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Ingressos promocionais do Festival Braseiro esgotam em meia hora

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Ingressos promocionais esgotam em meia hora; venda do 1º lote segue por mais uns dias

 

Edição do Festival em Cuiabá será em 18 de abril e público se mostra ansioso para chegada do evento

A organização do Festival Braseiro levou apenas 30 minutos para vender os 700 ingressos do lote promocional reservados para o evento na Capital, no dia 18 de abril. Ao todo, no fim de semana, foram vendidos 1.507 ingressos, pouco mais de 800 já do 1º lote. A abertura das vendas foi no sábado (25), nos postos Casa de Festas, Associação Braseiro e Lojas Celeiro, em Cuiabá. No estabelecimento do Alphamall, os clientes que foram em busca do convite tiveram uma amostra do churrasco servido no festival.

A arquiteta Natacha de Carvalho estava ansiosa para garantir os ingressos dos amigos de Vilhena, município de Rondônia, que vão fazer uma caravana para curtir o Festival Braseiro. “A expectativa é muito grande para aproveitar a festa e as atrações musicais. A qualidade do evento só aumenta a cada edição, os cortes da carne, e agora, a bebida é a Heineken, o que também motivou o pessoal a vir de tão longe”.

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Para Andri Bochoski, auxiliar administrativo, o Braseiro melhora a cada edição. “Minha expectativa é a melhor possível, principalmente agora, que firmou parceria com a Heineken, a melhor cerveja na minha opinião. Sem contar que a Celeiro é a melhor carne do Brasil, tem os melhores cortes e os melhores churrascos, e o evento está cada mais eficiente e organizado para atender todo o seu público”.

O churrasqueiro Rafael Oprine conseguiu comprar o último ingresso do lote promocional, será voluntário em uma das estações do Braseiro e não esconde que é fã do evento. “Este ano, com certeza, será maravilhoso. O diferencial desse evento, além da causa nobre, é a quantidade de estações, algo que você só vê no Braseiro aqui em Mato Grosso”.

As vendas do 1º lote vão continuar até esgotar os 1.000 ingressos reservados a ele, lembrando que a meia social sai por R$ 250,00 mais um quilo de alimento não perecível, que deve ser entregue no dia do evento, e a inteira, por R$ 270. As crianças até 11 anos não pagam. Ingressos para a edição de Cuiabá também foram vendidos nas lojas da Celeiro de Rondonópolis.

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“Essa crescente demanda pelos ingressos se deve a tudo o que o Festival Braseiro oferece, como as sete horas de evento, a qualidade excepcional da carne, que é servida ininterruptamente, somado ao fato também da bebida. A procura pelo ingresso é sempre muito grande, fato comprovado pelo esgotamento, que normalmente acontece. Nós, do Festival Braseiro, só temos a agradecer ao público maravilhoso pela confiança no Braseiro, que é um evento filantrópico e que, por esse motivo, as pessoas buscam, cada vez mais, participar, além de se divertir” comentou o vice-presidente da Associação Braseiro, Joel Becker.

 

Pontos de venda

Cuiabá:

• Loja Celeiro do Alphamall (Alphaville)

• Casa de Festas: Shopping Pantanal e Goiabeiras Shopping

Rondonópolis:

• Lojas Celeiro

• Associação Braseiro (Rua Sete de Setembro, 1747 – Vila Goulart)

Site: techtickets.com.br/

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Instagram: @festivalbraseiro_

Facebook: /festivalbraseiro

 

Fotos: Vendas em lojas de Cuiabá e Rondonópolis

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Fusão do jazz com rasqueado dá o tom a novo disco da Tocandira

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Fusão do jazz com rasqueado dá o tom a novo disco da Tocandira; lançamento será no dia 20

 O “Na Xá Cara” poderá ser conferido nas principais plataformas de streaming  

 Os fãs de jazz fusion têm motivo para comemorar. Na segunda-feira (20) será lançado disco com “sotaque cuiabano”, em que músicos virtuosíssimos e versáteis adicionam ao gênero, também o rasqueado, rock, MPB e até disco music.

O nome irreverente traduz o peso com que o som chega aos ouvidos de quem o escuta. “Na Xá Cara” é também resultado de pesquisas musicais e mix de técnicas apuradas.

O novo trabalho da banda Tocandira será disponibilizado nas principais plataformas de streaming, que podem ser acessadas no endereço https://linktr.ee/tocandira, a partir das 19h. Compõem o trio, o guitarrista Danilo Bareiro, o baterista Éder Uchôa e o baixista Wellington Berê.

Diretor artístico e produtor do disco, Danilo se emociona ao falar do projeto que teve incentivo da Lei Aldir Blanc, via edital da Prefeitura de Cuiabá. A produção executiva é de Vicente de Albuquerque.

“Foi um processo de produção único em nossas vidas. Diante do ‘chamado’ do edital nos lançamos a produzir músicas do zero e o resultado, para nós, foi incrível. Esse projeto se concretiza a partir do estímulo da política cultural”.

O disco tem sete faixas e renova a parceria dos músicos da banda e conta ainda com participações especiais do tecladista Igor Mariano e do saxofonista Phellyppe Sabo. Quem assina a mixagem é o áudio designer, Tchucka Jr.

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“Eu, Éder e Berê, parceiros de longa data e músicos que formam a Tocandira mergulhamos em um processo tão imersivo que por vezes alcançamos a marca de 24 horas de produção ininterrupta. Fechamos sete músicas, mas adiantamos, temos um bom material para um próximo disco”, anuncia Danilo Bareiro.

Na identidade plural do disco, ele enfatiza que a pesquisa com ritmos regionais de Éder Uchôa influenciou muito e assim, o rasqueado e o cururu se fizeram presentes. Caso, de “Jazz queira ou não”. Essa música tem a participação de Igor Mariano. “Ficou um jazz com rasqueado, com pop e até disco music”, descreve Danilo, ao falar da música mais ensolarada.

Outra música, a “32 passos para o precipício” – ideia de Éder Uchôa -, tem acordes complexos aos quais foram adicionados samplers de internet. “Ficou um monstro elaborado. Passei 12 horas compondo os arranjos e Wellington fez a melodia”, diverte-se Danilo.

“Já a Lamflex começou com uma proposta de lambadão, mas acabou que a influência do metal se sobrepôs. A propósito, a presença do metal é marcante no disco todo por causa do pedal duplo que o Éder utiliza. Já Berê se utiliza muito da técnica de slap no contrabaixo. Ele foi influenciado pelos estudos que vêm desenvolvendo”, aponta.

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“Cajueiro rei e os cajus do arco-íris”, com o sax de Phe Sabo, no que diz respeito ao local de criação, tem tudo a ver com a cultura cuiabana. Compusemos debaixo de um cajueiro. Naquele dia chovia muito e um arco-íris surgiu por detrás dele”, relembra.

“Flores de Gardênia” foi presente para Gardês, casada com Wellington Berê. “Ele saiu para busca-la porque íamos comemorar o aniversário dela e quando voltaram, a música já estava composta”.

Outra faixa, foi dedicada a Cristhiane. Ganhou o título “Shé”, apelido carinhoso dado por Danilo à esposa.

Por fim, Na Xá Cara é um híbrido de todas as influências, técnicas e gêneros que delinearam a trajetória dos três músicos. “E é principalmente, fruto de tudo que está rolando na nossa mente atualmente: tem slap, metal, rasqueado e compasso sete por quatro. Ela descende de uma música que compus quando tinha um projeto com Éder, o Jaburu”.

Danilo celebra o momento e acredita que o disco vai trazer frescor na vida de quem curte um bom jazz fusion. “Afinal, sabemos por experiência das apresentações na noite mato-grossense, da observação de nossas andanças pelo Estado, que há um público consumidor ávido por trabalhos como este”.

Lidiane Barros

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