EDUCAÇÃO

MEC empossa novo reitor da Universidade Federal de Uberlândia

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O Ministério da Educação (MEC), nesta quarta-feira, 19 de fevereiro, o novo reitor da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Carlos Henrique de Carvalho. A cerimônia de posse foi realizada na sede do MEC, em Brasília, e contou com a presença do ministro Camilo Santana, que reforçou o compromisso da pasta com a autonomia das instituições e com o respeito à democracia. 

Este governo tem compromisso com a educação pública de qualidade, com as nossas universidades, o que passa, também, por manter o respeito à escolha da comunidade acadêmica”, destacou o ministro. Segundo ele, a UFU, que completa 47 anos em 2025, é um patrimônio não só de Uberlândia e de Minas Gerais, mas do Brasil. Estamos juntos nos desafios que se apresentam, a nossa luta é comum: por mais orçamento, pela melhoria e valorização do ensino público no país. 

Biografia – Carvalho é graduado em História (1993) e tem mestrado em Educação (1999) pela UFU. Também possui doutorado em História Econômica (2003) pela Universidade de São Paulo (USP) e estágio de pós-doutorado em História da Educação (2008) pela Universidade de Lisboa, Portugal. Atualmente, é professor titular da Faculdade de Educação (Faced/UFU), credenciado como docente do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGED) da instituição. 

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“Assumir a reitoria da UFU é um misto de honra e de responsabilidade. Honra por estar à frente de uma instituição que há décadas transforma vidas por meio da educação, da ciência e da cultura. E responsabilidade por saber que os desafios que nos esperam exigem muito mais do que uma gestão eficiente: exige comprometimento, visão estratégica e um olhar atento ao impacto da UFU na sociedade, afirmou o novo reitor. 

Ao longo da carreira, Carvalho integrou os conselhos das principais agências de fomento do estado e do Brasil: a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O professor é bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq nível 1B e membro do Conselho Curador da Fapemig. 

Como gestor, coordenou o PPGED/UFU, foi diretor da Faced e, entre 2017 e junho de 2024, foi pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UFU. Além disso, presidiu o Fórum Nacional de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-graduação das Instituições de Ensino Superior Brasileiras (Forprop) de 2020 a 2022. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

InovaSUS Digital seleciona 75 instituições públicas de ensino

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O Laboratório InovaSUS Digital selecionou, em resultado preliminar, 75 instituições públicas de ensino para integrar a iniciativa, que busca fortalecer a transformação digital no Sistema Único de Saúde (SUS). A seleção dEdital nº 1/2026, conduzido pelo Ministério da Saúde (MS) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), está conectada às estratégias dos programas SUS Digital e do Agora Tem Especialistas, voltadas à ampliação do acesso da população a serviços especializados e à modernização dos sistemas de informação do SUS. O resultado preliminar do edital está disponível no site do MS. 

Ao todo, o edital recebeu 657 propostas de diferentes organizações interessadas em contribuir com soluções tecnológicas inovadoras para a saúde pública. Desse total, 383 proponentes foram habilitados, incluindo 16 institutos federais e 59 instituições públicas de ensino superior, além de instituições privadas de ensino, empresas, startups e outros perfis institucionais. 

A participação das instituições públicas de ensino reforça a contribuição das universidades federais e da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica no desenvolvimento de pesquisas, tecnologias e soluções inovadoras que podem ser incorporadas às políticas públicas. As propostas selecionadas passarão a integrar o ambiente colaborativo do Laboratório InovaSUS Digital, criado para estimular a cooperação entre governo, instituições de ensino, centros de pesquisa e setor produtivo no desenvolvimento de tecnologias aplicadas à saúde. 

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De acordo com o ministro de Estado da Educação, Leonardo Barchini, a participação das instituições públicas de ensino contribui com material de excelência no aprimoramento da transformação digital do SUS. “Com a expertise de nossas instituições públicas de educação superior e da Rede Federal de Educação Profissional, poderemos colaborar com a transformação digital do SUS para melhorar a eficiência e a qualidade do atendimento aos cidadãos. No MEC, nosso objetivo ao apoiar a ação do Ministério da Saúde é contribuir com iniciativas que impactem diretamente a vida dos brasileiros.”   

Com a publicação do resultado preliminar, o Ministério da Saúde inicia a próxima fase do processo, que prevê o aprofundamento das propostas habilitadas. O objetivo é transformar as iniciativas apresentadas em soluções capazes de gerar impacto concreto na organização e na oferta de serviços do SUS. As soluções selecionadas poderão, futuramente, subsidiar parcerias estratégicas e processos de compras públicas de inovação, conforme avaliação técnica, jurídica e de conveniência do governo federal.  

Seleção Para participar do edital, as propostas deveriam estar alinhadas a eixos estratégicos como interoperabilidade e padrões de dados; telessaúde e serviços digitais ao paciente; dispositivos médicos e internet das coisas; gestão da informação em saúde; medicina de precisão; e aplicação de inteligência artificial. 

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Entre os critérios considerados na avaliação estavam relevância institucional, urgência do problema apresentado, potencial de escalabilidade, viabilidade técnica e grau de inovação. Para serem habilitadas, as propostas precisaram alcançar pontuação mínima de 60 pontos. 

As instituições participantes também deveriam demonstrar capacidade técnica e experiência em saúde digital, além de atender a requisitos jurídicos e fiscais e apresentar compromisso com princípios éticos, governança, segurança da informação e proteção de dados pessoais, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do MS 

Fonte: Ministério da Educação

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