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Aplicativo da Associação Comercial de Cuiabá já pode ser baixado

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A Associação Comercial e Empresarial de Cuiabá (ACC) deu um passo importante rumo à modernização da entidade centenária, ao lançou na última  quinta-feira (12.12), o aplicativo da associação. O dispositivo pode ser baixado pelo Google Play e pela Apple Store e contém benefícios aos associados, guia comercial, dicas culturais, eventos, pontos turísticos da Capital, dentre outras informações abertas ao público em geral.
 
O aplicativo foi pensado para proporcionar praticidade não só aos associados, mas também à comunidade, sendo desenvolvido em formato moderno, com alta tecnologia que ajuda na aproximação da entidade com a sociedade da baixada cuiabana.
 
Para o presidente da ACC, Jonas Alves, o aplicativo representa um salto em modernidade, pois disponibiliza todos os serviços da associação, de maneira fácil e rápido, além da possibilidade de promover a geração de negócios e fomentar o setor comercial.
 
“Com o aplicativo, temos a oportunidade de gerar uma rede de negócios e de relacionamentos, pretendemos ampliar bastante o número de pessoas com que nos relacionamos, também queremos ampliar as parcerias e aproximar ainda mais a associação da sociedade”, disse o presidente durante o evento de lançamento do APP, no auditório da Associação, em Cuiabá.
 
Qualquer pessoa pode baixar e se cadastrar no aplicativo para participar de campanhas e sorteios, por exemplo, porém, apenas aos associados estão disponíveis as vantagens do “Clube de Benefícios”, opções como descontos em Educação (convênios em faculdades, escolas de inglês, cursos e treinamentos), Saúde (descontos em drogarias, clínicas e planos), Vestuário e Acessórios (óticas e lojas), Hotelaria e Serviços.
 
“O aplicativo é aberto ao público, mas para ter acesso ao nosso clube de benefícios, a empresa deve ser associada, sendo que os benefícios se estendem aos proprietários, funcionários e parentes de primeiro grau, ou seja, esposa e filhos também podem usufruir dos benefícios”, explica a gerente da ACC, Samanta Fernandes. Ela apresentou todas as ferramentas disponíveis do aplicativo e como utilizá-las.
 
O associado Igor Alencar, proprietário das lojas Condessa, lembrou sobre a importância da representatividade da associação frente aos desafios do setor empresarial e aponta a divulgação positiva do aplicativo para o comércio. “A associação traz vários benefícios aos empresários, com a disponibilização de uma gama de serviços, como apoio jurídico, auxílio na parte do crediário, Recursos Humanos, além da oferta de cursos e treinamentos gratuitos. Tudo isso estará no aplicativo”, completou.
 
Outra associada, Keli Neves, da Ararauna Turismo, também ressaltou a divulgação da empresa como um dos benefícios do aplicativo. “Como associado teremos mais divulgação, o aplicativo abre um leque de possibilidades enquanto associado, além disso, podemos fazer carteirinha e utilizar dos benefícios dos parceiros, isso na palma da mão”.
 
Presente no evento de lançamento do aplicativo, o diretor da ACC, Orivaldo Julio Alves (vereador Orivaldo da Farmácia), parabenizou a presidência pela iniciativa de criar o aplicativo. “A ideia foi excelente e o aplicativo irá beneficiar toda a sociedade, parabéns ao Jonas e a diretoria da Associação por investir nesse projeto”.
 
Marcos Taveira, diretor executivo da Associação Mato-grossense de Atacadistas e Distribuidores (AMAD), acrescentou que o aplicativo é um exemplo a ser seguido por outras entidades. “A iniciativa da ACC aproxima o associado da entidade e é um modelo a ser seguido”.
 
Também estiveram presentes no lançamento do APP, o vice-presidente da ACC, Edson Luiz Ribeiro da Silva, o diretor Manuel Gomes, representantes de empresas parceiras da Associação e colaboradores da entidade.
 
Foto: Assessoria
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Projeto Entre Ciências seleciona seis propostas sobre sociobiodiversidade

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Como cuidar melhor da floresta, da terra e da biodiversidade? Parte dessa resposta está no diálogo entre diferentes formas de conhecimento. Com o objetivo de fortalecer a participação de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na produção de conhecimento sobre a sociobiodiversidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai selecionar seis iniciativas para o projeto Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo.     

Foram avaliadas 60 propostas de arranjos de pesquisa colaborativa, envolvendo comunidades e academia, vindas de diferentes regiões da Amazônia e do Cerrado. Os trabalhos foram selecionados por uma comissão formada por especialistas e representantes das próprias comunidades, levando em conta não só critérios técnicos, mas também a diversidade dos territórios e protagonismo de mulheres, jovens e anciãos.  

Projetos selecionados 

  • Associação dos Seringueiros do Seringal Cazumbá. Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Acre (Ifac) — Campus Rio Branco;  

  • Associação Quilombo Kalunga. Parceiro acadêmico: Universidade de Brasília (UnB) – Programa de Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (Mespt) e Programa da Licenciatura em Educação do Campo (Ledoc); 

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  • Organização Baniwa e Koripako — NadzoeriParceiros acadêmicos: UnB, Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade de São Paulo (USP);  

  • Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão (Amim). Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Amapá;  

  • Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica. Parceiro acadêmico: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) — Campus Almenara; 

  • Coletivo Mulheres Retireiras do Araguaia. Parceiro acadêmico: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao MCTI, e Instituto Juruá.  

Com os novos arranjos selecionados, o projeto passa a apoiar oito experiências em diferentes territórios, ampliando uma rede que conecta ciência dos povos e comunidades com a ciência acadêmica, cultura e meio ambiente.  

Para a secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Andrea Latgé, a iniciativa reforça a importância de integrar diferentes formas de conhecimento na produção científica. “O Entre Ciências mostra que o conhecimento também nasce nos territórios. Ao valorizar saberes de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, fortalecemos uma ciência mais diversa e conectada aos desafios do País”, destaca.  

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O Entre Ciências aposta em uma ideia simples e poderosa: quem vive nos territórios também produz conhecimento. O projeto fortalece o papel de povos indígenas e comunidades tradicionais na pesquisa sobre biodiversidade, em temas prioritários para o próprio território, incentivando a parceria com atores acadêmicos comprometidos e com respeito às diferentes formas de conhecimento.  

Além do apoio aos projetos, a iniciativa oferece formação, bolsas para pesquisadores locais das comunidades, intercâmbios e suporte para a gestão de dados e informações produzidas pelas próprias comunidades. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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