CUIABÁ

Emanuel entrega asfalto no Dr. Fábio I e destaca luta de Misael Galvão e de presidente da Associação de Moradores

Publicados

em

A comunidade foi contemplada com mais de 17 km de pavimentação, drenagem, meio-fio e calçada

BRUNO VICENTE

Gustavo Duarte

O prefeito Emanuel Pinheiro entregou nesta quarta-feira (28) mais 17 quilômetros de pavimentação da Capital. O ato ocorreu no bairro Dr. Fábio I, que foi contemplado pelo programa Minha Rua Asfaltada, lançado pelo gestor em 2017. Durante a inauguração, Pinheiro destacou a luta e dedicação do ex-vereador por Cuiabá, Misael Galvão, e também do presidente da Associação de Moradores, Jucemar Ernesto da Silva.

“Essa entrega é a vitória da comunidade, a vitória do povão, a vitória de uma gestão popular e comprometida com os bairros mais distantes da região central. Mas, também é uma vitória também do presidente Jucemar e do nosso eterno presidente da Câmara, Misael Galvão. Sou testemunha do tamanha da luta enfrentada por esses guerreiros. Todo morador quando pisar nesse asfalto vai lembrar que tem muito de Misael e Jucemar nessa obra”, disse Emanuel.

A pavimentação é a realização de um sonho aguardado há pelo menos 24 anos e transforma completamente a realidade enfrentada por mais de 8 mil famílias residentes no local. Encontrada paralisada em 2017 pelo prefeito, a obra representa todo o cuidado de uma gestão marcada pelo compromisso com a população mais carente. O trabalho no local resultou ainda na construção de rede de drenagem, meio-fio e calçada.

Leia Também:  Sine Municipal oferta mais de 100 vagas para auxiliar de produção em frigorífico sem comprovação de experiência

“Se existe uma pessoa feliz nessa noite, essa pessoa sou eu. Sou um morador apaixonado pelo Dr. Fábio. Sofremos muito, mas hoje estamos colhendo o resultado de muito trabalho. Não tínhamos uma rua sequer asfaltada. Uma obra de 2014, mas que só o prefeito Emanuel Pinheiro teve coragem para concluí-la. Foi preciso termos um prefeito genuinamente cuiabano para que esse sonho fosse concretizado”, comemorou Misael Galvão.

Quem também demonstrou imensa alegria com o momento foi o presidente da Associação de Moradores, Jucemar Ernesto da Silva. Segundo ele, o prefeito mais uma vez demonstrou a sensibilidade de um gestão voltada para as comunidades mais afastadas da região central. “O que o prefeito nos prometeu foi concretizado. É gratificante recebê-lo novamente e sentimos orgulho de tê-lo como nosso prefeito”, completou Jucemar.

O prefeito Emanuel Pinheiro também enfatizou todo empenho de sua equipe para levar melhorias aos bairros de Cuiabá. Ele lembrou que a obra do Dr. Fábio I foi iniciada pelo atual diretor-presidente da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), Vanderlúcio Rodrigues, e finalizada com o mesmo esforço e cuidado pelo vice-prefeito e secretário de Obras Públicas, José Roberto Stopa.

Leia Também:  Confira como será a vacinação neste sábado em Cuiabá

“Foi um trabalho de muitas mãos, onde todos tinham o único objetivo de entregar uma obra de qualidade para a população. Tanto Vanderlúcio quanto Stopa estão de parabéns pela dedicação. Não posso deixar de destacar também a atuação do deputado federal Emanuelzinho, que tem conseguido recursos para que obras como essa saiam do papel, e também aos nossos vereadores que nos ajudam a aprovar projetos importantes para o povo”, pontuou o prefeito.

Também estiveram presentes no ato o vice-prefeito José Roberto Stopa e o diretor-presidente da Limpurb, Vanderlúcio Rodrigues. Representando a Câmara Municipal participaram ainda o presidente da Casa, vereador Juca do Guaraná, e os parlamentares Kássio Coelho, Demilson Nogueira, Lilo Pinheiro, Wilson Kero Kero, Sargento Vidal, Pastor Jeferson e Cezinha Nascimento.

