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MCTI destaca Lei de TICs e é homenageado na abertura do Campinas Innovation Week 2025

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O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) marcou presença na abertura do Campinas Innovation Week 2025, nesta segunda-feira (9), no Prédio do Relógio, no Pátio Ferroviário de Campinas (SP). Representando o ministério, o secretário de Ciência e Tecnologia para Transformação Digital, Henrique Miguel, participou da cerimônia oficial e apresentou a palestra “Entendendo a Lei de TICs: inovação, desenvolvimento e competitividade para o Brasil”.

“O Brasil tem uma legislação robusta e moderna para incentivar o setor de TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação). A Lei promove inovação, gera empregos qualificados e fortalece a indústria nacional. Nosso desafio é garantir que esse mecanismo continue a impulsionar o desenvolvimento tecnológico de forma estratégica e sustentável”, afirmou o secretário durante sua apresentação.

Henrique Miguel destacou ainda os números mais recentes da política: mais de 500 empresas participantes, R$ 85 bilhões em faturamento com produtos incentivados e mais de R$ 3 bilhões investidos em pesquisa e desenvolvimento só neste ano. A palestra também abordou temas como inclusão digital e cooperação internacional.

Durante a cerimônia de abertura do evento, o MCTI foi homenageado com uma distinção de reconhecimento pelo apoio institucional oferecido ao desenvolvimento científico e tecnológico da cidade de Campinas. “Receber essa homenagem em um território tão estratégico para a ciência e a inovação no Brasil é motivo de grande orgulho. Campinas representa a força da articulação entre universidade, setor produtivo e governo, e o MCTI seguirá atuando para fortalecer ainda mais esse ecossistema”, destacou Henrique Miguel.

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Campinas Innovation Week: tecnologia, história e futuro conectados

O Campinas Innovation Week 2025 vai até sexta-feira (13), com mais de 38 estandes de expositores, palestras e atrações voltadas à ciência, tecnologia e mobilidade urbana. A programação acontece em uma área de 11 mil m², no Pátio Ferroviário de Campinas — local simbólico que integra o passado ferroviário à construção de um futuro tecnológico, incluindo projetos como o Hub de Inovação e a futura estação do Trem Intercidades.

A participação é gratuita, mediante inscrição no site oficial. O evento acontece das 9h às 18h e conta com estandes de importantes instituições de ensino, pesquisa e inovação, como UNICAMP, PUC-Campinas, Instituto Eldorado, Venturus, FITec, CPQD, Instituto Federal do Ceará, CNPEM e CTI, além de parceiros como Sebrae, IMA, Ital e Foodtech Hub.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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Projeto Entre Ciências seleciona seis propostas sobre sociobiodiversidade

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Como cuidar melhor da floresta, da terra e da biodiversidade? Parte dessa resposta está no diálogo entre diferentes formas de conhecimento. Com o objetivo de fortalecer a participação de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na produção de conhecimento sobre a sociobiodiversidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai selecionar seis iniciativas para o projeto Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo.     

Foram avaliadas 60 propostas de arranjos de pesquisa colaborativa, envolvendo comunidades e academia, vindas de diferentes regiões da Amazônia e do Cerrado. Os trabalhos foram selecionados por uma comissão formada por especialistas e representantes das próprias comunidades, levando em conta não só critérios técnicos, mas também a diversidade dos territórios e protagonismo de mulheres, jovens e anciãos.  

Projetos selecionados 

  • Associação dos Seringueiros do Seringal Cazumbá. Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Acre (Ifac) — Campus Rio Branco;  

  • Associação Quilombo Kalunga. Parceiro acadêmico: Universidade de Brasília (UnB) – Programa de Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (Mespt) e Programa da Licenciatura em Educação do Campo (Ledoc); 

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  • Organização Baniwa e Koripako — NadzoeriParceiros acadêmicos: UnB, Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade de São Paulo (USP);  

  • Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão (Amim). Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Amapá;  

  • Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica. Parceiro acadêmico: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) — Campus Almenara; 

  • Coletivo Mulheres Retireiras do Araguaia. Parceiro acadêmico: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao MCTI, e Instituto Juruá.  

Com os novos arranjos selecionados, o projeto passa a apoiar oito experiências em diferentes territórios, ampliando uma rede que conecta ciência dos povos e comunidades com a ciência acadêmica, cultura e meio ambiente.  

Para a secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Andrea Latgé, a iniciativa reforça a importância de integrar diferentes formas de conhecimento na produção científica. “O Entre Ciências mostra que o conhecimento também nasce nos territórios. Ao valorizar saberes de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, fortalecemos uma ciência mais diversa e conectada aos desafios do País”, destaca.  

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O Entre Ciências aposta em uma ideia simples e poderosa: quem vive nos territórios também produz conhecimento. O projeto fortalece o papel de povos indígenas e comunidades tradicionais na pesquisa sobre biodiversidade, em temas prioritários para o próprio território, incentivando a parceria com atores acadêmicos comprometidos e com respeito às diferentes formas de conhecimento.  

Além do apoio aos projetos, a iniciativa oferece formação, bolsas para pesquisadores locais das comunidades, intercâmbios e suporte para a gestão de dados e informações produzidas pelas próprias comunidades. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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