Caso Alphaville 1

Justiça concede HC a adolescente que matou Isabele Ramos Guimarães com tiro no rosto em Cuiabá

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Por Denise Niederauer

O advogado Artur Osti da adolescente B.C. que matou Isabele Ramos Guimarães conseguiu na manhã desta quarta-feira (16.09), um Habeas Corpus (HC) que acabou ficando apreendida na terça-feira (15.09) no complexo socioeducativo Lar Menina Moça, anexo ao Pomeri, após o judiciário decretar sua apreensão por 45 dias por ter cometido ato infracional análogo ao homicídio doloso, após pedido de apreensão determinado pela juiza da 2ª Vara da Infância e da Juventude do TJMT, Cristiane Padim da Silva.

A atiradora deveria por esss decisão ser internada no Centro Socioeducativo de Cuiabá, no complexo Pomeri por 45 dias.

Caso Alphaville 1

Isabele Ramos Guimarães, foi morta no dia 12 de julho, na residência de Marcelo Cestari, no Condomínio Alphaville, em Cuiabá.
O advogado Artur Osti e o pai da menor apreendida, Marcelo Cestari foram juntos nessa manhã, no Centro Socioeducativo para acompanhar a soltura da adolescente. Eles deixaram a unidade onde a menina passou a noite.

Novos desdobramentos dessa decisão são aguardados, e também como serão definidas pela Justiça, as penas a serem aplicadas com os outros envolvidos e indiciados no Caso Isabele

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Caso Alphaville 1

Protesto contra soltura da menor, marcam dois anos da morte de Isabele Guimarães com um tiro no rosto

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Por Alisson Gonçalves

Os Familiares e amigos  de Isabele Guimarães Ramos, organizam um movimento nesta terça-feira 12 de julho, para protestar contra a soltura da menor autora do crime, que matou a adolescente com um tiro no rosto.

O protesto acontece nesta terça-feira, na data em que faz dois anos desde o crime. O ato inicia  enfrente ao Colégio Maxi seguindo até o Tribunal de Justiça de MT.

O caso aconteceu em 2020 em uma casa de luxo no bairro Alphaville em Cuiabá, na época Isabele foi morta por sua melhor amiga com um tiro no rosto.

O protesto é contra a soltura da menor autora do crime, que ganhou liberdade no mês passado, após cumprir um ano de internação do complexo Pomeri.

A soltura da menor só foi possível, porque desembargadores mudaram de entendimento do crime passando de Homicídio doloso para Homicídio Culposo, quando não há intenção de matar.

Segundo a empresária Patrícia Guimarães Ramos, o ato é um pedido de justiça, uma vez que durante às investigações foi comprovada que a menor sabia manusear arma de fogo.

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Em sua rede social Patrícia desabafou “Não tem um dia que eu acorde ou durma sem pensar nesse crime e na falta que ela faz”, disse em sua publicação.

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