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Governador Mauro Mendes Busca soluções inovadoras em reunião com a gigante Google

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Da Redação

Em busca de alternativas para aprimorar o atendimento e a prestação de serviços ao cidadão, o governador Mauro Mendes (União) se reuniu com integrantes da Google em Nova Iorque, EUA, na manhã desta quinta-feira (16.05). Durante o encontro, foram apresentadas soluções tecnológicas que visam aumentar a eficiência dos investimentos públicos e melhorar o atendimento à população de Mato Grosso.

“Estamos buscando sempre soluções inovadoras para dar agilidade ao cidadão que precisa dos serviços públicos. O mundo está se transformando e o governo precisa acompanhar isso, pois a inteligência artificial é uma solução que precisa ser incorporada na interface entre o Estado e o cidadão”, destacou o governador.

Os técnicos da Google apresentaram diversas funcionalidades que a inteligência artificial pode proporcionar, incluindo melhorias nos setores de saúde, segurança, logística e governadoria. Entre as inovações destacadas, está a utilização de IA para agilizar e melhorar a relação entre os serviços prestados e os cidadãos que os recebem.

Outra proposta discutida foi o uso de sistemas de videomonitoramento e logística para combater a sonegação fiscal. Com essa tecnologia, seria possível analisar se a carga foi entregue ao destinatário correto, se houve desvios e se a carga correspondia à nota fiscal emitida.

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Além do governador, participaram da reunião o presidente da Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI), Cleverson Gomes; os secretários de Estado Fábio Garcia (Casa Civil), Rogério Gallo (Fazenda) e Laice Souza (Comunicação); e os deputados Beto Dois a Um (União), Max Russi (PSB) e Fábio Tardin (PSB).

O encontro representa um passo importante para a modernização dos serviços públicos em Mato Grosso, com o objetivo de incorporar tecnologias de ponta que possam oferecer um atendimento mais ágil e eficiente para a população.

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De chefe da Abin a foragido internacional: quem é Alexandre Ramagem, aliado de Bolsonaro preso pelo ICE nos Estados Unidos

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Da redação

O ex-deputado federal Alexandre Ramagem foi preso nesta segunda-feira (13) por agentes do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos (ICE), após meses foragido da Justiça brasileira. A informação foi confirmada pela Polícia Federal e pelo sistema do Departamento de Segurança Interna dos EUA, que registrou Ramagem como “sob custódia”. 

Delegado de carreira da Polícia Federal, Ramagem ganhou projeção nacional ao integrar a equipe de segurança do então presidente Jair Bolsonaro durante a campanha de 2018. A proximidade com Bolsonaro o levou ao comando da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), cargo que ocupou entre 2019 e 2022. Durante sua gestão, tornou-se um dos nomes centrais do núcleo de confiança do governo federal. 

Em 2022, foi eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro. No entanto, sua trajetória política passou a ser marcada por investigações relacionadas ao uso da estrutura de inteligência do Estado. A Polícia Federal apontou que Ramagem teria participado da chamada “Abin paralela”, esquema investigado por suposto monitoramento ilegal de autoridades, jornalistas e adversários políticos. 

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Em setembro de 2025, Ramagem foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 16 anos, um mês e 15 dias de prisão por crimes ligados à tentativa de golpe de Estado e à organização criminosa armada. A decisão também resultou na perda do mandato parlamentar e do cargo de delegado federal. 

Após a condenação, ele deixou o Brasil de forma clandestina e passou a viver nos Estados Unidos. O governo brasileiro formalizou pedido de extradição no fim de 2025. Desde então, Ramagem era considerado foragido da Justiça. 

A prisão ocorreu nos Estados Unidos, onde Ramagem estava em situação migratória irregular, segundo informações preliminares. Até o momento, as autoridades norte-americanas não divulgaram imagens oficiais da prisão nem detalhes sobre eventual audiência de extradição. 

A detenção de Ramagem representa um novo desdobramento internacional do processo que apura a tentativa de ruptura institucional no Brasil após as eleições de 2022. A expectativa agora é sobre os próximos passos da cooperação entre autoridades brasileiras e norte-americanas para definir se o ex-parlamentar será deportado ou extraditado para cumprir a pena no país. 

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