias de gestão turística e conservação dos sítios classificados como Patrimônio Mundial.

O Ministério do Turismo coordena o comitê, que é formado ainda por Embratur, ICMBio, Iphan, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Ministério das Cidades e Ministério da Cultura.

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Com a atualização, o comitê amplia sua capacidade de atuação como instância central de organização das políticas de turismo nos chamados “sítios do Patrimônio Mundial”, incentivando uma maior colaboração entre instituições e eficiência nas ações.

REFORÇO – A participação do Ministério das Relações Exteriores no colegiado reforça a dimensão internacional das políticas públicas relacionadas ao turismo e ao patrimônio, aumentando a capacidade de articulação do Brasil com organismos multilaterais e contribuindo para alinhar as ações nacionais às diretrizes globais.

Já a inclusão da Organização das Cidades Brasileiras Patrimônio Mundial representa um avanço na governança federativa, ao incorporar ao grupo a perspectiva dos municípios.

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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