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MEC recepciona estudantes que participarão do PJM

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Estudantes de todo o Brasil que estarão presentes na etapa nacional do Parlamento Juvenil do Mercosul (PJM) participaram de um encontro com a equipe do Ministério da Educação (MEC) nesta terça-feira, 27 de maio. Após uma palestra realizada na sede da pasta, em Brasília (DF), os jovens ainda foram recebidos pelo ministro da Educação, Camilo Santana. Voltado a estudantes do 1º e do 2º ano do ensino médio de escolas públicas, o encontro nacional deste ano debaterá a integração regional e as mudanças climáticas. 

Segundo Santana, a visita é essencial pela importância da educação na construção de um país próspero. “Para um país, esse ministério é um dos mais importantes, porque um país que não cuida da educação, não cuida do futuro do seu povo. A gente sabe que a educação transforma vidas e dá oportunidades para as pessoas. Parabéns por terem sido selecionados nesse projeto e pela experiência que estão vivendo aqui”, disse, dirigindo-se aos parlamentares juvenis.  

“Receber uma comissão tão plural de 79 jovens nos enche de orgulho, por entendermos que, mesmo com as nossas limitações, estamos conseguindo fazer o que precisamos fazer com a juventude brasileira, destacou a secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, Zara Figueiredo. A educação é uma incubadora de mudanças, e o principal e mais forte ativo político é a juventude”, completou. 

O presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), Hugo Silva, destacou o papel do Parlamento Juvenil do Mercosul como “essencial para reafirmar a escola como um lugar de democracia”. “Não podemos admitir iniciativas que tentem tirar eleição do grêmio estudantil, nem a autonomia e a liberdade dos estudantes na sala de aula. Ela precisa ser um espaço onde possamos apresentar nossas opiniões sem medo. Por isso, o MEC participar desse processo reafirma a nossa luta pela democracia na sala de aula e no ambiente escolar como um todo”, afirmou. 

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Programação Na capital federal, os jovens terão a oportunidade de aprender mais sobre o bloco do Mercosul e suas instâncias, além de diferentes formas de dialogar e buscar consensos e soluções para problemas comuns. Ainda nesta terça, também no MEC, o grupo participa de palestra sobre noções do ordenamento jurídico brasileiro e do eixo de inclusão educativa. Na sequência, visitarão o Itamaraty, onde debaterão o Mercosul, o Parlasul e o eixo de integração regional.  

Na quarta-feira, 28 de maio, o palco das atividades será o Congresso Nacional, onde haverá visitação à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal, que inclui uma roda de conversa com um parlamentar que integra o Parlasul. No dia seguinte, a comitiva estará no Campus Brasília do Instituto Federal de Brasília (IFB) para debater o eixo temático “jovens e trabalho”. Na quinta-feira, os estudantes retornam ao Ministério da Educação, onde haverá a eleição dos representantes do grupo para a etapa internacional, escolhidos por seus pares.  

Exercendo o papel de parlamentar, por dois anos, as delegações nacionais terão a função de ouvir os jovens estudantes dos países-membros do Mercosul e abrir espaço para que, juntos, possam discutir a realidade em que estão inseridos e buscar meios para interferir positivamente na sua escola e comunidade, compartilhando suas visões sobre o tipo de escola de ensino médio que querem, enquanto refletem sobre valores como a participação cidadã, o respeito à democracia e aos direitos humanos, a consciência social, a cultura da paz e o cuidado com o meio ambiente.  

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Etapa internacionalAs atividades em Brasília precedem a etapa internacional do Parlamento Juvenil do Mercosul, que ocorrerá em Foz do Iguaçu (PR), entre 11 e 13 de agosto. Para este encontro, estarão presentes um representante de cada província, departamento ou estado dos países-membros do Mercosul.  

PJM  O Parlamento Juvenil do Mercosul é uma iniciativa do Setor Educacional do Mercosul (SEM), que proporciona aos jovens estudantes de redes participantes dos países-membros e associados do bloco um espaço de encontro e diálogo que incentiva o protagonismo juvenil para a geração de propostas sobre temáticas de interesse comum. O tema desta edição do PJM é “A integração regional e as mudanças climáticas”.    

O programa se propõe a ajudar os jovens a compreender o mundo, resolver problemas e atuar de forma cidadã, ética e responsável em sua comunidade e na sociedade. Além disso, os participantes desenvolvem competências e habilidades como domínio da linguagem, compreensão de fenômenos, enfrentamento de situações-problema, construção de argumentação e elaboração de propostas.   

O MEC realiza a iniciativa por meio da Secadi e da Secretaria de Educação Básica (SEB), que atuam em parceria com a Assessoria de Assuntos Internacionais da pasta. 

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi   

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

MEC fará seminário sobre política de educação superior

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Com o intuito de construir diretrizes para a formulação da Política Nacional de Educação Superior (Pneds), o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), promoverá o Seminário Pneds, com o tema “Educação Superior como Política de Estado: fundamentos, objetivos e compromissos institucionais”. O objetivo é escutar especialistas e a sociedade para a elaboração da política, com ênfase na diversidade, equidade e inclusão. O encontro ocorrerá na sexta-feira, 17 de abril, das 8h às 13h (horário de Brasília), no Plenário do Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília (DF). 

Estão confirmadas as presenças do secretário de Educação Superior, Marcus David; da secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo; da diretora de Desenvolvimento Acadêmico da Sesu, Lucia Pellanda; e do diretor de Políticas de Acesso à Educação Superior, Adilson Carvalho. A mediação será feita pelo coordenador-geral de Políticas Estudantis da Sesu, Artur Araujo. 

O evento contará também com a presença de estudantes, docentes e técnicos-administrativos, gestores de instituições de educação superior, pesquisadores, especialistas, representantes de movimentos sociais, da sociedade civil e de órgãos governamentais e de participação social. O seminário integra uma série de atividades de escuta, com participação social, que estão acontecendo desde agosto de 2025, visando à formulação da política. 

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A programação conta com as palestras “Educação Superior Indígena: diversidade sociocultural e políticas educacionais” e “Povos Quilombolas e Educação Superior: reconhecimento, inclusão e justiça educacional”. Essa última discutirá a educação superior a partir do reconhecimento dos direitos dos povos quilombolas, da valorização de seus saberes tradicionais e epistemologias próprias, da necessidade de revisão curricular, incluindo disciplinas obrigatórias, metodologias inclusivas e estratégias institucionais para o enfrentamento da reprovação, evasão e abandono.  

Outra palestra será “Relações Étnico-Raciais e Educação Superior: desafios e perspectivas institucionais”. Nela, será analisada a educação das relações étnico-raciais na educação superior, com ênfase na incorporação de epistemologias negras nos currículos, na obrigatoriedade de disciplinas específicas e no enfrentamento de práticas acadêmicas excludentes que naturalizam a reprovação e aprofundam desigualdades, especialmente para estudantes cotistas e negros. 

A programação inclui, ainda, a palestra “Pessoas com Deficiência na Educação Superior: acessibilidade, inclusão e responsabilidade institucional”, que abordará a inclusão de pessoas com deficiência na educação superior, com foco na acessibilidade, revisão de práticas avaliativas, metodologias de ensino inclusivas e superação da cultura acadêmica que associa qualidade à exclusão, com responsabilização institucional pelos resultados acadêmicos e pelo sucesso estudantil.  

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu

Fonte: Ministério da Educação

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