EDUCAÇÃO

Aula inaugura especialização em transformação digital

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O Ministério da Educação (MEC) deu início, nesta quinta-feira, 26 de junho, ao curso de especialização em Gestão de Políticas Públicas Educacionais e Transformação Digital. A aula inaugural contextualizou a formação dentro dos desafios contemporâneos da gestão educacional, reforçando a importância da articulação entre políticas públicas e o uso de tecnologias e de inteligência artificial para fortalecimento dos processos de gestão. A abertura do curso foi transmitida pelo canal do MEC no YouTube

Na ocasião, foram apresentados os principais eixos temáticos do curso – o desenho, a implementação e gestão de políticas públicas educacionais; a inovação tecnológica e a inteligência artificial na educação. O objetivo foi engajar os participantes e fortalecer sua atuação estratégica nos diferentes níveis e instâncias da gestão educacional.  

“A gente vive um momento em que a transformação digital, a inovação tecnológica e a inteligência artificial não são mais elementos remotos ou distantes da nossa atuação cotidiana, elas são realidade e exigem de nós, então, novos olhares, práticas e habilidades. E o nosso papel enquanto gestores e formuladores de políticas públicas é justamente pensar como que essas ferramentas podem fortalecer o direito à educação com equidade e com qualidade”, destacou o consultor de Políticas Públicas para a Educação Básica da SEB/MEC, Victor Eyng. 

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Ele explicou que, em função disso, a especialização tem um valor estratégico tão grande e traz uma oportunidade bastante concreta de fortalecer a capacidade técnica e a capacidade política dos gestores e das gestoras educacionais. 

Realizada por meio da Secretaria de Educação Básica do MEC (SEB), em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL), a especialização visa contribuir para o desenvolvimento de competências que ampliem a capacidade dos profissionais de educação para enfrentar problemas complexos, promover soluções baseadas em dados e evidências, e liderar processos de transformação digital nas redes públicas de ensino. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB 

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

MEC fará seminário sobre política de educação superior

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Com o intuito de construir diretrizes para a formulação da Política Nacional de Educação Superior (Pneds), o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), promoverá o Seminário Pneds, com o tema “Educação Superior como Política de Estado: fundamentos, objetivos e compromissos institucionais”. O objetivo é escutar especialistas e a sociedade para a elaboração da política, com ênfase na diversidade, equidade e inclusão. O encontro ocorrerá na sexta-feira, 17 de abril, das 8h às 13h (horário de Brasília), no Plenário do Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília (DF). 

Estão confirmadas as presenças do secretário de Educação Superior, Marcus David; da secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo; da diretora de Desenvolvimento Acadêmico da Sesu, Lucia Pellanda; e do diretor de Políticas de Acesso à Educação Superior, Adilson Carvalho. A mediação será feita pelo coordenador-geral de Políticas Estudantis da Sesu, Artur Araujo. 

O evento contará também com a presença de estudantes, docentes e técnicos-administrativos, gestores de instituições de educação superior, pesquisadores, especialistas, representantes de movimentos sociais, da sociedade civil e de órgãos governamentais e de participação social. O seminário integra uma série de atividades de escuta, com participação social, que estão acontecendo desde agosto de 2025, visando à formulação da política. 

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A programação conta com as palestras “Educação Superior Indígena: diversidade sociocultural e políticas educacionais” e “Povos Quilombolas e Educação Superior: reconhecimento, inclusão e justiça educacional”. Essa última discutirá a educação superior a partir do reconhecimento dos direitos dos povos quilombolas, da valorização de seus saberes tradicionais e epistemologias próprias, da necessidade de revisão curricular, incluindo disciplinas obrigatórias, metodologias inclusivas e estratégias institucionais para o enfrentamento da reprovação, evasão e abandono.  

Outra palestra será “Relações Étnico-Raciais e Educação Superior: desafios e perspectivas institucionais”. Nela, será analisada a educação das relações étnico-raciais na educação superior, com ênfase na incorporação de epistemologias negras nos currículos, na obrigatoriedade de disciplinas específicas e no enfrentamento de práticas acadêmicas excludentes que naturalizam a reprovação e aprofundam desigualdades, especialmente para estudantes cotistas e negros. 

A programação inclui, ainda, a palestra “Pessoas com Deficiência na Educação Superior: acessibilidade, inclusão e responsabilidade institucional”, que abordará a inclusão de pessoas com deficiência na educação superior, com foco na acessibilidade, revisão de práticas avaliativas, metodologias de ensino inclusivas e superação da cultura acadêmica que associa qualidade à exclusão, com responsabilização institucional pelos resultados acadêmicos e pelo sucesso estudantil.  

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu

Fonte: Ministério da Educação

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