COMENTE ABAIXO:

CUIABÁ

Mercado do Porto é reconhecido como patrimônio histórico, artístico e cultural

Publicados

em

Por

 

Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Já está em vigor a Lei 11511/21, que declara como patrimônio histórico, artístico e cultural imaterial, o Mercado do Porto, de Cuiabá. Numa iniciativa do primeiro-secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), defensor ferrenho de melhorias aos feirantes e trabalhadores da agricultura familiar.

Popularmente chamado de Campo do Bode, o Mercado do Porto se tornou um dos pontos turísticos da Capital, com estrutura coberta que abriga 480 boxes, que oferecem imensa variedade de produtos de qualidade, como peixes, verduras, legumes, cerais e frutas.

De acordo com o Jorge Antônio Lemos Junior, presidente da Organização do Mercado do Porto, entidade que representa os permissionários desse espaço oferecido aos feirantes, a iniciativa é o reconhecimento aos trabalhadores e frequentadores do local.

“A lei do deputado Eduardo Botelho é uma grande conquista para nós porque, além de termos o reconhecimento simbólico, teremos muito mais possibilidades de captar recursos públicos para melhorar o Mercado do Porto, as condições de vida e de trabalho dos permissionários e a qualidade do serviço prestado ao consumidor”, comemorou Lemos Junior.

Botelho já trabalhou nas feiras livres e agricultura familiar, e tem gratidão por tudo que vivenciou à época. “O reconhecimento do Mercado do Porto como Patrimônio Histórico, Artístico, Cultural e Imaterial tem o objetivo de proteger, preservar e difundir a riqueza cultural do local, que é, sem dúvida, uma referência em Cuiabá e Mato Grosso”, avalia Botelho.

Leia Também:  Prefeito Emanuel Pinheiro afirma que BRT dificilmente sairá do papel

HISTÓRIA – Na justificativa do projeto que virou lei, Botelho fez uma retrospectiva sobre a história do Mercado do Porto. Confira:

As primeiras lembranças do que é hoje o Mercado do Porto de Cuiabá, surgem em meados de 1960, conforme registro da memória oral de feirantes remanescentes da primeira grande feira pública e popular da capital de Mato Grosso.

A feira nasceu na região central de Cuiabá, na praça Rachid Jaudy, no meio da avenida Isaac Póvoas, com pouco mais de 10 feirantes, expondo seus produtos em charretes e algumas poucas barracas improvisadas e, ao longo dos anos, foi mudando de lugar, de acordo com o aumento dos feirantes e o crescimento dos consumidores.

Embora sejam raras as pesquisas históricas, feirantes mais antigos relatam que a feira saiu da praça Rachid Jaudy, na década de 50, para o espaço entre o estádio Presidente Dutra e o Arsenal de Guerra, depois foi para a Avenida da Prainha, atrás do Quartel da Polícia Militar, onde hoje é o Shopping Popular. Funcionou no bairro Verdão; na praça Maria Ricci, no Porto; Mercado do Peixe, atual Museu do Rio. E, em 10 de fevereiro de 1995, foi instalado na avenida 8 de abril, no local chamado popularmente de Campo do Bode, entre o córrego Mané Pinto e o Rio Cuiabá.

Leia Também:  Saneamento básico de Cuiabá será discutido nesta terça-feira

Hoje é um complexo comercial varejista composto por 167 permissionários divididos por setores de pescados, açougues, frios, doces, lanchonetes, restaurantes, hortigranjeiros, rações e similares, confecções e utilidades domésticas. O Mercado funciona de terça-feira a domingo, embora alguns comércios abram nas segundas-feiras. Em média, 120 mil pessoas frequentam o mercado por mês.

Além de importante entreposto comercial, o Mercado do Porto de Cuiabá desponta como um dos principais ambientes de circulação. Mantém o método tradicional de preparo de peixes, retirando a espinha e fazendo cortes especiais. Também oferece raridades da gastronomia cuiabana, como o pixé, o furrundú, o doce de caju, as bananinhas fritas, além de frutos típicos da região do cerrado, como o pequi, dentre vários outros ícones da cultura regional.

Fonte: ALMT
COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA