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Gilberto Figueiredo afirma que novos hospitais vão gaerar cerca de 10 mil vagas de emprego

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Da Redação

De acordo com o candidato a deputado estadual, trabalhará para a realização de capacitação e concurso público para preenchimento das vagas_

 

O candidato a deputado estadual pelo União Brasil, Gilberto Figueiredo, garantiu que os seis novos hospitais de Mato Grosso fornecerão juntos cerca de 10 mil vagas diretas e indiretas de emprego para a população em diversas áreas. As obras de construção das unidades já estão em andamento.

“Para funcionar os seis hospitais, nós vamos demandar aproximadamente 10 mil profissionais da área de gestão, de controle, da saúde. São vagas para médicos, técnicos de enfermagem, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e praticamente todos os profissionais da área da saúde. Então fazemos esse chamamento para que todos se preparem para ocupar uma dessas grandes oportunidades que o mercado de trabalho terá”, afirma.

As unidades estão sendo construídas nos municípios de Cuiabá, Alta Floresta, Confresa, Tangará da Serra e Juína – municípios que foram escolhidos estrategicamente, devido à dificuldade dos moradores de conseguirem atendimento de alta e média complexidade.

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Gilberto Figueiredo destaca que a iniciativa para a construção das unidades integra o plano de políticas públicas do Governo de Mato Grosso, por meio do trabalho desenvolvido em sua gestão na SES-MT, voltados à melhoria da rede assistencial de saúde e ao desenvolvimento social e geração de emprego e renda no Estado.

“Mato Grosso é o único estado nesse momento a construir seis grandes hospitais. Mas esse não é um assunto ligado só à saúde, isso tem a ver com geração de emprego e renda para nossa população. Quando idealizamos esses projetos para a construção desses hospitais, nós sabíamos também que estariam impactando o mercado de trabalho”, esclarece Gilberto.

De acordo com Gilberto, na Assembleia Legislativa, vai trabalhar para garantir que essas vagas sejam preenchidas com celeridade. “A realização de concursos públicos e capacitação serão algumas das bandeiras que iremos defender com afinco no legislativo”, apontou.

Está em andamento a construção do Hospital Central, do novo Hospital Universitário Júlio Muller, dos Hospitais Regionais de Alta Floresta, Confresa, Juína e Tangará da Serra, além da reforma de todas as unidades de saúde do Estado.

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Fotos: Marcus Mesquita

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Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

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pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

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Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

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O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

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