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Deputado federal por MT Dr. Leonardo defende interiorização do tratamento contra o câncer 

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O deputado federal Dr. Leonardo (Solidariedade-MT) defendeu a interiorização do tratamento de pessoas vítimas de câncer, durante  o Segundo Fórum Sobre Oncologia, promovido pela ONG Cirinho Sorrindo, realizado na Câmara de Vereadores de Sorriso, na noite de quinta-feira (14.11). De acordo com o parlamentar, além de ser viável financeiramente, ajudaria na recuperação do paciente.

 

“É desumano uma pessoa, com câncer, ter que se deslocar sozinho para outra cidade para poder fazer quimioterapia, sem a companhia de um familiar. Isso impacta diretamente na recuperação do paciente, que já está mais suscetível a sofrer uma depressão. E não é inviável trazer esses tratamentos para o interior, nos hospitais regionais. O que precisamos é repensar a política de saúde”, disse o deputado, que é médico.

 

Durante o evento, foram debatidos os direitos, acolhimento dos pacientes e de como se prevenir contra o câncer. O evento é organizado pela ONG de Combate ao Câncer Cirinho Sorrindo. De acordo com a presidente e fundadora da ONG, Carla Pianesso, foi importante a participação do deputado federal para poder discutir de forma prática como o poder público para melhorar a atuação.

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“Para nós, ter uma representação de alguém do Congresso Nacional, ainda mais ele, que nos acompanha desde o começo, é de suma importância. Todos os projetos que levamos é estudado por ele para melhorar os atendimento, o acolhimento do paciente, ter uma resposta mais rápido dos órgãos públicos. Até porque o Dr. Leonardo é médico, entende como funciona o SUS, a burocracia, a morosidade. Ele vem para somar a ajudar a mudar essas políticas que estão atrasadas”, disse Carla.

 

Ele destacou que é importante a criação de um protocolo nos Postos de Saúde, onde ocorre o primeiro atendimento dos pacientes. “É nestes locais que ocorre o primeiro contato com a doença. Outro ponto importante é o agente de Saúde. É ele que faz as visitas aos moradores. Por isso, é preciso a criação de um protocolo para buscar um diagnóstico mais rápido”.

 

Ainda de acordo com a presidente da ONG vai ser feita carta de intenções que será encaminhada ao Congresso, através do deputado Dr. Leonardo, para tratar sobre a garantia do tratamento. Atualmente, alguns pacientes já estão há dois anos na fila devido a atual política de diagnóstico a acolhimento

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A lei sobre prazo para exame de câncer no SUS, foi sancionada pela presidência da República e publicada no Diário Oficial da União. Agora, entrará em vigor nos próximos 180 dias.

 

Jardel P. Arruda
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Audiência pública debate medidas para prevenção de nova catástrofe anunciada

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Foto: Helder Faria

“Faltou planejamento. Se os órgãos responsáveis dos governos de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul observassem o monitoramento pluviométrico na região pantaneira e a ocorrência cíclica de grandes cheias ou grandes secas, a catástrofe ambiental do ano passado poderia ter sido prevista e até evitada, ou pelo menos minimizada”, sentenciou o deputado Lúdio Cabral (PT) durante a audiência pública realizada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) na manhã de terça-feira (17) para debater as medidas de prevenção e combate a incêndios no Pantanal. 

A audiência havia sido requerida pelo deputado petista e foi por ele conduzida, com a presença do presidente da Comissão de Meio Ambiente da Casa, deputado Carlos Avallone (PSDB) – também compareceram os deputados Valmir Moretto (PRB) e Eduardo Botelho (DEM), que logo se ausentaram em razão de outros compromissos parlamentares. Presente ainda a deputada federal Rosa Neide (PT). 

Por videoconferência, participaram representantes de diversas instituições governamentais – entre universidades, Corpo de Bombeiros Militar, Defesa Civil Ministério Público Estadual e órgãos ambientais do Estado e União -, organizações de defesa ambiental de Mato Grosso e do vizinho estado do Sul, além de populações pantaneiras tradicionais. 

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BRIGADAS E AVIÕES 

O titular da Diretoria Operacional do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBM/MT), coronel Agnaldo Pereira de Souza destacou a instalação de dois pelotões da corporação em pontos estratégicos – Poconé e Santo Antônio de Leverger, este último preparado para operações com aeronaves. O militar também elencou as ações educativas em parceria com as comunidades locais e o treinamento de 400 brigadistas nativos da região pantaneira. 

O coordenador da Defesa Civil, coronel César Vieira de Brum anunciou licitação da Casa Civil para a contratação de 700 horas de voo de aeronaves de pulverização agrícola para caso de emergências ambientais, ao custo de R$ 9 milhões. Também assinalou a instalação de uma unidade da Defesa Civil na localidade de São Pedro de Joselândia, no município de Barão de Melgaço. 

ALERTA 

Participaram também da audiência a professora Solange Ikeda, integrante do Programa de Ciências Ambientais da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), assim como o professor Rodrigo Marques, do departamento de Geografia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). 

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Marques fez um alerta preocupante, com base em números do Instituto Nacional de Meteorologia e análise dos índices pluviométricos na região pantaneira nos últimos dez anos. Observou que a seca avassaladora de 2020 foi provocada pelo deslocamento de correntes de ar frio mais para o sul – não houve a ‘quebra’ do anticiclone que atua neste período sobre o centro-oeste brasileiro e sopra o ar seco para baixo, impedindo a formação de nuvens chuvosas. 

Caso o fenômeno volte a ocorrer neste ano, o risco de catástrofe ambiental é considerável – incêndios florestais à parte. Isso porque depois da tragédia de um ano atrás a seca promete ser pior em 2021 – de janeiro a junho choveu apenas metade do volume esperado para o chamado ‘período das águas’.  

Em outras palavras: o Pantanal chega à seca ainda sem ter sequer refeito parte da cicatriz ambiental passada, já esgotado e com pouca água. 

Fonte: ALMT

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