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Deputado Dr. João diz ser contra proposta de reformar antigo Pronto Socorro de Cuiabá, e que a compra da Santa Casa é mais viável “Audiência Publica de terça-feira vai definir”

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Por Nayara Cristina e Alisson Gonçalves do local

O deputado estadual Dr. João, secretário geral da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, comentou na manhã desta quarta-feira 07.04, sobre o futuro que será dado ao Hospital Santa Casa de Cuiabá, após a inauguração do Hospital Central, que conforme o governo será entrega ainda no mês de outubro deste ano.

Desde então existe uma discussão para que o governo compre a estrutura para ampliar os serviços de saúde em MT.

Segundo o deputado a prefeitura quer que o estado compre o prédio para que ela possa fazer a gestão da Santa Casa. A questão agora é saber se realmente o município de Cuiabá tem condições de manter a instituição de mais de 200 anos.

Disse ainda que na próxima terça feria 14 de maio, os deputados juntamente com as equipes do governo do Estado e da prefeitura de Cuiabá, realizarão uma audiência pública para discutir as ideias para encontrar uma solução. “Nós vamos ter uma assembleia na terça feira que vem. Onde pode surgir várias ideias. E após isso iremos levar ao governador Mauro Mendes, e o prefeito Abílio, para que possamos chegar num denominador comum, a respeito da Santa Casa”, Comentou.

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O deputado comentou ainda que é necessário um debate amplo para saber se o governador realmente tem interessa de comprar a Santa Casa, e se a prefeitura da capital tem real condições de administra-la.

Comentou ainda sobre um argumento do Ministério Público do Estado que destacou na última semana que se o Estado pegar o dinheiro que seria investido na compra da Santa Casa, e reformassem o antigo Pronto Socorro da Capital, seria muito mais bem empregado que comprar a Santa Casa. Para Dr. João a opinião do MP é importante, mas a demora para a reforma pode levar cerca de mais de dois anos e eu isso prejudicaria os atendimentos da população.

“Sem duvida nenhuma eu vi essa matéria, eu conheço a opinião dele, mas quanto tempo demora para construir isso? E até lá o que vai acontecer? É por isso que eu digo tem que acontecer a audiência pública. Ela seria importante para isso. De repente vem à tona. E quele Hospital vai fazer o que dele? Aquele prédio. Então tem que ser muito bem definido, porque até você construir uma instituição nova leva mais de dois anos. E a, até lá nos vamos fazer o que? Destacou o deputado.

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O deputado comentou ainda que cerca de mais de 400 pessoas então sendo tratadas no Hospital Santa Casa e que o assunto é muito delicado. “O primeiro lugar é pensar nessas pessoas, o que vamos fazer com elas. Pessoas em tratamento com doenças serias”. Disse.

Veja a entrevista

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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