Caso Alphaville 1
Pais da atiradora que matou Isabele Guimarães viram réus após Justiça aceitar denúncia do MPE
JB News
Por Denise Niederauer
Os pais da menor B.O.C. investigada pela morte da adolescente Isabele Guimarães Ramos, de 14 anos, se tornaram réus depois que a juíza Maria Rosi de Meira Borba, da 8ª Vara Criminal de Cuiabá, aceitou a denúncia do Ministério Público do Estado contra o casal, o empresário Marcelo Cestari e sua esposa Gaby Soares de Oliveira Cestari pelos crimes de homicídio culposo, posse ilegal de arma de fogo, entrega de arma de fogo a pessoa menor, fraude processual e corrupção de menores. A decisão é dessa segunda-feira (16.11). O caso tramita em segredo de Justiça. Na denúncia, o promotor de justiça Milton Pereira Merquiades relata que houve clara negligência do casal no caso, destacando que eles permitiram que a filha tivesse acesso à arma disparada e também a outros armamentos que estavam na casa naquele dia.
O pai da menor atiradora, Marcelo Cestari vai responder também por posse ilegal de arma de fogo. A magistrada determinou a citação dos acusados, que terão o prazo de 10 dias para responderam à acusação. Caso Alphaville 1
Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, foi morta no dia 12 de julho, na residência de Marcelo Cestari, no Condomínio Alphaville1, em Cuiabá. versão de tiro acidental sustentado desde o começo pela adolescente B.O.C. de 15 anos, e que matou Isabele, mas foi derrubada pelas perícias feitas no local pela Politec MT.
A Polícia Civil descartou essa versão na conclusão do inquérito, e a adolescente B.O.C., de 15 anos, foi indiciada por ato infracional análogo ao homicídio doloso, porque ela além de prática de tiro, e conhecimento do uso de
armas ao assumir o risco ao apontar e atirar com pouca distância no rosto da Isabele, essa foi a conclusão da investigação realizada pela Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.
Caso Alphaville 1
Protesto contra soltura da menor, marcam dois anos da morte de Isabele Guimarães com um tiro no rosto
JB News
Por Alisson Gonçalves
Os Familiares e amigos de Isabele Guimarães Ramos, organizam um movimento nesta terça-feira 12 de julho, para protestar contra a soltura da menor autora do crime, que matou a adolescente com um tiro no rosto.
O protesto acontece nesta terça-feira, na data em que faz dois anos desde o crime. O ato inicia enfrente ao Colégio Maxi seguindo até o Tribunal de Justiça de MT.
O caso aconteceu em 2020 em uma casa de luxo no bairro Alphaville em Cuiabá, na época Isabele foi morta por sua melhor amiga com um tiro no rosto.
O protesto é contra a soltura da menor autora do crime, que ganhou liberdade no mês passado, após cumprir um ano de internação do complexo Pomeri.
A soltura da menor só foi possível, porque desembargadores mudaram de entendimento do crime passando de Homicídio doloso para Homicídio Culposo, quando não há intenção de matar.

Segundo a empresária Patrícia Guimarães Ramos, o ato é um pedido de justiça, uma vez que durante às investigações foi comprovada que a menor sabia manusear arma de fogo.
Em sua rede social Patrícia desabafou “Não tem um dia que eu acorde ou durma sem pensar nesse crime e na falta que ela faz”, disse em sua publicação.
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