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Governador Mauro Mendes Publica Lei que autoriza o Estado a contratar U$$ 180 milhões com o BIRD

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Da Redação

 

Foi publicado nesta sexta-feira 19.05, a lei 855/23, que autoriza o Estado de Mato Grosso a Contratar cerca de R$$ 180 milhões de dólares do Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), cerca de R$ 900 milhões na cotação atual.

Segundo o governo, o dinheiro será divido e investido no Programa Educação em Foco, cerca de  R$ 100 milhões, e U$$ 80 milhões no desenvolvimento da a Agricultura Familiar sustentável.

O projeto passou por vários debates e questionamento na Assembleia Legislativa (ALMT), alguns deputados teceram críticas, mas somente o deputado Lúdio Cabral e Valdir Barranco votaram contra o projeto na sessão desta última quarta-feira17.05. Mas a maioria absoluta votaram a favor do empréstimo.

O projeto ainda passará por mais dois crivos até ter o recurso liberado pelo BIRD. Ainda será analisado pelo Tesouro Nacional e pelo Senado Federal. Após isso terá outras tratativas com o banco credor.

A expectativa é que o estado possa receber o recurso ainda em 20124.

Os empréstimos serão  em dólar, que atravessará sete mandatos de governadores, podendo ser quitado até 2048.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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