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Avião monomotor cai, piloto desaparece e mobiliza equipes de resgate em MT

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Por Alisson Gonçalves

Na manhã da última quarta-feira,02, um avião monomotor modelo Piper Cherokee Six caiu em uma região de mata próxima à Gleba Rio Vermelho, em Rondonópolis, Mato Grosso.

A aeronave, que partiu de Primavera do Leste com destino a Rondonópolis, perdeu contato com os radares por volta das 8h30, mobilizando equipes de busca e resgate.

O piloto da aeronave, identificado como Flávio Geovanni Capile Rivera, de 69 anos, estava sozinho a bordo. Seu objetivo era buscar o proprietário do avião e sua esposa na cidade de destino.

No entanto, ao se aproximar da Gleba Rio Vermelho, o monomotor desapareceu dos radares, e nenhuma comunicação adicional foi recebida.

Diante da situação, uma equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada e iniciou as buscas no fim da tarde de quarta-feira, por volta das 17h.

Três viaturas foram empenhadas na operação, contando também com o apoio de pilotos do Aeroclube de Rondonópolis, que auxiliaram na procura pelos destroços da aeronave.

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Com a chegada da manhã desta quinta-feira,03, uma equipe do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) foi acionada para reforçar as buscas.

A Força Aérea Brasileira (FAB) também foi mobilizada para contribuir na localização da aeronave desaparecida.

As buscas continuam em andamento, e familiares aguardam esperançosos por notícias sobre o paradeiro do piloto e da aeronave.

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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