SUSTENTABILIDADE
Comando do 6º Distrito Naval promove ações alusivas ao Dia Mundial da Limpeza em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul
JB News
O Comando do 6º Distrito Naval (Com6ºDN) deu início, neste mês, por meio da Capitania Fluvial do Pantanal (CFPN), da Capitania Fluvial de Mato Grosso (CFMT) e de suas Agências Fluviais subordinadas, à realização de ações alusivas ao World Cleanup Day 2021 (Dia Mundial da Limpeza), celebrado no dia 18 de setembro.
O propósito das ações é fomentar a conscientização ambiental sobre o correto descarte de lixo, por meio de palestras em colônias de pescadores e para alunos dos cursos de formação de Aquaviários. Até o final do mês, militares reforçarão, também, o tema durante as Inspeções Navais nos rios dos Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Em Corumbá, no dia 18 de setembro, a CFPN estará no Porto Geral para reforçar a importância do tema junto aos cidadãos locais e para falar sobre a Operação Navegue Legal no Pantanal.
Confira a programação das ações:
Mato Grosso
Palestras de conscientização ambiental para alunos dos cursos de Formação de Aquaviários das cidades de Cuiabá, Alta Floresta, Juína, Cáceres e Nova Nazaré.
Inspeções Navais com orientações sobre a importância da conscientização ambiental, especialmente no que diz respeito ao correto descarte de lixo, nas cidades de Barão de Melgaço, Cáceres, Poconé, Sinop e São Félix do Araguaia.
Marinha do Brasil: Protegendo nossas riquezas, cuidando da nossa gente
Mato Grosso do Sul
Palestras de conscientização ambiental em Colônias de Pescadores, nas cidades de Ladário, Corumbá, Porto Murtinho, Naviraí e Três Lagoas. Em Corumbá, a palestra também foi conduzida para as crianças do Instituto Novo Olhar.
Inspeções Navais com orientações sobre a importância da conscientização ambiental, especialmente no que diz respeito ao correto descarte de lixo, nas cidades de Ladário, Corumbá, Porto Murtinho e Três Lagoas
SUSTENTABILIDADE
Registro de 99 espécies entre Cerrado e Pantanal ajuda cientistas a analisarem futuro dos biomas
O mapeamento de espécies tem papel fundamental para orientar ações de conservação e preservação da fauna. Para acompanhar os impactos das mudanças climáticas e os efeitos causados pelo homem, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP) e da Universidade Federal de Mato Grosso registraram 99 espécies do Cerrado e do Pantanal, entre elas, 36 espécies de anfíbios. A pesquisa foi feita no Parque Sesc Serra Azul, em Mato Grosso (MT), no decorrer de 11 meses.
Leia o estudo sobre a diversidade de anfíbios e répteis do Parque Sesc Serra Azul (inglês)
Para o biólogo e pesquisador do INPP Leonardo Moreira, a partir desse estudo será possível criar uma linha base para identificar mudanças a longo prazo, como a diminuição ou o desaparecimento de espécies mais sensíveis ou a expansão de outras em ambientes mais alterados. O especialista, que é um dos autores do levantamento, destaca que muitas dessas alterações não acontecem isoladamente. “É necessário um conjunto de fatores, como clima, expansão agrícola e mineração para que isso ocorra”, pontua.
Segundo Moreira, a transformação das áreas naturais afeta o regime hídrico. O excesso de água na estação das chuvas no Cerrado abastece a planície pantaneira. Porém, o uso indevido das áreas úmidas, como o abastecimento, a irrigação e a indústria, interfere no armazenamento de água no Pantanal. Isso impacta diretamente nas áreas fundamentais para a reprodução de anfíbios.
O estudo contou com a participação de colaboradores locais do parque. Os pesquisadores passaram instruções sobre como fotografar e registrar os animais e as informações que eles precisavam enviar com os registros. Quinze voluntários participaram e ajudaram a registrar 38 espécies de répteis.
A participação das pessoas que vivem ou trabalham na região pode fazer uma diferença enorme para a ciência. O grupo de pesquisadores registrou 36 espécies de anfíbios (entre sapos, rãs e pererecas) e 63 répteis (incluindo cobras, lagartos, jabutis, cágados e jacarés). Desse total, 11 não teriam sido encontrados pela equipe de pesquisadores sem a participação da população.
O crescimento de infraestruturas, como estradas e áreas urbanas, tem uma série de efeitos negativos sobre a fauna, juntando-se aos desafios impostos pela mudança do clima em andamento. Algumas espécies tendem a ser mais dependentes de condições específicas e assim acabam sendo mais vulneráveis a mudanças no ambiente. Entender como esses animais estão lidando com o efeito dos conjuntos de tanta transformação é essencial para uma melhor ação de preservação.
As informações Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
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