POLITICA
Botelho diz que Fábio Garcia precisa respeitar a vontade popular, após deputado dizer que União Brasil não levará em conta apenas pesquisa para escolha de candidato para Cuiabá
JB News
Da Redação
O deputado Eduardo Botelho (União), postulante ao cargo de prefeito por Cuiabá, teceu duras críticas ao deputado federal Fabio Garcia Também do União Brasil-MT, após o parlamentar comentar que a escolha pelo candidato do partido não precisa ser necessariamente feita através de pesquisas.
Fábio defendeu em entrevista que as pesquisas não sejam usadas para definir quem disputará o pleito em 2024.
Para Botelho, Fábio Garcia já está começando errado, e precisa respeitar a vontade popular.
“Ele precisa respeitar a vontade popular, a não ser que ele queira ser candidato dele mesmo”. Destacou Botelho.
Os dois parlamentares do União Brasil, travam uma guerra interna para poder ser escolhido e representar a sigla nas eleições municipais do próximo ano, ambos aparecem entre os nomes dos outros cinco l=colocados como candidato a prefeito em 2024. Entre eles estão o deputado federal Abilio Brunini (PL), Lúdio Cabral (PT), Rosa Neide Também do PT, outros nomes como do engenheiro Archimedes Pereira Lima do Rede Sustentabilidade.
Para Fábio Garcia o União não levará em conta somente a pesquisas para lançar um nome a prefeitura.
Para Botelho os nomes precisam ser escolhidos tanto por uma pesquisa qualitativa, quanto quantitativa.
Na última rodada de pesquisa divulgadas pelo pré-candidatos, o nome de Fábio aparece com 8%, e botelho vem logo atras com 7,7 intenções de votos. A pesquisa foi divulgada pela Parcent Brasil.
E uma segunda pesquisa divulgada pelo MT Dados, o deputado Botelho aparece com 14,5% e Fábio Garcia aparece com 1,9% nas intenções de votos.
POLITICA
Projeto de Medeiros propõe anistia a multas de caminhoneiros e envolvidos no 8 de janeiro
JB News
por Redação
_Proposta prevê perdão de penalidades por bloqueios de rodovias e ocupação de prédios públicos_
O deputado federal José Medeiros (PL) apresentou um projeto de lei que propõe a anistia de multas aplicadas a pessoas que participaram de bloqueios de rodovias após as eleições de 2022 e das invasões aos prédios dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023, em Brasília.
A medida prevê o perdão de penalidades impostas por órgãos da administração pública, incluindo autarquias e agências reguladoras. A proposta também contempla a remissão das dívidas decorrentes dessas multas, alcançando tanto sanções já aplicadas quanto aquelas ainda em fase de análise ou cobrança.
Na justificativa, Medeiros afirma que a proposta busca promover a pacificação social e revisar penalidades aplicadas no período pós-eleitoral.
“Esse projeto não é sobre passar a mão na cabeça de ninguém, é sobre fazer justiça. O que vimos após as eleições de 2022 e nos episódios de 8 de janeiro foram punições desproporcionais, muitas vezes aplicadas de forma generalizada, atingindo pessoas que não tiveram o devido direito de defesa”, afirmou.
O deputado destaca ainda que a proposta abrange sanções administrativas relacionadas à interdição de vias públicas e à ocupação de prédios públicos no período pós-eleitoral, beneficiando participantes de manifestações registradas em diferentes regiões do país.
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