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Fábio Garcia prega união na direita e afirma que criticas fazem parte da política

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Da redação

_Chefe da Casa Civil afirma que é preciso fazer um movimento para se unir e derrotar o PT nas eleições gerais de 2026_

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, defendeu que a direita brasileira precisa se unir paras as eleições gerais de 2026. Ele ainda destacou que as críticas trocadas entre o governador Mauro Mendes e o deputado federal Eduardo Bolsonaro fazem parte da Política.

“O Eduardo já brigou e atacou diversos líderes de direita, como o Tarcísio de Freitas [governador de São Paulo], Nikolas Ferreira [deputado federal], o Ratinho Jr. [governador do Paraná], o Ronaldo Caiado [governador de Goiás] e o Romeu Zema [governador de Minas Gerais]. Todos já sofreram algum tipo de ataque do Eduardo. Isso não é novidade. Agora, minha avaliação pragmática é que a direita precisa se unir para ganhar a eleição. Divididos, a direita fica enfraquecida, e a eleição fica mais complicada”, avaliou.

A declaração de Fábio aconteceu na manhã desta segunda-feira, durante evento de posse no Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Para o secretário-chefe da Casa Civil, as críticas feitas pelo governador e a resposta do deputado Eduardo Bolsonaro fazem parte da política. “Isso é normal. Atribuo isso a uma questão política. É o que acontece: críticas pontuais de um para outro”, disse.

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Fábio Garcia pontua que, para o momento, é preciso superar a divisão na direita e se unir para derrotar o Partido dos Trabalhadores (PT) nas eleições presidenciais de 2026.

“Espero que a direita possa fazer esse movimento de união, para fazer esse enfrentamento e ganhar a eleição do PT. Eu acredito muito no potencial que a direita tem no Brasil de ganhar essa eleição no Brasil. Se estiver todo mundo unido, a direita pode ganhar a eleição do PT”, concluiu.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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