Nacional
Gestão de Alexandre Silveira à frente do MME recebe o prêmio Top of The Year, Líderes em Energia
A gestão do ministro Alexandre Silveira à frente do Ministério de Minas e Energia (MME) foi reconhecida nessa quarta-feira (9/04) com o prêmio Top of The Year, Líderes em Energia, na categoria Autoridade do Ano. A homenagem foi concedida durante o Latam Energy Week, evento realizado no Rio de Janeiro que reúne autoridades públicas e representantes do setor privado de petróleo, gás e energia.
Em seu discurso, o ministro ressaltou o reconhecimento internacional do Brasil como liderança na transição energética e agradeceu o empenho de todos os setores do ministério.
“Este prêmio não é apenas meu. Ele pertence a todos os servidores abnegados do Ministério de Minas e Energia, que se dedicaram e trabalharam incansavelmente para que as nossas políticas públicas saíssem do papel e se tornassem realidade”, disse.

Ministro Alexandre Silveira recebe prêmio Top of The Year, Líderes em Energia, na categoria Autoridade do Ano. Foto: Ricardo Botelho/MME
Silveira destacou também as principais medidas adotadas pela atual gestão, como a Política Nacional de Transição Energética (PNTE), a Lei do Combustível do Futuro, o Marco Legal do Hidrogênio de Baixo Carbono, a Lei das Eólicas Offshore, o Programa de Aceleração da Transição Energética (PATEN), para financiamento de projetos sustentáveis, além de medidas nos setores de óleo, gás e mobilidade.
O ministro também reforçou o alinhamento institucional com o Congresso Nacional e o Governo Federal, e concluiu o evento com o lançamento da publicação “Brasil, Líder Mundial na Transição Energética”, que reúne os principais marcos e metas da atual política energética brasileira.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Nacional
Prazo de consulta pública sobre o Guia de Uso Ético de Inteligência Artificial é prorrogado até 4 de maio
Brasília, 22/4/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), prorrogou até 4 de maio o prazo para contribuições à consulta pública do Guia de Uso Ético de Inteligência Artificial para o Usuário Brasileiro. A decisão foi formalizada pelo Edital nº 3/2026, assinado pelo secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Oliveira Fernandes, e publicado no Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira (17).
Lançada em 20 de março, a consulta tinha prazo original de encerramento em 19 de abril. A prorrogação amplia a janela de participação e garante que cidadãos, especialistas, servidores públicos, pesquisadores e organizações da sociedade civil possam contribuir para o aperfeiçoamento do documento. As sugestões, devidamente fundamentadas, devem ser encaminhadas pela Plataforma Brasil Participativo, no portal Brasil Participativo, no campo específico relativo à consulta. Ao encerrar o prazo, a Sedigi realizará a consolidação e análise das contribuições, que poderão ser incorporadas à versão final do guia.
“A consulta pública tem registrado ampla adesão, com contribuições qualificadas de diversos atores públicos e privados. Diante de solicitações de prorrogação e do elevado nível técnico dos debates, considerou-se oportuno ampliar o prazo, a fim de fortalecer a participação e aprofundar ainda mais a qualidade das contribuições”, afirma o diretor de Promoção de Direitos Digitais da Sedigi, Victor Durigan.
Elaborado em parceria com o Centro de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina da Universidade de São Paulo (CIAAM/USP) e com apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a versão atual do Guia do Usuário Brasileiro de Inteligência Artificial – Definições, Direitos e Governança de IA no Brasil, com 75 páginas, serve de base para que os interessados respondam ao questionário e apresentem suas contribuições.
Com escrita em linguagem simples e acessível, o guia orienta a população sobre o funcionamento da inteligência artificial, seus usos, limitações, riscos e os direitos e deveres dos cidadãos na interação com essas tecnologias.
O documento está organizado em três partes:
A Parte I apresenta uma visão geral em formato de perguntas e respostas — o que é IA, como ela é criada, o que são alucinações, como a tecnologia impacta o cotidiano e quais são os direitos e deveres de usuários e desenvolvedores.
A Parte II aprofunda os conceitos: algoritmos, aprendizado de máquina, big data, ciclo de vida da IA e seu potencial prático no Brasil, além de tratar de limites e desafios como vieses e discriminação, opacidade, deepfakes, desinformação, privacidade e os impactos específicos sobre crianças, adolescentes e saúde mental.
A Parte III aborda direitos e governança, reunindo temas como transparência e explicabilidade, contestação e revisão de decisões automatizadas, proteção de dados, direitos do consumidor, equidade, sustentabilidade e responsabilização. O guia ainda conta com glossário e referências bibliográficas.
A iniciativa integra a Ação 50 do Eixo 5 do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), principal instrumento da política federal para o desenvolvimento e uso responsável da tecnologia, com previsão de investimentos superiores a R$ 20 bilhões entre 2024 e 2028.
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