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Governador Mauro Mendes edita decreto e diz o Estado que não reconhece nenhum caso de Coronavirus em MT

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JB NEWS

Em coletiva na tarde desta segunda-feira 16 no Palácio Paiaguás, o governador Mauro Mendes (DEM), disse que o Estado não reconhece nenhuma noticia divulgada pelos veículos de comunicação relacionados ao caso pessoas infectados com Coronavirus  (COVID-19), em Mato Grosso até o momento.

Veja aqui a entrevista:👇

Segundo o governador as secretarias estadual e municipal de saúde não reconhece essa informação porque os pacientes não seguiram o protocolo exigidos pela saúde. ”Muitas informações ainda estão circulando de maneiras desencontradas, é bom que todas as pessoas possam ter cautela com isso”.

O Governo também editou nesta segunda-feira um decreto onde determinou algumas medidas para o controle da proliferação do Coronavirus em MT.

Veja aqui o decreto:👇

http://www.mt.gov.br/-/13952089-veja-as-medidas-adotadas-pelo-governo-do-estado-no-combate-ao-coronavirus

Na sua fala Mauro Mendes disse que as medidas protetivas tomadas serão determinantes para a não proliferação. ”A lentidão da proliferação do vírus  é que vai determinar o sucesso  das ações, uma vez que a probabilidade de praticamente todos os estados  serem afetados  com a pandemia”.

As prevenções e medidas que na data de hoje foram tomadas pelo governo, tenham o caráter mais de tentar evitar que o vírus possa ter de forma acelerada de circular no Estado de Mato Grosso. Disse

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Na capital, o paciente, de 48 anos, que chegou recentemente da Itália, encontra-se internado no Hospital Santa Rosa. A contraprova foi realizada e o resultado ainda é aguardado.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, nesta segunda-feira (16.03), outros seis casos suspeitos de coronavírus em Mato Grosso. No total, são monitorados 15 casos suspeitos no Estado.

 

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Saúde

Ministério da Saúde envia mais 2,2 milhões de doses contra Covid-19 e mantém estoques garantidos no país

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Nesta semana, o Ministério da Saúde enviou mais 2,2 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal, garantindo estoque suficiente para atender às demandas regionais. Com essa entrega, o total de doses distribuídas pela pasta nos primeiros meses deste ano chega a 6,3 milhões. Os estoques estão garantidos em todo o país.

As vacinas ofertadas pelo SUS são as mais atualizadas contra as cepas em circulação e seguem recomendadas de forma prioritária para os grupos mais vulneráveis. “As vacinas continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses suficientes e segue garantindo o acesso da população à imunização”, afirma o diretor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti.

O Ministério da Saúde mantém estoque para atender todo o país. A distribuição das doses às unidades de saúde e a organização da logística local são de responsabilidade dos estados e municípios, que gerenciam seus estoques, controle de validade e aplicação das doses.

O envio é feito por meio de pauta automática, baseada em critérios como estimativa da população-alvo e o número de doses aplicadas. Estados podem formalizar solicitações adicionais caso identifiquem necessidades excepcionais. Quando acionado, o Ministério realiza o envio de mais doses.

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Abastecimento contínuo em todo o país

Entre janeiro e março de 2026, o Ministério da Saúde enviou 4,1 milhões de doses aos estados, com 2 milhões já aplicadas. A nova remessa, com mais 2,2 milhões de doses enviada nesta semana, dá continuidade ao envio regular e se soma aos estoques regionais para crianças e adultos, reforçando a estratégia de ampliação da cobertura vacinal.

A distribuição é feita pelo Ministério da Saúde diretamente às secretarias estaduais de saúde (SES), responsáveis pela logística de recebimento e distribuição das doses aos municípios.

Quem deve se vacinar?

  • O esquema de vacinação contra a Covid-19 no Brasil segue diretrizes atualizadas, estruturadas conforme faixa etária e condições de saúde, com foco na proteção dos grupos mais vulneráveis:
  • Idosos (a partir de 60 anos ou mais): duas doses, com intervalo de 6 meses entre elas;
  • Gestantes: uma dose a cada gestação, em qualquer idade e fase gestacional, respeitando intervalo mínimo de 6 meses desde a última dose;
  • Crianças (6 meses a menores de 5 anos): esquema básico de duas ou três doses, conforme o imunizante;
  • Pessoas imunocomprometidas (a partir de 6 meses de idade): esquema básico com três doses e recomendação de doses periódicas (uma dose semestral, com intervalo mínimo de seis meses);
  • População geral (5 a 59 anos): uma dose para pessoas não vacinadas anteriormente.
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A estratégia de vacinação também contempla outros grupos especiais, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, povos indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas, população privada de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos Correios.

A orientação é que a população procure a unidade de saúde mais próxima para verificar a situação vacinal e manter a proteção em dia.

Cenário epidemiológico

A Covid-19 é uma infecção respiratória causada pelo SARS-CoV-2, com potencial de agravamento, especialmente em grupos de maior risco, podendo evoluir para óbito. Em 2026, até 11 de abril, foram registrados 62.586 casos de síndrome gripal (SG) por Covid-19. Também foram notificados 30.871 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), sendo 4,7% por Covid-19 (1.456 casos), com 188 óbitos de SRAG por Covid-19.

Diante desse cenário, a vacinação continua sendo a principal forma de proteção. As vacinas oferecidas gratuitamente pelo SUS são seguras e eficazes para prevenir casos graves, hospitalizações e óbitos. Por isso, é fundamental manter o esquema vacinal atualizado, especialmente entre os grupos mais vulneráveis.

Marcela Motta
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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