Geral

Deosdete Cruz Júnior assume cargo de desembargador com compromisso de fortalecer o Judiciário

Publicados

em

JB News

Por Alisson Gonçalves

Nesta sexta-feira,07, Deosdete Cruz Júnior tomou posse como desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e, em seu discurso, defendeu a importância de um Judiciário forte, independente e eficiente.

De acordo com ele, o papel da Justiça vai além da resolução de conflitos, abrangendo também a prevenção, e deve ser pautado pela justa aplicação das leis e da Constituição Federal.

Deosdete ressaltou que um Judiciário robusto é essencial para o desenvolvimento social e econômico do Estado e do país.

“Não existe estado de direito sem poder judiciário forte, e não haverá um judiciário forte sem magistrados independentes”, afirmou.

Além disso, ele comprometeu-se a exercer suas funções com equilíbrio e responsabilidade, reconhecendo os desafios inerentes ao cargo.

Em tom de humildade, pediu a Deus por força e sabedoria para desempenhar sua missão da melhor forma possível, destacando que buscará aprendizado contínuo para aprimorar suas habilidades como magistrado.

Para finalizar, Deosdete citou uma famosa frase do ex-presidente dos Estados Unidos, Benjamin Franklin:

Leia Também:  Obras na ZPE em Cáceres recomeçou nesta quinta-feira

“A justiça nunca será feita até que aqueles que não são afetados sejam indignados com os que são”, deixando uma reflexão sobre o papel da sociedade na luta por justiça.

COMENTE ABAIXO:

Geral

Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

Publicados

em

Por

JB News

Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

Leia Também:  STF acolhe argumentos da ALMT e restabelece validade da lei que protege a APA do Rio Cuiabá

Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA