POLITICA

Botelho entrega título de cidadão mato-grossense a ministro do STJ e Maggi

Publicados

em

O presidente da Assembleia Legislativa,o deputado estadual Eduardo Botelho (União Brasil) homenageou nessa sexta-feira (06.10), com o título de cidadão mato-grossense o ministro do Supremo Tribunal de Justiça, Marco Aurélio Buzzi e o ex-governador Blairo Maggi durante a palestra sobre Conciliação nos Processos de Superendividamento na Casa de Leis.

Essa já é a terceira vez que o ministro vem a Al para palestrar. Alguns órgãos como o Ministério Público do Estado e o Tribunal de Justiça também estiveram presentes no evento

“Estamos aproveitando para homenagear o ministro Marcos Buzzi e também o ex-governador Blairo Maggi. E vamos ouvir uma palestra dele, sendo uma palestra importante, pois temos trabalhado muito para capacitar os nossos servidores da Casa, estamos levando, inclusive, isso para outros órgãos e para outros Poderes para que participem com a gente desses treinamentos. E essa palestra do ministro vai acrescentar e muito para esta Casa e para outros setores como o Ministério Público que está aqui acompanhando”, declarou Botelho.

O deputado destacou que o ministro já é um parceiro da AL referente aos treinamentos dos servidores e, diante disso, vê a necessidade de se fazer esse reconhecimento ao trabalho dele.

Leia Também:  Senado aprova fim das ‘saidinhas’ de presos; “Clamor da sociedade”, diz Jayme

“E o ex-governador que também sempre atuou em parceria com a Assembleia Legislativa, então é um reconhecimento a importância dele como empresário, governador, senador e ministro da Agricultura. Então esse é um reconhecimento ao trabalho de Blairo Maggi”, avaliou o presidente do Legislativo mato-grossense.

A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a desembargadora Clarice Claudino também esteve presente no local e destacou que tem se esforçado para que o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Disputas (Nupemec) crie um Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas (Cejusc) especializado em superendividamento.

“Estamos fazendo todo o esforço para que o Nupemec tenha esse projeto consagrado. Enquanto não temos um Cejusc especializado, estamos realizando audiências nos Cejuscs comuns. No Cejusc da Capital, das comarcas para que as pessoas que tem essa necessidade de renegociação de dívidas e que se enquadram nesse perfil do superendividamento sejam acolhidas e encaminhadas para um final mais ameno. E que dê suporte para que não caiam em novas armadilhas do comércio, da mídia e, principalmente, desse nosso hábito de consumir as vezes por impulso”, pontuou ela.

Leia Também:  Obras do BRT na Avenida do CPA são retomadas por Consórcio

O ministro do STJ disse estar muito honrado com a homenagem feita pelo presidente da AL e por ser convidado a palestrar na Casa de Leis. “A palestra é sobre superendividamento e me sinto muito honrado. Eu vim não muitas, mas várias vezes a Mato Grosso que é um dos Estados mais pujantes do Brasil, importantíssimo para a nossa economia e para o equilíbrio dela. Hoje em dia temos São Paulo e Mato Grosso, cada um em seu setor, que contribuem para o equilíbrio da economia nacional”, avaliou ele.

COMENTE ABAIXO:

POLITICA

Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO

Publicados

em

Por

JB News

pir Nayara Cristina

lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo

A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.

Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando”  .

A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos  . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.

Leia Também:  Neri nao vê traição do governador Mauro Mendes sobre apoio ao Senado

Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista  .

A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente  .

O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.

Leia Também:  Após críticas de Mauro Mendes, Max Russi reage e garante: “CPI da Saúde não será usada politicamente” e comenta rito no parlamento, VEJA O VÍDEO

O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.

Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.

Veja:

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA