Economia

Foliões movimentam 8 bilhões em consumo de bebidas no Carnaval

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Foliões movimentam a economia e elevam vendas de bebidas no Carnaval 
 
A data festiva mais famosa do Brasil, o Carnaval, começou oficialmente neste fim de semana. Quanto à movimentação econômica, R$ 8 bilhões devem ser gastos pelos foliões desde o pré até o pós-carnaval, segundo previsão da Confederação Nacional do Turismo (CNC).
 
Essa movimentação pode ser positiva para os atacarejos, onde a procura por cerveja, por exemplo, tende a crescer, tanto pelo consumidor final, que estará curtindo folga em meio ao calor do verão, quanto pelos ambulantes, que vão vender o produto nas principais folias de Carnaval. “Eu já garanti várias caixinhas de cerveja”, diz o estudante João Vitor Pandolfo Leite, de Cuiabá. 
 
Ele, a namorada e amigos vão participar do desfile do tradicional bloco carnavalesco “Confraria do Bode”, engrossando o coro dos analistas de que com o real desvalorizado frente ao dólar e euro, muitos brasileiros que poderiam viajar no feriadão vão aproveitar a festa no Brasil e nos seus estados. “É uma forma de se divertir em casa, gastando pouco”, completa João Vitor. 
 
Com duas lojas em Cuiabá e uma em Várzea Grande, o Fort Atacadista espera um aumento nas vendas da seção de bebidas durante o Carnaval. A previsão da rede é que a tradicional cerveja do tipo Pilsen seja a mais procurada, por ser mais leve e agradável de beber nos dias mais quentes, além de destilados como gin e vodca, que prometem grande procura pelos foliões.  
 
As unidades do Fort Atacadista estão presentes nas Avenidas Fernando Corrêa e Miguel Sutil, em Cuiabá, e na Avenida da FEB, em Várzea Grande, com grande variedade de cervejas, inclusive, especiais.
 
Luciane Mildenberger
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AGRONEGÓCIOS

“Fim do Fethab 2 reflete nos investimentos de infraestrutura, logística estabilidade econômica em MT” diz Max Russi ao citar momentos de contribuição e dificuldades do Agro, VEJA O VÍDEO

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JB News

por Nayara Cristina

A decisão de encerrar a cobrança do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (FETHAB 2) a partir do próximo ano marca uma inflexão importante na política econômica de Mato Grosso e sinaliza um novo momento de maturidade fiscal e estrutural do estado. O tema ganhou força após articulações conduzidas pelo vice-governador Otaviano Pivetta junto à classe empresarial do agronegócio, em uma série de reuniões e diálogos diretos com lideranças do setor produtivo.

Nos bastidores, a sinalização de Pivetta foi clara: o Estado não pretende mais sustentar a infraestrutura com base em contribuições extraordinárias. A fala, segundo relatos de participantes dessas discussões, ocorreu em tom de segurança fiscal e confiança na capacidade atual de investimento do governo, indicando que Mato Grosso já atingiu um nível de organização que permite abrir mão do adicional do fundo sem comprometer obras e serviços.

Criado como mecanismo emergencial para financiar obras estruturantes, o adicional do FETHAB incidiu principalmente sobre a produção agropecuária e, ao longo dos últimos anos, movimentou cifras bilionárias. Embora os valores variem conforme a produção e o mercado, estimativas baseadas na arrecadação recente indicam que o fundo — especialmente em sua modalidade adicional — representa algo entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão por ano.

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Com o fim da cobrança, a renúncia fiscal projetada é significativa. Em um horizonte de três a quatro anos, o Estado pode deixar de arrecadar entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3 bilhões, considerando um cenário conservador. Ainda assim, a avaliação interna do governo é de que o impacto é absorvível diante do equilíbrio das contas públicas e do avanço já consolidado na infraestrutura estadual.

A recepção por parte do setor produtivo foi, majoritariamente, positiva. Produtores e representantes do agronegócio interpretaram o posicionamento como um gesto de reconhecimento ao momento econômico enfrentado pelo campo, marcado por custos elevados, crédito mais restrito e margens pressionadas. Ao mesmo tempo, a medida foi vista como um reforço na previsibilidade e na segurança jurídica — fatores considerados estratégicos para novos investimentos.

Na avaliação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, o encerramento do FETHAB 2 reflete exatamente esse novo estágio vivido pelo estado. Segundo ele, não há perspectiva de que o tema avance no Legislativo sem uma iniciativa formal do Executivo.

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“O projeto não deve sequer chegar à Assembleia para prorrogação. Esse debate só existiria se houvesse interesse do governo, e isso teria que acontecer ainda este ano”, afirmou.

Max Russi também destacou que a retirada do fundo dialoga com o atual cenário do setor agropecuário e com os avanços já alcançados na infraestrutura. Para o parlamentar, Mato Grosso conseguiu transformar os recursos arrecadados em obras concretas, como pavimentação de rodovias e estruturação de corredores logísticos, criando uma base sólida para sustentar o crescimento sem a necessidade de manter cobranças adicionais.

O fim do FETHAB 2, nesse contexto, consolida uma mudança de modelo: de um estado que dependia de fundos extraordinários para acelerar investimentos para outro que passa a operar com planejamento de longo prazo, equilíbrio fiscal e maior capacidade de atração de capital privado. O desafio, a partir de agora, será manter o ritmo de expansão da infraestrutura diante da renúncia bilionária, sem comprometer a competitividade que colocou Mato Grosso como protagonista do agronegócio nacional.

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