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Jota de Sá desponta e aparece entre os 20 primeiros na disputa pela Câmara de VG, segundo pesquisa da Gazeta

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*SURPREENDEU*

JB News

Da Redação

A corrida eleitoral para a Câmara Municipal de Várzea Grande começa a esquentar, com novos dados revelados pela pesquisa do Instituto Gazeta Dados, realizada entre os dias 20 e 23 de agosto.

O levantamento, que ouviu 800 eleitores de 87 bairros da cidade, oferece uma visão preliminar das intenções de voto para as eleições de 2024.

O candidato a vereador Jota de Sá aparece em 19º lugar, com 0,4% das intenções de voto.

Embora a posição não assegure uma vaga imediata na Câmara de Vereadores, ela coloca o candidato em uma posição de destaque na acirrada disputa, sugerindo que ele tem potencial para crescer na preferência do eleitorado ao longo da campanha.

A pesquisa também destacou nomes de peso na política local, como Jero Neto, Gisa Barros, Sargento Galibert, Rosy Prado, Enfermeiro Emerson, Carlinhos Figueiredo, Ícaro Reveles e Sardinha, todos lembrados e colocados entre os 40 primeiros.

Esses candidatos, que já foram eleitos em 2020, continuam a ser bem vistos pelos eleitores, reforçando suas chances de reeleição.

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Em contraste, alguns dos vereadores eleitos em 2020 não conseguiram se destacar nesta pesquisa.

Nomes como Fabinho, Pablo Ferreira, Professora Eucaris Arruda e outros não foram mencionados entre os 40 primeiros, o que pode indicar dificuldades em manter sua base eleitoral.

Pedrinho, atualmente vice-prefeito e candidato à reeleição na chapa com o prefeito Kalil Baracat, também não apareceu no ranking dos mais lembrados, um dado que pode preocupar sua campanha.

Um aspecto crucial da pesquisa é o elevado número de eleitores indecisos.

Cerca de 47,7% dos entrevistados ainda não sabem em quem votar para vereador, enquanto outros 4,9% afirmaram que votarão em branco ou nulo.

Esses números mostram que o cenário eleitoral em Várzea Grande ainda está muito aberto, e que as próximas semanas serão fundamentais para os candidatos consolidarem suas posições.

Com uma margem de erro de 3 pontos percentuais e um intervalo de confiança de 95%, a pesquisa registrada na Justiça Eleitoral sob o número MT-08126/2024 é um termômetro importante, mas ainda não decisivo, da disputa pela Câmara Municipal.

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Otaviano Pivetta endurece regras no sistema prisional e veta visitas íntimas para condenados por feminicídio, estupro e pedofilia em MT

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por Nayara Cristina

O governador em exercício Otaviano Pivetta sancionou uma nova lei que endurece o tratamento a presos condenados por crimes de extrema gravidade em Mato Grosso. A norma, publicada nesta terça-feira (15), proíbe visitas íntimas a detentos com condenação definitiva por feminicídio, estupro e pedofilia em todas as unidades do sistema penitenciário estadual.

A nova legislação, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho, estabelece que a restrição vale exclusivamente para condenados com sentença transitada em julgado — ou seja, quando já não há possibilidade de recurso. A medida atinge diretamente autores de crimes marcados pela violência extrema, especialmente aqueles praticados contra mulheres, crianças e adolescentes.

Pelo texto sancionado, visita íntima é caracterizada como o encontro realizado em ambiente reservado, sem acompanhamento direto dos agentes penitenciários, em espaço fechado e com a presença exclusiva do preso e do visitante. A partir da entrada em vigor da lei, esse tipo de benefício passa a ser expressamente proibido para os condenados enquadrados nas condutas previstas.

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Apesar do endurecimento, a norma mantém o direito às visitas sociais, asseguradas pela Lei de Execução Penal. Esse tipo de visita continua permitido em espaços apropriados dentro das unidades prisionais, com supervisão dos servidores e dentro dos protocolos de segurança já existentes.

A sanção ocorre em meio ao debate nacional sobre o fortalecimento das políticas de proteção às vítimas de violência e o aperfeiçoamento das regras de execução penal. Com a nova regra, o governo de Mato Grosso reforça um posicionamento de maior rigor no enfrentamento a crimes que causam forte impacto social e amplia o recado institucional de intolerância à violência contra os grupos mais vulneráveis.

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