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Governador: “Com Nota A no Tesouro, MT abre portas para mais investimentos, obras e ações à população”

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Tesouro Nacional concedeu nota máxima para o Governo de Mato Grosso pelo equilíbrio das contas

Por Lucas Rodrigues | Secom-MT

MT sai da terceira divisão e vai direto para elite dos estados com melhor gestão fiscal
Foto por: Christiano Antonucci

O governador Mauro Mendes afirmou que a conquista inédita da Nota A ao Governo de Mato Grosso em capacidade de pagamento, junto à Secretaria de Tesouro Nacional, vai abrir portas “para mais investimentos, obras e ações à população”.

O anúncio foi feito na tarde desta segunda-feira (24.05). Mato Grosso estava com Nota C, considerada ruim, e “saltou” para a Nota A após uma série de medidas da atual gestão, que consertaram o estado e recuperaram a capacidade de pagamento e investimento.

“Com a Nota A no Tesouro, Mato Grosso abre portas para mais investimentos, obras e ações à população. Ser Nota A significa que somos um estado com boa gestão fiscal e que cumpre suas metas, como os 2.400 km de asfalto novo que devemos cumprir nessa gestão, dos quais já fizemos 870 km nos dois primeiros anos. Estamos em processo para construir seis hospitais, dois já estão com ordem de serviço, que são o Hospital Central e o Julio Muller, e outros quatro estão com projetos prontos. Vamos construir 35 escolas novas, 5000 pontes de concreto, muitas já com ordem de serviço, além de estarmos  adquirindo 534 mil cestas básicas para distribuir esse ano, bem como o Ser Família Emergencial para mais de 100 mil famílias. Temos também investimentos na Segurança, em Agricultura Familiar, além da geração de empregos e oportunidades”, mencionou.

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Mauro Mendes lembrou que somente Mato Grosso e mais dois estados do país (Espírito Santo e Rondônia) possuem a nota máxima do Tesouro Nacional.

“Estamos entre os 3 melhores estados em gestão fiscal. Alguns tem nota B, muitos têm nota C, e uns até nota D. Ser Nota A significa que o estado cumpriu com todos os indicadores”, explicou.

De acordo com o governador, o resultado é fruto das medidas necessárias tomadas desde o início da gestão, como a redução de 24 para 15 o número de secretarias; corte de gastos; renegociação de dívidas; combate à sonegação fiscal; revisão dos incentivos fiscais; e a nova Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) estadual.

“Fico contente pelo apoio que boa parte da Assembleia Legislativa nos deu para que pudéssemos implementar essas ações e fazer essa virada de página. Em 2019, nós já registramos um superávit e em 2020 um grande superávit, que faz sobrar dinheiro, que está sendo traduzido em investimentos ao cidadão. O Estado recuperou sua capacidade de investir, tem condições de implantar programas importantes, de fazer os repasses em dia aos municípios, de fazer as ações de enfrentamento à pandemia, de implantar o ser família emergencial, e outras milhares de ações”, citou.

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Ainda segundo Mauro Mendes, a Nota A também reforça a credibilidade conquistada pelo Governo de Mato Grosso perante os fornecedores e investidores.

“Com Nota C, não poderíamos tomar nenhum tipo de empréstimo com aval da união. E aí você paga juros mais caros. O Estado tem reconhecimento da sua boa gestão fiscal, com status de bom pagador, e isso traz melhores negociações. Temos dezenas de exemplos, como o das viaturas da PM, que pagávamos R$ 6,8 mil de aluguel, e agora pagamos R$ 3,6 mil. Pagava-se caro porque era pago com oito meses de atraso. Quem paga mal, compra mal e mais caro. Hoje conseguimos comprar bem e com bons preços, economizando o dinheiro do cidadão, porque os fornecedores sabem que vão receber”, finalizou.

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Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

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pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

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Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

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O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

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