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Inscrições abertas para novos polos do curso de auriculoterapia

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O Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Gestão do Cuidado Integral (DGCI) da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (Saps), em convênio com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), anuncia a abertura das inscrições para novos polos do curso de auriculoterapia no primeiro semestre de 2025. 

As inscrições ocorrem de forma regionalizada, até o dia 27 de março, conforme cronograma disponível no site oficial do curso.

A formação é voltada para profissionais de saúde de nível superior que atuam na atenção primária à saúde (APS). O curso, que será no formato semipresencial, está dividido em 2 etapas: uma etapa a distância (EAD) com carga horária de 75 horas, constituído de cinco módulos sequenciais, e uma etapa presencial, com carga horária de 5 horas, realizada ao final do EAD. O objetivo é capacitar os participantes na utilização da auriculoterapia, uma prática integrativa e complementar reconhecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (PNPIC).   

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Aulas práticas presenciais 

Para a edição de 2025, serão disponibilizados novos polos regionais, ampliando o acesso dos profissionais de saúde às aulas práticas presenciais. As datas de abertura de inscrições variam de acordo com cada polo e estão detalhadas no cronograma oficial. O curso é uma iniciativa do Núcleo Técnico de Gestão da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (NTG-PNPIC) e busca fortalecer a incorporação da auriculoterapia na rede pública de saúde. 

Para este primeiro semestre, os profissionais de saúde podem se inscrever nos polos de Vitória (ES), Balsas (MA), Caxias (MA), Imperatriz (MA) e Teresina (PI). Já no polo de Florianópolis (SC), as inscrições seguem até o próximo dia 12. 

Para o 2º semestre de 2025 estão previstas ofertas nos polos de Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Cuiabá (MT), Fortaleza (CE), Juazeiro (CE), Juiz de Fora (MG), Manaus (AM), Montes Claros (MG), Piracicaba (SP), Quixadá (CE), Ribeirão Preto (SP), Rio Branco (AC), Sobral (CE) e Uberlândia (MG). 

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Sobre a auriculoterapia

A auriculoterapia é uma técnica terapêutica que promove a regulação psíquico-orgânica do indivíduo por meio de estímulos em pontos específicos no pavilhão auricular (geralmente por meio do uso de sementes vegetais esféricas aderidas à pele) – em que todo o organismo se encontra representado nesse microssistema auricular. A acupuntura auricular/auriculoterapia tem origem nas escolas chinesa e francesa, sendo a brasileira constituída a partir da fusão dessas duas.  

Reconhecida como uma Prática Integrativa e Complementar em Saúde (Pics), a técnica auxilia no manejo da dor, estresse, ansiedade, entre outros benefícios, contribuindo para uma atenção à saúde mais humanizada e integral. 

Inscrições

Os interessados podem se inscrever no site oficial do curso. As inscrições são gratuitas, e o prazo varia conforme a região do polo desejado

Camila Rocha
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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Da ciência ao cuidado: Ministério da Saúde debate estratégias para acelerar o acesso à inovação nos serviços do SUS

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Inovação em saúde, pesquisas clínicas, inteligência artificial, terapias avançadas e tecnologias de ponta ocuparam o centro do debate público durante a realização da Feira SUS Inova Brasil. O evento foi promovido pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, na capital carioca nesta sexta-feira (17/04). A programação contou com espaços de conexões e painéis temáticos que reuniu representantes da sociedade civil e especialistas do setor público e privado.

A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Saúde, Fernanda De Negri, ressaltou que o evento soma-se aos esforços do Governo do Brasil para acelerar o caminho entre o que é produzido no país e a disponibilização no sistema público. O debate, destacou a secretária, precisa ser feito com a participação direta de gestores municipais e estaduais para construir estratégias cada vez mais integradas e colaborativas.

Entre as medidas já adotadas, está o apoio às pesquisas clínicas. “É a partir delas que a gente vai conseguir testar essas novas tecnologias que estão sendo feitas. E, quanto mais a gente for eficiente nesse processo, mais a gente consegue aproximar e trazer essas tecnologias para o uso efetivo no sistema de saúde lá na ponta”, enfatizou.

Outra ação destacada por Fernanda De Negri foi a implementação do Programa Nacional de Inovação Radical. Realizado em conjunto com o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), a inciativa tem o objetivo de impulsionar o conhecimento científico em soluções concretas, por meio de medicamentos, tratamentos e dispositivos que atendam às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). “As ações são justamente para acelerar e reduzir esse gap entre a pesquisa e a inovação, e o uso dessa inovação no sistema público de saúde”, concluiu.

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 Caminhos da inovação aplicada

 Quatro outros painéis também integraram o evento. O primeiro foi dedicado à saúde digital. Nele, especialistas discutiram como o uso eficiente de dados, da inteligência artificial e da medicina de precisão podem apoiar a modernização do SUS e, consequentemente, contribuir para a diminuição de custos. O debate mostrou que a análise qualificada dessas informações já orienta a criação de políticas públicas e apoia gestores locais a tomar decisões mais rápidas, seguras e eficientes, impulsionando novas formas de inovar na saúde pública.

 O segundo painel destacou a importância de transformar resultados de pesquisas em soluções reais para o SUS, por meio da pesquisa clínica, da avaliação de novas tecnologias e da inovação em saúde. Os debatedores apontaram oportunidade para avançar em questões regulatórias, de organização dos serviços e de parcerias estratégicas para que essas inovações sejam adotadas em larga escala.

Tecnologia que transforma

 A discussão sobre inovação em saúde avançou com o debate sobre o Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) e seu papel na redução das desigualdades regionais no país. Especialistas destacaram que políticas públicas orientadas às características de cada território podem impulsionar o desenvolvimento produtivo local, fortalecer cadeias estratégicas do SUS e gerar impacto social direto nas comunidades. A aposta em soluções que dialogam com as realidades das regiões brasileiras foi apontada como caminho para ampliar a equidade, promover autonomia tecnológica e consolidar um modelo de inovação capaz de responder às necessidades concretas da população.

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O último painel foi em torno de como o cuidado com pacientes com câncer está mudando com a novas tecnologias, que vão desde exames mais precisos, como os que usam biomarcadores e biossensores, até tratamentos avançados, como a terapia CAR-T, que usa as próprias células de defesa do paciente para atacar o tumor. O diálogo reforçou que unir diagnósticos mais confiáveis a terapias inovadoras é fundamental para que o SUS consiga adotar essas novidades de forma sustentável e para um número cada vez maior de pessoas.

Conexões

A programação contou ainda com espaços de conexão. Foi nesse ambiente que a mestranda em Gestão de Competitividade e Saúde, Ariane Volin, de 44 anos, natural do Pará e atualmente morando em São Paulo, encontrou oportunidade de compreender melhor os estágios da inovação no Brasil, especialmente no que diz respeito à pesquisa e à aplicação de práticas de governança.

Para ela, a feira é uma vitrine e um momento oportuno para aprofundar seu olhar sobre gestão. “O conteúdo apresentado contribui diretamente para minha pesquisa sobre governança pública em projetos. Estou acompanhando temas como privacidade, segurança da informação e a aplicação prática do conhecimento”, ressaltou Ariane.

Assista aos debates da Feira SUS Inova Brasil

Janine Russczyk
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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