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Governador defende que evento se traduza em resultados efetivos ao cidadão

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Mauro Mendes ressaltou importância da tecnologia para o desenvolvimento de Mato Grosso

Lucas Rodrigues

Com informações Secom-MT

O governador Mauro Mendes, durante participação no evento por videoconferência – Foto por: Secom
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O governador Mauro Mendes defendeu que os debates e projetos apresentados durante a 17ª Semana de Ciência e Tecnologia (SNCT) sejam revertidos em resultados efetivos para a melhoria da vida dos cidadãos.

Mendes participou do evento, via videoconferência, na manhã desta terça-feira (20.10). O tema do evento é “Inteligência Artificial: A nova fronteira da ciência brasileira”.

Dentro da programação, ocorre a 12ª Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (MECTI). A mostra é realizada pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), em parceria com o Instituto Farmun e conta o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

“Eu desejo que todos possam ter boas discussões, que possam fazer desse encontro mais uma fonte de oportunidades para debater temas tão importantes. Que essa semana possa se traduzir em resultados efetivos para o dia a dia de todos os nossos cidadãos”, afirmou o governador.

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Mauro Mendes destacou que a tecnologia se mostrou ainda mais importante neste ano, em razão das dificuldades trazidas pela covid-19.

“Essa pandemia trouxe ao mundo grandes desafios. E isso vai exigir de todos nós um esforço muito grande para voltar a vida normal. Por outro lado, a pandemia nos trouxe alguns ensinamentos que poderão ser úteis, e um deles é usar melhor a tecnologia disponível, a tecnologia que nós conhecemos. Exemplo disso é poder participar de um evento como esse de forma virtual”, destacou.

De acordo com o gestor, Mato Grosso tem um campo “absolutamente promissor”, que é a produção de alimentos, área que demanda constantemente mais e mais avanços tecnológicos.

“Temos crescido nos últimos anos em ritmos muito próximos ou até superiores ao chamado ritmo chinês. Esse ano, mesmo com a pandemia, mesmo com a desaceleração da economia brasileira, Mato Grosso vai terminar o ano de forma positiva, com PIB positivo, próximo da casa de dois dígitos. Isso é graças a milhares de mato-grossenses que trabalham muito. Precisamos manter o otimismo e superar qualquer outro tipo de dificuldade que possa ser colocada no nosso caminho, e isso passa por valorizar e investir em avanços tecnológicos”, concluiu.

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São parceiros da SNCT com a realização de exposições durante o evento em stands 360º a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), o Instituto Farmun, a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (FIEMT), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a empresa Titânia Telecom.

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Projeto Entre Ciências seleciona seis propostas sobre sociobiodiversidade

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Como cuidar melhor da floresta, da terra e da biodiversidade? Parte dessa resposta está no diálogo entre diferentes formas de conhecimento. Com o objetivo de fortalecer a participação de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na produção de conhecimento sobre a sociobiodiversidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai selecionar seis iniciativas para o projeto Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo.     

Foram avaliadas 60 propostas de arranjos de pesquisa colaborativa, envolvendo comunidades e academia, vindas de diferentes regiões da Amazônia e do Cerrado. Os trabalhos foram selecionados por uma comissão formada por especialistas e representantes das próprias comunidades, levando em conta não só critérios técnicos, mas também a diversidade dos territórios e protagonismo de mulheres, jovens e anciãos.  

Projetos selecionados 

  • Associação dos Seringueiros do Seringal Cazumbá. Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Acre (Ifac) — Campus Rio Branco;  

  • Associação Quilombo Kalunga. Parceiro acadêmico: Universidade de Brasília (UnB) – Programa de Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (Mespt) e Programa da Licenciatura em Educação do Campo (Ledoc); 

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  • Organização Baniwa e Koripako — NadzoeriParceiros acadêmicos: UnB, Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade de São Paulo (USP);  

  • Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão (Amim). Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Amapá;  

  • Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica. Parceiro acadêmico: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) — Campus Almenara; 

  • Coletivo Mulheres Retireiras do Araguaia. Parceiro acadêmico: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao MCTI, e Instituto Juruá.  

Com os novos arranjos selecionados, o projeto passa a apoiar oito experiências em diferentes territórios, ampliando uma rede que conecta ciência dos povos e comunidades com a ciência acadêmica, cultura e meio ambiente.  

Para a secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Andrea Latgé, a iniciativa reforça a importância de integrar diferentes formas de conhecimento na produção científica. “O Entre Ciências mostra que o conhecimento também nasce nos territórios. Ao valorizar saberes de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, fortalecemos uma ciência mais diversa e conectada aos desafios do País”, destaca.  

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O Entre Ciências aposta em uma ideia simples e poderosa: quem vive nos territórios também produz conhecimento. O projeto fortalece o papel de povos indígenas e comunidades tradicionais na pesquisa sobre biodiversidade, em temas prioritários para o próprio território, incentivando a parceria com atores acadêmicos comprometidos e com respeito às diferentes formas de conhecimento.  

Além do apoio aos projetos, a iniciativa oferece formação, bolsas para pesquisadores locais das comunidades, intercâmbios e suporte para a gestão de dados e informações produzidas pelas próprias comunidades. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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